Meditação Matinal

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Maravilhosa Graça de Deus.
Meditação Matinal de Ellen White.
Leia o Comentário da Lição da Escola Sabatina 2016 – clique aqui.

Maio
1° de maio
Pág. 127
Antes da Criação
Que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos. II Tim. 1:9.
O propósito e plano da graça existiu desde a eternidade. Antes da fundação do mundo estava em harmonia com o determinado conselho de Deus que o homem fosse criado, dotado com poder para fazer a vontade divina. Mas a queda do homem, com todas as suas conseqüências, não era desconhecida do Onipotente, e todavia ela não o impediu de levar avante o Seu eterno propósito; pois o Senhor estabeleceria o Seu trono em justiça. Deus conhece o fim desde o princípio. … Portanto a redenção não foi um recurso posterior… mas um eterno propósito a ser posto em funcionamento para bênção não apenas deste átomo de mundo, mas para o bem de todos os mundos que Deus havia criado.
A criação dos mundos, o mistério do evangelho, têm um propósito único, o de tornar manifesto a todas as inteligências criadas, por meio da natureza e por meio de Cristo as glórias do caráter divino. Pela maravilhosa demonstração de Seu amor em dar “o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16), a glória de Deus é revelada à humanidade perdida e às inteligências dos outros mundos. Signs of the Times, 25 de abril de 1892.
Jesus envolve a humanidade com Seu braço humano, enquanto com o braço divino lança mão do infinito. Ele é o “árbitro” entre um Deus santo e nossa pecadora humanidade – alguém que pode pôr “a mão sobre nós ambos”. Jó. 9:33.
Os termos deste acordo entre Deus e o homem no grande concerto da redenção foram arranjados com Cristo desde toda a eternidade. O concerto da graça foi revelado aos patriarcas. O concerto feito com Abraão… foi um concerto confirmado por Deus em Cristo, como “a revelação do mistério que desde tempo eternos esteve oculto, mas que se manifestou agora e se notificou pelas escrituras dos profetas, segundo o mandamento do Deus eterno, a todas as nações para obediência da fé”. Rom. 16:25 e 26. Signs of the Times, 24 de agosto de 1891.
2 de maio
Pág. 128
Perpétuo
Inclinai os ouvidos e vinde a Mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, que consiste nas fiéis misericórdias prometidas a Davi. Isa. 55:3.
A salvação da humanidade tem sido sempre o objetivo dos concílios no Céu. O concerto de misericórdia foi feito antes da fundação do mundo; tem existido desde a eternidade, e é chamado concerto eterno. Tão certo como jamais ter havido um tempo em que Deus não existiu, é jamais ter havido um momento em que a mente de Deus não se deleitasse em manifestar Sua graça à humanidade. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 934.
Desde o início do grande conflito, tem sido o propósito de Satanás representar mal o caráter de Deus, e provocar a rebelião contra a Sua lei. … Mas, em meio da operação do mal, os propósitos de Deus avançam perseverantemente ao seu cumprimento; a todos os seres criados está Ele a tornar manifestas Sua justiça e benevolência. Por meio das tentações de Satanás o gênero humano todo se tornou transgressor da lei de Deus; mas, pelo sacrifício de Seu Filho, abriu-se um caminho por onde podem voltar a Deus. Mediante a graça de Cristo, podem habilitar-se a prestar obediência à lei do Pai. Assim, em todos os séculos, do meio da apostasia e rebelião, Deus reúne um povo que Lhe é fiel, povo em cujo coração está a Sua lei. Isa. 51:7.
A obra de Deus é a mesma em todos os tempos, embora haja graus diversos de desenvolvimento e diferentes manifestações de Seu poder, para satisfazerem as necessidades dos homens nas várias épocas. Começando com a primeira promessa evangélica, e vindo através da era patriarcal e judaica, e mesmo até ao presente, tem havido um desenvolvimento gradual dos propósitos de Deus no plano da redenção. … Aquele que do Sinai proclamou a lei e entregou a Moisés os preceitos da lei ritual, é o mesmo que proferiu o sermão do monte. … O ensinador é o mesmo em ambas as dispensações. As reivindicações de Deus são as mesmas. Os mesmos são os princípios de Seu governo. Patriarcas e Profetas, págs. 338, 339 e 373.
Na consumação da obra de Deus na Terra, a norma de Sua lei será de novo exaltada. … Deus não quebrará Seu concerto, nem alterará aquilo que saiu de Seus lábios. Sua Palavra permanecerá firme para sempre, tão inalterável como Seu trono. Profetas e Reis, págs. 186 e 187.
3 de maio
Pág. 129
No Éden
Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Gên. 3:15.
O concerto da graça foi feito primeiramente com o homem no Éden, quando, depois da queda, foi feita uma promessa divina de que a semente da mulher feriria a cabeça da serpente. A todos os homens este concerto oferecia perdão, e a graça auxiliadora de Deus para a futura obediência mediante a fé em Cristo. Prometia-lhes também vida eterna sob condição de fidelidade para com a lei de Deus. Assim receberam os patriarcas a esperança da salvação. Patriarcas e Profetas, págs. 370.
Adão e Eva, em sua criação, tiveram o conhecimento da lei de Deus. Ela fora impressa em seus corações, e compreenderam suas reivindicações sobre eles. SDA Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.104.
A lei de Deus existiu antes de ter sido criado o homem. Adaptava-se às condições de seres santos; mesmo os anjos eram por ela governados. Depois da queda, não foram alterados os princípios de justiça. Coisa alguma foi tirada da lei; nem um único de seus santos preceitos era susceptível de ser aperfeiçoado. E como existiu desde o princípio, assim continuará a existir através dos séculos eternos.
Depois da transgressão de Adão … os princípios da lei … foram definitivamente dispostos e expressos de modo a adaptar-se ao homem em seu estado decaído. Cristo, em conselho com o Pai, instituiu o sistema de ofertas sacrificais; de modo que a morte, em vez de sobrevir imediatamente ao transgressor, fosse transferida para uma vítima que devia prefigurar a grande e perfeita oferenda do Filho de Deus. … Através do sangue dessa vítima o homem, pela fé, contemplava o sangue de Cristo, que serviria de expiação aos pecados do mundo. Mensagens Escolhidas, vol. 1, págs. 220 e 230.
A missão de Cristo na Terra não era destruir a lei, mas, por Sua graça, levar novamente o homem à obediência de Seus preceitos. … Por Sua própria obediência à lei; Cristo testificou do caráter imutável da mesma, e provou que, por meio de Sua graça, ela podia ser perfeitamente obedecida por todo filho e filha de Adão. O Maior Discurso de Cristo, págs. 48 e 49.
4 de maio
Pág. 130
Partilhado com Noé
Disse também Deus a Noé e a seus filhos: Eis que estabeleço a Minha aliança convosco, e com a vossa descendência. Gên. 9:8 e 9.
A iniqüidade então era tão generalizada que Deus disse: “Destruirei, de sobre a face da Terra, o homem que criei. … Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor. … Noé era varão justo e reto em suas gerações; Noé andava com Deus.” Gên. 6:7-9. Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 90.
Noé devia pregar ao povo, e também preparar a arca segundo as indicações que Deus lhe dera, a fim de salvar-se a si mesmo e a sua família. Não devia ele apenas pregar, mas pelo seu exemplo ao construir a arca, devia convencer a todos de que cria no que estava pregando. …
Noé não esqueceu que Deus os havia graciosamente preservado, mas imediatamente [ao sair da arca] construiu um altar e… ofereceu sobre ele ofertas queimadas, mostrando sua fé em Cristo, o grande sacrifício, e manifestando sua gratidão a Deus por sua maravilhosa preservação. A oferta de Noé subiu perante Deus como cheiro suave. Deus aceitou a oferta e abençoou a Noé e sua família. …
E para que o homem não viesse a sentir-se aterrorizado com nuvens que se aglomerassem e chuvas que caíssem, e estivesse em contínuo temor de um outro dilúvio, Deus graciosamente encorajou a família de Noé com uma promessa: “Estabeleço a Minha aliança convosco: não será mais destruída toda carne por águas de dilúvio. … Disse Deus: Este é o sinal da Minha aliança que faço entre Mim e vós. … Porei nas nuvens o Meu arco; será por sinal da aliança entre Mim e a Terra. … O arco estará nas nuvens; vê-lo-ei e Me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres viventes de toda carne que há sobre a Terra.” Gên. 9:11-16. Spiritual Gifts, vol. 3, págs. 65, 73 e 74.
Com a certeza dada a Noé com relação ao dilúvio, o próprio Deus ligou uma das mais preciosas promessas de Sua graça: “Pois jurei que as águas de Noé não inundariam mais a Terra; assim jurei que não Me irarei mais contra ti, nem te repreenderei. Porque as montanhas se desviarão, e os outeiros tremerão; mas a Minha benignidade não se desviará de ti, e o concerto da Minha paz não mudará, diz o Senhor, que Se compadece de ti.” Isa. 54:9 e 10. Patriarcas e Profetas, pág. 107.
5 de maio
Pág. 131
Renovado a Abraão
Estabelecerei a Minha aliança entre Mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência. Gên. 17:7.
Após o dilúvio o povo uma vez mais aumentou sobre a Terra, e a impiedade também aumentou. … O Senhor finalmente deixou que os endurecidos transgressores seguissem os seus maus caminhos, ao passo que escolheu a Abraão, da linhagem de Sem, e fê-lo o guardador da Sua lei para as gerações futuras. SDA Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.092.
Este mesmo concerto foi renovado a Abraão, na promessa: “Em tua semente serão benditas todas as nações da Terra.” Gên. 22:18. Esta promessa apontava para Cristo. Assim Abraão a compreendeu (Gál. 3:8 e 16), e confiou em Cristo para o perdão dos pecados. Foi esta fé que lhe foi atribuída como justiça. O concerto com Abraão mantinha também a autoridade da lei de Deus. O Senhor apareceu a Abraão e disse: “Eu sou o Deus todo-poderoso, anda em Minha presença e sê perfeito.” Gên. 17:1. O testemunho de Deus concernente a Seu fiel servo foi: “Abraão obedeceu à Minha voz, e guardou o Meu mandado, os Meus preceitos, os Meus estatutos, e as Minhas leis.” Gên. 26:5. …
Se bem que este concerto houvesse sido feito com Adão e renovado a Abraão, não poderia ser ratificado antes da morte de Cristo. Existira pela promessa de Deus desde que se fez a primeira indicação de redenção; fora aceito pela fé; contudo, ao ser ratificado por Cristo, é chamado um novo concerto. A lei de Deus foi a base deste concerto, que era simplesmente uma disposição destinada a levar os homens de novo à harmonia com a vontade divina, colocando-os onde poderiam obedecer à lei de Deus. Patriarcas e Profetas, págs. 370 e 371.
Se não fosse possível aos seres humanos sob o concerto abraâmico guardar os mandamentos de Deus, cada um de nós estaria perdido. O concerto abraâmico é o concerto da graça. “Pela graça sois salvos.” Efés. 2:8. Filhos desobedientes? Não, obedientes a todos os Seus mandamentos. SDA Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.092.
A indiscutível obediência de Abrão foi um dos mais significativos exemplos de fé e confiança em Deus que se podem encontrar no Registro Sagrado. … É uma fé e confiança como essa de Abraão que os mensageiros de Deus hoje necessitam. Testimonies, vol. 4, pág. 524.
6 de maio
Pág. 132
Termos do Concerto
Se diligentemente ouvirdes a Minha voz e guardardes a Minha aliança, então, sereis a Minha propriedade peculiar dentre todos os povos. Êxo. 19:5.
No princípio Deus deu Sua lei à humanidade como um meio de alcançar a felicidade e vida eterna. Profetas e Reis, pág. 178.
Os Dez Mandamentos, Farás, e Não farás, são dez promessas a nós garantidas, se formos obedientes à lei que governa o Universo. “Se Me amardes, guardareis os Meus mandamentos.” João 14:15. Aqui está a essência e a substância da lei de Deus. Os termos de salvação para todo filho e filha de Adão, aqui estão esboçados.
A lei de dez preceitos do maior amor que pode ser apresentado ao homem é a voz do Deus do Céu falando à alma em promessa: “Fazei isto, e não caireis sob domínio e controle de Satanás.” Não há negativa na lei, embora pareça haver. Ela é FAZEI e vivei. SDA Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.105.
A condição de vida eterna é hoje justamente a mesma que sempre foi – exatamente a mesma que foi no paraíso, antes da queda de nossos primeiros pais – perfeita obediência à lei de Deus, perfeita justiça. Se a vida eterna fosse concedida sob qualquer condição inferior a essa, correria perigo a felicidade do Universo todo. Estaria aberto o caminho para que o pecado, com todo o seu cortejo de infortúnios e misérias, se imortalizasse. Caminho a Cristo, pág. 62.
Cristo não diminui as exigências da lei. Em linguagem inconfundível apresenta a obediência a ela como condição da vida eterna – a mesma condição requerida de Adão antes da queda. … A exigência sob o pacto da graça é tão ampla quanto os requisitos ditados no Éden – harmonia com a lei de Deus, que é santa, justa e boa. Parábolas de Jesus, pág. 391.
A norma de caráter apresentada no Antigo Testamento é a mesma apresentada no Novo. Esta norma não é de molde a não podermos atingi-la. Em toda ordem ou mandamento dado por Deus, há uma promessa, a mais positiva, a fundamentá-la. Deus tomou as providências para que nos possamos tornar semelhantes a Ele, e cumpri-las-á para todos quantos não interpuserem uma vontade perversa, frustrando assim a Sua graça. O Maior Discurso de Cristo, pág. 76.
7 de maio
Pág. 133
As Promessas de Homens
Então, o povo respondeu à uma: Tudo o que o Senhor falou faremos. E Moisés relatou ao Senhor as palavras do povo. Êxo. 19:8.
Outro pacto [não o concerto abraâmico] – chamado nas Escrituras o “velho” concerto, foi formado entre Deus e Israel no Sinai, e foi então ratificado pelo sangue de um sacrifício. O concerto abraâmico foi ratificado pelo sangue de Cristo, e é chamado o “segundo”, ou o “novo” concerto, porque o sangue pelo qual foi selado foi vertido depois do sangue do primeiro concerto. Patriarcas e Profetas, pág. 371.
Logo depois de se acamparem no Sinai, Moisés foi chamado à montanha a encontrar-se com Deus. … Israel ia ser agora tomado em uma relação íntima e peculiar para com o Altíssimo – sendo incorporado como uma igreja e nação sob o governo de Deus. A mensagem dada a Moisés, para o povo, foi: … “Se diligentemente ouvirdes a Minha voz, e guardardes o Meu concerto, então sereis a Minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a Terra é Minha. E vós Me sereis um reino sacerdotal e o povo santo.” Êxo. 19:5 e 6.
Moisés voltou ao acampamento, e, tendo convocado os anciãos de Israel, repetiu-lhes a mensagem divina. Sua resposta foi: “Tudo o que o Senhor tem falado, faremos.” Assim entraram em um concerto solene com Deus, comprometendo-se a aceitá-Lo como seu Governador, pelo que se tornavam, em sentido especial, súditos sob Sua autoridade.
Em seu cativeiro, o povo em grande parte perdera o conhecimento de Deus e os princípios do concerto abraâmico. … Vivendo em meio de idolatria e corrupção, não tinham uma concepção verdadeira da santidade de Deus, da excessiva pecaminosidade de seu próprio coração, de sua completa incapacidade para, por si mesmos, prestar obediência à lei de Deus, e de sua necessidade de um Salvador. …
Deus os levou ao Sinai; manifestou Sua glória; deu-lhes Sua lei, com promessa de grandes bênçãos sob condição de obediência. … O povo não compreendia … que sem Cristo lhes era impossível guardar a lei de Deus. … Entendendo que eram capazes de estabelecer sua própria justiça, declararam: “Tudo o que o Senhor tem falado faremos, e obedeceremos.” Êxo. 24:7. Patriarcas e Profetas, págs. 303, 371 e 372.
8 de maio
Pág. 134
Melhores Promessas
É Ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas. Heb. 8:6.
Os israelitas haviam sido especialmente advertidos a não perder de vista os mandamentos de Deus, em cuja obediência deviam encontrar força e bênção. Profetas e Reis, pág. 294.
Haviam testemunhado a proclamação da lei, com terrível majestade, e tremeram aterrorizados diante do monte; e no entanto apenas algumas semanas se passaram antes que violassem seu concerto com Deus e se curvassem para adorar uma imagem esculpida. Não poderiam esperar o favor de Deus mediante um concerto que tinham violado; e agora, vendo sua índole pecaminosa e necessidade de perdão, foram levados a sentir que necessitavam do Salvador revelado no concerto abraâmico e prefigurado nas ofertas sacrificais. Agora, pela fé e amor, uniram-se a Deus como seu Libertador do cativeiro do pecado. Estavam então, preparados para apreciar as bênçãos do novo concerto.
As condições do “velho concerto” eram: Obedece e vive – “cumprindo-os [estatutos e juízos] o homem, viverá por eles” (Ezeq. 20:11; Lev. 18:5); mas “maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei”. Deut. 27:26. O “novo concerto” foi estabelecido com melhores promessas: promessas do perdão dos pecados, e da graça de Deus para renovar o coração, e levá-lo à harmonia com os princípios da lei de Deus. Patriarcas e Profetas, pág. 372.
As bênçãos do novo concerto estão baseadas puramente na misericórdia em perdoar a injustiça e os pecados. … Todo que humilha o coração, confessando os seus pecados, encontrará misericórdia, e graça e segurança. Deixou Deus de ser justo por mostrar misericórdia ao pecador? Desonrou Sua santa lei, e agora, passará por alto as violações da mesma? Deus é fiel. Ele não muda. As condições da salvação são sempre as mesmas. Vida, vida eterna, é para todos que obedeçam à lei de Deus. …
Sob o novo concerto, as condições pelas quais a vida eterna pode ser alcançada são as mesmas do velho concerto – perfeita obediência. … No novo e melhor concerto, Cristo cumpriu a lei para o transgressor da lei, se ele O aceitar pela fé como seu Salvador pessoal. … No melhor concerto somos purificados do pecado pelo sangue de Cristo. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 931.
9 de maio
Pág. 135
Escrito no Coração
Depois daqueles dias, diz o Senhor: porei a Minha lei no seu interior e a escreverei no seu coração. … Perdoarei a sua maldade e nunca mais Me lembrarei dos seus pecados. Jer. 31:33 e 34.
A mesma lei que fora gravada em tábuas de pedra, é escrita pelo Espírito Santo nas tábuas do coração. Em vez de cuidarmos em estabelecer nossa própria justiça, aceitamos a justiça de Cristo. Seu sangue expia os nossos pecados. Sua obediência é aceita em nosso favor. Então o coração renovado pelo Espírito Santo produzirá os “frutos do Espírito”. Mediante a graça de Cristo viveremos em obediência à lei de Deus, escrita em nosso coração. Tendo o Espírito de Cristo, andaremos como Ele andou. Patriarcas e Profetas, pág. 372.
Há dois erros contra os quais os filhos de Deus – particularmente os que só há pouco vieram a confiar em Sua graça – devem, especialmente, precaver-se. O primeiro … é o de tomar em consideração as suas próprias obras, confiando em qualquer coisa que possam fazer, a fim de pôr-se em harmonia com Deus. Aquele que procura tornar-se santo por suas próprias obras, guardando a lei, tenta o impossível. …
O erro oposto e não menos perigoso é o de que a crença em Cristo isente o homem da observância da lei de Deus; que, visto como só pela fé é que nos tornamos participantes da graça de Cristo, nossas obras nada têm que ver com nossa redenção. … Se a lei está escrita no coração, não moldará ela a vida? … É a fé, e ela só, que, em vez de dispensar-nos da obediência, nos torna participantes da graça de Cristo, a qual nos habilita a prestar obediência. …
Onde existe não só a crença na Palavra de Deus, mas também uma submissão à Sua vontade; onde o coração se Lhe acha rendido e as afeições nele concentradas, aí existe fé – a fé que opera por amor e purifica a alma. Por esta fé o coração é renovado à imagem de Deus. E o coração que em seu estado irregenerado não era sujeito à lei de Deus, agora se deleita em Seus santos preceitos, exclamando com o salmista: “Oh! quanto amo a Tua lei! É a minha meditação em todo o dia!” Sal. 119:97. E cumpre-se a justiça da lei em nós, os que não andamos “segundo a carne, mas segundo o espírito”. Rom. 8:1. Caminho a Cristo, págs. 59-61 e 63.
10 de maio
Pág. 136
A Dádiva do Arrependimento
Deus, porém, com a Sua destra, O exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados. Atos 5:31.
O arrependimento é um dos primeiros frutos da graça salvadora. Nosso grande Mestre, em Suas lições ao homem caído, extraviado, apresenta o poder vivificador de Sua graça, declarando que por meio dessa graça homens e mulheres podem viver uma nova vida de santidade e pureza. Aquele que vive essa vida põe em prática os princípios do reino do Céu. Ensinado por Deus, ele conduz outros ao caminho reto. Não conduzirá o que manqueja a caminhos de incerteza. A atuação do Espírito Santo em sua vida mostra que ele é um participante da natureza divina. Toda pessoa assim trabalhada pelo Espírito de Cristo recebe tão abundante suprimento de generosa graça que, ao contemplar suas boas obras, o mundo incrédulo reconhece que ela é controlada e sustentada pelo poder divino, sendo levada a glorificar a Deus. …
Lede e estudai o capítulo trinta e quatro de Ezequiel. Nele foram dados os mais preciosos estímulos. “Eu livrarei as Minhas ovelhas, para que já não sirvam de rapina”, o Senhor declara. “Farei com elas aliança de paz.” Ezeq. 34:22 e 25.
O aspecto mais significativo deste concerto de paz é abundante riqueza da misericórdia perdoadora expressa ao pecador se ele se arrepender e desviar-se de seus pecados. O Espírito Santo descreve o evangelho como salvação por meio da terna misericórdia de nosso Deus. “Para com as suas iniqüidades, usarei de misericórdia”, o Senhor declara a respeito dos que se arrependem, “e dos seus pecados jamais Me lembrarei”. Heb. 8:12. Não Se afasta Deus da justiça ao mostrar misericórdia para com o pecador? Não; Deus não pode desonrar Sua lei tolerando que ela seja transgredida impunemente. Sob o novo concerto, perfeita obediência é a condição de vida. Se o pecador se arrepende e confessa os seus pecados, achará perdão. Pelo sacrifício de Cristo em seu favor, é-lhe assegurado perdão. Cristo satisfaz às reivindicações da lei para cada pecador arrependido e crente. …
A expiação feita por nós por Cristo é inteira e abundantemente satisfatória para com o Pai. Deus pode ser justo, e ainda justificador daquele que crê. Manuscrito 28, 1905.
11 de maio
Pág. 137
A Dádiva do Perdão
Tu, ó Deus perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-Te e grande em bondade, Tu não os desamparaste. Neem. 9:17.
Requer a justiça que o pecado não seja meramente perdoado, mas que seja executada a pena de morte. Deus, no dom de Seu Filho unigênito, satisfez a ambos esses requisitos. Morrendo em lugar do homem, Cristo cumpriu a pena e proveu perdão.
Deus requer que confessemos nossos pecados e perante Ele humilhemos o coração; devemos, porém, ao mesmo tempo ter confiança nEle como um terno Pai, que não abandona aqueles que nEle põem a confiança. … Deus não Se desanima conosco por causa de nossos pecados. Podemos cometer erros e ofender o Seu Espírito; mas quando nos arrependemos e vamos ter com Ele com o coração contrito, Ele não nos faz voltar. Há empecilhos a serem removidos. Têm-se acariciado sentimentos errados, e tem havido orgulho, presunção, impaciência e murmurações. Tudo isso nos separa de Deus. Os pecados devem ser confessados; tem de haver mais profunda obra de graça no coração. …
Temos de aprender na escola de Cristo. Coisa alguma senão a Sua justiça pode dar-nos direito a uma única das bênçãos do concerto da graça. … Olhamos para nós mesmos, como se tivéssemos poder para nos salvar; mas Jesus morreu por nós porque somos incapazes de isso fazer. NEle está nossa esperança, nossa justificação, nossa justiça. … Jesus é nosso único Salvador; e embora milhões de pessoas que carecem de cura rejeitem a misericórdia por Ele oferecida, ninguém que confie em Seus méritos será deixado a perecer. …
Podeis ver que sois pecadores e estais arruinados; mas é justamente por esse motivo que precisais de um Salvador. Se tendes pecados a confessar, não percais tempo. Estes momentos são ouro. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça.” I João 1:9. Os que têm fome e sede de justiça serão fartos, pois Jesus o prometeu. Precioso Salvador! Seus braços estão abertos para receber-nos, e Seu grande coração de amor está à espera para nos abençoar. Mensagens Escolhidas, vol. 1, págs. 340, 350-353.
12 de maio
Pág. 138
Aceitos Pela Fé
Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus. Gál. 3:26.
Falar de religião de maneira casual, orar sem ter a alma faminta e viva fé, nada aproveita. A fé nominal em Cristo, que O aceita apenas como o Salvador do mundo, não pode nunca trazer cura à alma. A fé que opera salvação, não é mero assentimento espiritual à verdade. Aquele que espera inteiro conhecimento antes de exercer fé, não pode receber bênção de Deus. Não basta crer no que se diz acerca de Cristo; devemos crer nEle. A única fé que nos beneficiará, é a que O abraça como Salvador pessoal; que se apropria de Seus méritos. Muitos têm a fé como uma opinião. A fé salvadora é um ajuste pelo qual aqueles que recebem a Cristo se unem a Deus em concerto. Fé genuína é vida. Uma fé viva significa acréscimo de vigor, segura confiança pela qual a alma se torna uma força vitoriosa. O Desejado de Todas as Nações, pág. 347.
Fé verdadeira é a que recebe a Cristo como Salvador pessoal. Deus deu Seu Filho unigênito, para que eu, crendo nEle, “não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16. Quando me aproximo de Cristo, segundo a Sua palavra, cumpre-me acreditar que recebo Sua graça salvadora. A vida que agora vivo, devo viver “na fé do Filho de Deus, o qual me amou e Se entregou a Si mesmo por mim”. Gál. 2:20. A Ciência do Bom Viver, pág. 62.
O apóstolo Paulo apresenta claramente a relação entre a fé e a lei, no novo concerto. Diz ele: “Sendo pois justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.” Rom. 5:1. “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei.” Rom. 3:31. “Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne” – ou seja, ela não podia justificar o homem, porque em sua natureza pecaminosa este não a poderia guardar – “Deus, enviando o Seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne; para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” Rom. 8:3 e 4. Patriarcas e Profetas, pág. 373.
13 de maio
Pág. 139
A Lei de Deus – Suas Normas
De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Ecles. 12:13.
Antes de serem lançados os fundamentos da Terra, foi feito o concerto de que todos os que fossem obedientes, todos os que, por meio da abundante graça provida, se tornassem santos no caráter e sem culpa diante de Deus, apropriando-se dessa graça, seriam filhos de Deus. Este concerto, feito desde a eternidade, foi dado a Abraão centenas de anos antes da vinda de Cristo. Com que interesse e com que ardor Cristo na humanidade estudava os seres humanos para ver se eles se apoderariam da provisão oferecida! Fundamentos da Educação Cristã, pág. 403.
Em Seus ensinos, Cristo mostrou de quão vasto alcance são os princípios da lei pronunciada do Sinai. Fez Ele uma aplicação viva dessa lei cujos princípios permanecem para sempre a grande norma de justiça – norma pela qual todos serão julgados naquele grande dia em que se assentar o juízo e os livros forem abertos. Veio Ele para cumprir toda a justiça e, como cabeça da humanidade, mostrar ao homem que ele pode fazer a mesma obra, satisfazendo a todas as especificações dos reclamos de Deus. Pela medida da graça que Ele concede ao instrumento humano, ninguém precisa perder o Céu. A perfeição de caráter é alcançável por todo aquele que nela se empenha. Isto é a própria base do novo concerto evangélico. A lei de Jeová é a árvore; o evangelho são as perfumosas flores e os frutos que ela produz. Mensagens Escolhidas, vol. 1, págs. 211 e 212.
A lei de Deus é a expressão de Seu caráter. Nela estão contidos os princípios de Seu reino. Quem recusa aceitar estes princípios está-se excluindo do conduto por onde fluem as bênçãos de Deus.
As gloriosas possibilidades apresentadas a Israel só poderiam ser realizadas pela obediência aos mandamentos de Deus. A mesma elevação de caráter, a mesma plenitude de bênçãos – bênção no espírito, alma e corpo, bênção na casa e no campo, bênção para esta vida e para a vindoura, somente é possível pela obediência. Parábolas de Jesus, pág. 305.
Não abaixemos a norma, antes conservemo-la erguida, olhando para Aquele que o Autor e Consumador de nossa fé. Carta 2, 1912.
14 de maio
Pág. 140
O Compromisso da Obediência
E tomou o livro do concerto e o leu aos ouvidos do povo, e eles disseram: Tudo o que o Senhor tem falado faremos e obedeceremos. Êxo. 24:7.
O concerto que Deus fez com Seu povo no Sinai deve ser nosso refúgio e defesa. … Este concerto é tão válido hoje como quando foi feito com o antigo Israel pelo Senhor.
Este é o compromisso do povo de Deus nestes últimos dias. O serem aceitos por Deus depende do fiel cumprimento dos termos do seu acordo com Ele. Em Seu concerto Deus inclui a todos que Lhe obedeçam. A todos que praticam a justiça e o juízo, desviando a sua mão de praticar algum mal, a promessa é: Aos que “abraçam a Minha aliança, darei na Minha casa e dentro dos Meus muros, um  memorial e um nome melhor do que filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará.” Isa. 56:4 e 5. SDA Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.103.
O Pai depõe o Seu amor sobre o Seu povo eleito que vive no meio dos homens. São eles o povo a quem Cristo redimiu ao preço do Seu sangue; e visto que respondem à atração de Cristo, por meio da soberana misericórdia de Deus são eleitos para serem salvos como Seus obedientes filhos. Sobre eles se manifesta a livre graça de Deus, o amor com que Ele os amou. Todo que se humilha como uma criancinha, que recebe a Palavra de Deus e a obedece com a simplicidade de uma criança, estará entre os eleitos de Deus. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.114.
A fim de tornar nossa a graça de Deus, precisamos fazer a nossa parte. O Senhor não propõe realizar por nós seja o querer e o efetuar. Sua graça é dada para realizar em nós o querer e o efetuar, mas jamais como substituição de nossos esforços. SDA Bible Commentary, vol. 4, pág. 1.167.
Compare o instrumento humano sua vida com a de Cristo. … Imite o exemplo dAquele que viveu a lei de Jeová, que disse: “Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai.” João 15:10. Os que seguem a Cristo olharão continuamente à lei perfeita da liberdade, e pela graça que lhes é dada por Cristo, modelarão o caráter segundo as reivindicações divinas. The Youth’s Instructor, 13 de outubro de 1894.
15 de maio
Pág. 141
A Função do Batismo
Fomos, pois, sepultados com Ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Rom. 6:4.
Cristo tornou o batismo a entrada para o Seu reino espiritual. Fez disto uma positiva condição com que todos terão de ajustar-se para serem reconhecidos sob a autoridade do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Os que recebem a ordenança do batismo tornam público por isto mesmo que renunciaram o mundo, e se tornaram membros da real família, filhos do Rei celestial. …
Cristo torna imperativo aos que recebem esta ordenança, que se lembrem de que estão obrigados por solene concerto a viver para o Senhor. Devem usar para Ele todos os recursos que lhes foram confiados, jamais perdendo de vista a realidade de que levam o sinal de Deus de obediência ao sábado do quarto mandamento, que são súditos do reino de Cristo, participantes da natureza divina. Devem entregar a Deus tudo que têm e são, empregando todos os seus dons para Sua glória.
Os que são batizados no tríplice nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, à entrada mesmo de sua vida cristã declaram publicamente que aceitaram o convite: “Saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e Eu vos receberei; e serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso.” II Cor. 6:17 e 18. “Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus.” II Cor. 7:1.
Os que receberam a marca de Deus pelo batismo, acatem estas palavras, lembrando-se de que sobre eles o Senhor colocou a Sua assinatura, declarando-os filhos e filhas.
O Pai, o Filho e o Espírito Santo, poderes infinitos e oniscientes, recebem os que verdadeiramente entram em relação de concerto com Deus. Estão presentes em cada batismo, para receber os candidatos que renunciaram ao mundo e receberam a Cristo no templo da alma. Esses candidatos entraram para a família de Deus, e os seus nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.075.
16 de maio
Pág. 142
Não um Substituto para a Lei
E daí? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei e sim da graça? De modo nenhum! Rom. 6:15.
É engano de Satanás que a morte de Cristo trouxe a graça para tomar o lugar da lei. A morte de Jesus não mudou, não anulou, ou diminuiu no menor ponto a lei dos Dez Mandamentos. A preciosa graça oferecida aos homens mediante o sangue do Salvador, estabelece a lei de Deus. Desde a queda do homem, o governo moral de Deus e Sua graça são inseparáveis. Andam de mãos dadas em todas as dispensações. Review and Herald, 8 de março de 1881.
O evangelho do Novo Testamento não é a norma do Antigo Testamento rebaixada para favorecer o pecador e salvá-lo em seus pecados. Deus requer obediência de todos os Seus súditos, inteira obediência a todos os Seus mandamentos. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.072.
Jesus foi tentado em todos os pontos em que nós o somos, para que soubesse como socorrer os que são tentados. Sua vida é nosso exemplo. Ele mostra por Sua voluntária obediência que o homem pode guardar a lei de Deus, e que é a transgressão da lei, não a obediência a ela, que leva à escravidão. …
O homem, que desfigurou a imagem de Deus em sua alma por uma vida corrupta, não pode, mediante simples esforço, efetuar radical mudança em si mesmo. Ele precisa aceitar as provisões do evangelho; tem de reconciliar-se com Deus mediante obediência a Sua lei e fé em Jesus Cristo. Sua vida daí em diante precisa ser governada por um novo princípio. … Ele deve contemplar-se no espelho – a lei de Deus – identificar os defeitos em seu caráter moral, e abandonar os seus pecados, lavando as vestiduras do caráter no sangue do Cordeiro. …
A influência de uma esperança evangélica não levará o pecador a considerar a salvação de Cristo como uma questão de livre graça, ao mesmo tempo em que continua a viver transgredindo a lei de Deus. Quando a luz da verdade nasce em seu espírito e ele compreende plenamente as reivindicações de Deus e percebe a extensão de suas transgressões, reformará os seus caminhos, tornar-se-á leal a Deus mediante o fortalecimento obtido em seu Salvador, e levará uma vida nova e pura. Testimonies, vol. 4, pág. 295.
A obra do evangelho não é debilitar as reivindicações da santa lei de Deus, mas levar os homens ao ponto em que possam guardar os seus preceitos. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.073.
17 de maio
Pág. 143
Inclui Amor a Deus e ao Homem
Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Mat. 22:37 e 39.
Toda a obra da graça é um contínuo serviço de amor, de abnegação, de esforço com sacrifício. Durante cada hora da peregrinação de Cristo na Terra, o amor de Deus dEle brotava em irreprimíveis correntes. Todos quantos são possuídos de Seu espírito, hão de amar como Ele amou. O mesmo princípio que atuava em Cristo, há de atuar neles em todo o seu trato uns com os outros.
Esse amor é o testemunho de seu discipulado. … Quando os homens se ligam entre si, não pela força do interesse pessoal, mas pelo amor, mostram a operação de uma influência que é superior a toda influência humana. Onde existe esta unidade, é evidente que a imagem de Deus está sendo restaurada na humanidade, que foi implantada nova vida. Mostra que há na natureza divina poder para deter os sobrenaturais agentes do mal, e que a graça de Deus subjuga o egoísmo inerente ao coração natural. O Desejado de Todas as Nações, págs. 677 e 678.
Quando o eu está imerso em Cristo, o amor brota espontaneamente. A perfeição de caráter do cristão é alcançada quando o impulso de auxiliar e abençoar a outros brotar constantemente do íntimo – quando a luz do Céu encher o coração e for revelada no semblante.
Não é possível que o coração em que Cristo habita seja destituído de amor. Se amarmos a Deus, porque primeiro nos amou, amaremos a todos por quem Cristo morreu. Não podemos entrar em contato com a divindade, sem primeiro nos aproximarmos da humanidade; porque nAquele que Se assenta no trono do Universo a divindade e a humanidade estão combinadas. Unidos com Cristo, estamos unidos aos nossos semelhantes pelos áureos elos da cadeia do amor. Então a piedade e compaixão de Cristo serão manifestas em nossa vida. … Atender o indigente e o sofredor será tão natural para nós como o foi para Cristo fazer o bem. Parábolas de Jesus, págs. 384 e 385.
A lei de Deus requer que o homem ame a Deus sobre todas as coisas, e ao seu próximo como a si mesmo. Quando, pela graça de nosso Senhor Jesus Cristo, isto é perfeitamente realizado, estamos completos em Cristo. SDA Bible Commentary, vol. 5, pág. 1.097.
18 de maio
Pág. 144
Envolve a Edificação do Caráter
Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz. I Ped. 2:9.
A obediência às leis de Deus desenvolve no homem um belo caráter, em harmonia com tudo quanto é puro e santo e incontaminado. Na vida de um homem assim, patenteia-se a mensagem do evangelho de Cristo. Aceitando a misericórdia de Cristo e Sua cura do poder do pecado, ele é posto na devida relação para com Deus. Seu coração, purificado da vaidade e do egoísmo, enche-se do amor de Deus. Sua diária obediência à lei divina granjeia-lhe um caráter que lhe assegura a vida eterna no reino de Deus. Manuscrito 49, 1907.
Cristo, porém, não nos deu garantia alguma de que é fácil alcançar perfeição de caráter. Não se herda caráter perfeito e nobre. Não o recebemos por acaso. O caráter nobre é ganho por esforço individual mediante os méritos e a graça de Cristo. Deus dá os talentos e as faculdades mentais; nós formamos o caráter. É formado por combates árduos e relutantes com o próprio eu. As tendências herdadas devem ser banidas por um conflito após outro. Devemos esquadrinhar-nos detidamente e não permitir que permaneça traço algum incorreto. Parábolas de Jesus, pág. 331.
Mas a verdade não será verdade para o que não demonstra, pela elevação espiritual de seu caráter, um poder superior ao que o mundo pode dar, e uma influência que seja condizente, pelo seu caráter peculiar e sagrado, com a própria verdade. Aquele que for santificado pela verdade exercerá uma influência salvadora e vital sobre quantos entrem em contato com ele. Esta é a religião da Bíblia. Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, pág. 378.
Necessitamos constantemente de uma revelação nova de Cristo, de uma experiência diária que ser harmonize com os Seus ensinos. Estão ao nosso alcance resultados altos e santos. Deus deseja que façamos contínuos progressos na ciência e na virtude. Sua lei é um eco de Sua própria voz, fazendo a todos o convite: “Subi mais alto. Sede santos, mais santos ainda.” Cada dia podemos avançar no aperfeiçoamento do caráter cristão. A Ciência do Bom Viver, pág. 503.
19 de maio
Pág. 145
Demanda Pureza
Porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação. I Tess. 4:7.
A vida é dom de Deus. Nosso corpo nos foi dado para uso no serviço de Deus, e é Seu desejo que dele cuidemos e o prezemos. Estamos dotados de faculdades físicas e mentais. Nossos impulsos e paixões têm sua base no corpo e, por conseguinte, não deveis fazer coisa alguma que manche essa possessão entregue em confiança. Nosso corpo deve ser conservado nas melhores condições físicas possíveis, e sob as maiores influências espirituais, a fim de que possamos fazer o melhor uso dos nossos talentos. (I Cor. 6:13.)
Nosso corpo pertence a Deus. Pagou Ele o preço da redenção tanto para o corpo como para a alma. … Deus é o grande zelador do maquinismo humano. Ao cuidarmos do nosso corpo devemos cooperar com Ele. O amor de Deus é necessário à vida e à saúde. A fim de que tenhamos saúde perfeita nosso coração deve estar cheio de esperança, amor e alegria.
As paixões inferiores devem ser estritamente vigiadas. As faculdades perceptivas são mal empregadas, terrivelmente mal empregadas, quando se permite que as paixões corram desenfreadas. Quando se condescende com as paixões, em lugar de circular por todas as partes do corpo, aliviando assim o coração e purificando a mente, é o sangue atraído em quantidade excessiva para os órgãos internos. Como resultado vem a doença. Não pode o homem ser sadio até que o mal seja notado e corrigido.
“Mas o que se ajunta com o Senhor” – que está estreitamente ligado a Cristo no concerto da graça – “é um mesmo espírito. Fugi da prostituição.” I Cor. 6:17 e 18. Não vos de tenhais por um momento para arrazoar. Satanás se regozijaria ao ver-vos vencidos pela tentação. Não pareis para discutir o caso com vossa consciência enfraquecida. Desviai-vos do primeiro passo da transgressão.
Quisera que o exemplo de José fosse seguido por todos aqueles que alegam ser sábios, que se sentem capazes em sua própria força para desincumbir-se dos deveres da vida. O homem sábio não se deixará governar e dominar por seus apetites e paixões, mas os controlará e governará. Aproximar-se-á de Deus, esforçando-se para preparar mente e corpo para desempenhar-se a contento dos deveres da vida. … Satanás é o destruidor; Cristo o restaurador. Conselhos Sobre Saúde, págs. 41, 586-588.
20 de maio
Pág. 146
Encoraja a Semelhança com Cristo
Aquele que diz que permanece nEle, esse deve também andar assim como Ele andou. I João 2:6.
O evangelho tem de ser apresentado, não como uma teoria sem vida, mas como força viva para transformar a vida. Deus deseja que os que recebem Sua graça sejam testemunhas do poder da mesma. … Quer que Seus servos dêem testemunho de que, mediante Sua graça, podem os homens possuir caráter semelhante ao de Cristo e regozijar-se na certeza de Seu grande amor. Quer que testifiquemos de que Ele não pode ficar satisfeito, enquanto a raça humana não for reavida e reintegrada em seus santos privilégios de filhos e filhas de Deus. O Desejado de Todas as Nações, pág. 826.
O povo de Deus deve distinguir-se como um povo que se dedica inteiramente, de todo o coração, ao Seu serviço, não buscando honra para si mesmo, e lembrando-se de que por um concerto soleníssimo, se comprometeram a servir ao Senhor, e a Ele somente. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 286.
Deus requer de Seus filhos perfeição. Sua lei é um transcrito de Seu caráter, e é o padrão de todo caráter. Essa norma infinita é apresentada a todos, para que não haja má compreensão no tocante à espécie de homens que Deus quer ter para compor o Seu reino. A vida de Cristo na Terra foi uma expressão perfeita da lei de Deus, e quando os que professam ser Seus filhos receberem caráter semelhante ao de Cristo, obedecerão aos mandamentos de Deus. Então o Senhor pode contá-los com toda a confiança entre os que formarão a família do Céu. Trajados com as vestes gloriosas da justiça de Cristo, participarão da ceia do Rei. Têm o direito de associar-se com a multidão lavada no sangue. Parábolas de Jesus, pág. 315.
Tudo deve ser visto à luz do exemplo de Cristo. Ele é a verdade. Ele é a Luz verdadeira que alumia a todo o homem que vem ao mundo. Ouvi-Lhe as palavras, imitai-Lhe o exemplo de abnegação e sacrifício próprio, e buscai os méritos de Cristo para alcançar a glória de caráter que Ele possui para vos conceder. Os que seguem a Cristo não vivem para agradar a si mesmos. As normas humanas assemelham-se a hastes frágeis. A norma do Senhor é a perfeição de caráter. Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, págs. 419 e 420.
21 de maio
Pág. 147
De Todo o Coração
Hoje, o Senhor, teu Deus, te manda cumprir estes estatutos e juízos; guarda-os, pois, e cumpre-os de todo o teu coração e de toda a tua alma. Deut. 26:16.
No concerto de Deus com Seu povo nos tempos antigos, deram-se instruções para o fiel reconhecimento das graciosas e maravilhosas obras que Ele fizera por eles. Deus libertara o Seu povo Israel do cativeiro do Egito. Introduzira-o em sua própria terra, dando-lhe esplêndida herança e seguros lugares de habitação. E pediu-lhes o reconhecimento de Suas maravilhosas obras. Os primeiros frutos da terra deviam ser consagrados a Deus, sendo-Lhe devolvidos como oferta de gratidão, como reconhecimento de Sua bondade para com eles. …
Essas instruções, que o Senhor deu a Seu povo, expressam os princípios da lei do reino de Deus, e são tornados específicos, de modo que a mente do povo não seja deixada em ignorância e incerteza. Esses textos escriturísticos apresentam a permanente obrigação de todos aqueles a quem Deus tem abençoado com vida e saúde e vantagens em coisas temporais e espirituais. A mensagem não diminuiu de força com o passar do tempo. As reivindicações de Deus são tão obrigatórias agora, tão atuais em sua importância, como constantes e contínuos são os dons de Deus.
Para que ninguém se esquecesse dessas importantes instruções, Cristo repetiu-as com Sua própria voz. Ele convoca os Seus seguidores para uma vida de consagração e abnegação. Diz: “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, e tome a sua cruz e siga-Me.” Mat. 16:24. Isto significa exatamente aquilo que diz. Somente pela abnegação e o sacrifício próprio podemos mostrar que somos verdadeiros discípulos de Cristo.
Cristo considerou essencial lembrar a Seu povo que a obediência aos mandamentos de Deus é para o seu bem presente e futuro. Obediência produz bênção; desobediência, maldição. E mais, quando o Senhor de modo especial favorece o Seu povo, exorta-o publicamente a reconhecer Sua bondade. Desta maneira o Seu nome será glorificado, pois tal reconhecimento é um testemunho de que Suas palavras são fiéis e verdadeiras. “Alegrar-te-ás por todo o bem que o Senhor, teu Deus, te tem dado a ti e a tua casa.” Deut. 26:11. Manuscrito 67, 1907.
22 de maio
Pág. 148
Um Pacto Mútuo
Hoje, fizeste o Senhor declarar que te será por Deus, e que andarás nos Seus caminhos, e guardarás os Seus estatutos, e os Seus mandamentos, e os Seus juízos, e darás ouvidos à Sua voz. E o Senhor, hoje, te fez dizer que Lhe serás por povo Seu próprio, como te disse, e que guardarás todos os Seus mandamentos. Deut. 26:17 e 18.
Não deve haver contenção de nossa parte, de nossos serviços ou de nossos meios, se queremos cumprir nosso concerto com Deus. … O propósito de todos os mandamentos de Deus é revelar o dever do homem não somente a Deus, mas também ao seu próximo. Nesta avançada era da história do mundo, não devemos, em virtude do egoísmo do nosso coração, pôr em dúvida ou discutir o direito de Deus em fazer essas exigências, ou estaremos enganando-nos a nós mesmos e roubando a nossa alma as mais ricas bênçãos da graça de Deus. Coração, mente e alma devem ser imersos na vontade de Deus. Então o concerto, estruturado nos ditames da infinita sabedoria, e tornados obrigatórios pelo poder e autoridade do Rei dos reis e Senhor dos senhores, serão nosso prazer. … É suficiente haver Ele dito que a obediência a Seus estatutos e leis é a vida e prosperidade de Seu povo.
As bênçãos do concerto são mútuas. … Deus aceita os que se dispõem a trabalhar pela glória do Seu nome, a tornar o Seu nome um louvor num mundo de apostasia e idolatria. Ele será exaltado pelo Seu povo guardador dos Seus mandamentos, para que possa torná-los “em louvor, renome e glória sobre todas as nações”. Deut. 26:19.
Por nosso voto batismal proclamamos e solenemente confessamos o Senhor Jeová como nosso Governante. Virtualmente fazemos um solene juramento, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, de que daí em diante nossa vida será imersa na vida dessas três grandes Personalidades, de modo que a vida que devemos viver na carne seja vivida em fiel obediência à sagrada lei de Deus. Declaramo-nos a nós mesmos mortos, e nossa vida escondida com Cristo em Deus, assim que a partir daí andemos com Ele em novidade de vida, como homens e mulheres que têm experimentado o novo nascimento. Reconhecemos o concerto de Deus conosco, e empenhamo-nos em buscar as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à mão direita de Deus. Por nossa profissão de fé reconhecemos o Senhor como nosso Deus, e entregamo-nos à obediência aos Seus mandamentos. Manuscrito 67, 1907.
23 de maio
Pág. 149
Bênçãos do Concerto
Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. Luc. 6:38.
Deus abençoa a obra das mãos dos homens, para que eles possam devolver-Lhe Sua porção. Dá-lhes a luz do Sol e a chuva; faz que a vegetação brote; dá saúde e habilidade para a aquisição de meios. Todas as bênçãos vêm de Suas pródigas mãos, e Ele deseja que homens e mulheres mostrem gratidão devolvendo-Lhe uma parte em dízimos e ofertas – em ofertas de gratidão, ofertas voluntárias e ofertas pelo pecado. … Devem revelar interesse altruísta na edificação de Sua obra em todas as partes do mundo. Profetas e Reis, págs. 707 e 708.
Na grande obra de advertir o mundo, os que têm a verdade no coração, e são santificados pela verdade, desempenharão a parte que lhes foi designada. Serão fiéis na devolução dos dízimos e ofertas. Todo membro da igreja é obrigado pela relação de concerto com Deus a se privar de todo extravagante dispêndio de meios. Não permitamos que a falta de economia na vida doméstica nos torne incapazes de desempenhar nossa parte no fortalecimento da obra já estabelecida, e na penetração de novos territórios.
Rogo aos meus irmãos e irmãs de todo o mundo que despertem quanto à responsabilidade que sobre eles recai de devolver fielmente o dízimo. … Mantende conta fiel com vosso Criador. …
Aquele que deu Seu Filho unigênito para morrer por vós, fez um concerto convosco. Ele vos dá Sua bênção e em troca espera que Lhe tragais vossos dízimos e ofertas. … Roga Deus a Seus agentes humanos que sejam fiéis ao pacto que com eles fez. “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro”, diz Ele, “para que haja mantimento na Minha casa.” Mal. 3:10. Conselhos Sobre Mordomia, págs. 74 e 75.
Quão grande foi a dádiva de Deus ao homem, e como Lhe aprouve fazê-la! Com liberalidade que jamais poderá ser excedida, Ele deu, para salvar os rebeldes filhos dos homens e fazer-lhes ver o Seu propósito e discernir o Seu amor. Demonstrareis, pelas vossas dádivas e ofertas, que não considerais coisa alguma boa demais para dar Àquele que “deu o Seu Filho unigênito”? João 3:16. Conselhos Sobre Mordomia, pág. 19.
24 de maio
Pág. 150
Ratificado Pelo Sangue de Cristo
Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha. I Cor. 11:26.
Ao estabelecer o rito sacramental para substituir a Páscoa, Cristo deixou para a igreja um memorial de Seu grande sacrifício em prol do homem. “Fazei isto”, disse Ele, “em memória de Mim.” Era esse o ponto de transição entre duas dispensações e suas duas grandes festas. Uma iria terminar para sempre; a outra, que Ele acabava de estabelecer, iria substituí-la, e continuar através dos séculos como o memorial de Sua morte.
Neste último ato de Cristo, participando com Seus discípulos do pão e do vinho, Ele Se hipotecou como Redentor deles por meio de um novo concerto, em que estava escrito e selado que a todos quantos receberem a Cristo pela fé, serão conferidas todas as bênçãos que o Céu pode prover, tanto nesta vida quanto na futura vida imortal. Este instrumento de concerto teria que ser ratificado pelo próprio sangue de Cristo, que as antigas ofertas sacrificais tinham por finalidade manter na lembrança de Seu povo escolhido. Cristo tencionava que essa ceia fosse comemorada freqüentemente, a fim de trazer-nos à lembrança o Seu sacrifício de dar a Sua vida pela remissão dos pecados de todos quantos nEle crêem e O recebem. Evangelismo, págs. 273 e 276.
Por ocasião da morte do Salvador as potências das trevas pareciam prevalecer, e exultaram em sua vitória. Do fendido sepulcro de José, porém, saiu Jesus vitorioso. O Desejado do Todas as Nações, pág. 165.
Jesus recusou receber a homenagem de Seu povo até haver obtido a certeza de estar Seu sacrifício aceito pelo Pai. Subiu às cortes celestiais, e ouviu do próprio Deus a afirmação de que Sua expiação pelos pecados dos homens fora ampla, de que por meio de Seu sangue todos poderiam obter a vida eterna. O Pai ratificou o concerto feito com Cristo, de que receberia os homens arrependidos e obedientes, e os amaria mesmo como ama a Seu Filho. Cristo devia completar Sua obra, e cumprir Sua promessa de que “o varão será mais precioso que o ouro, e o homem sê-lo-á mais que o ouro acrisolado”. Isa. 13:12, Trad. Figueiredo. O Desejado de Todas as Nações, pág. 790.
25 de maio
Pág. 151
Confirmado Pela Expiação de Cristo
No qual temos a redenção, pelo Seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da Sua graça. Efés. 1:7.
Cristo sobre a cruz não só leva os homens ao arrependimento para com Deus, pela transgressão de Sua lei (pois a quem Deus perdoa Ele primeiro faz penitente), mas Cristo satisfez a justiça; ofereceu-Se a Si mesmo como expiação. Seu sangue em borbotões, Seu corpo dilacerado, satisfazem as reivindicações da lei transgredida, e assim Ele põe uma ponte através do abismo que o pecado produziu. Sofreu na carne para que, mediante Seu corpo ferido e quebrantado, pudesse cobrir o indefeso pecador. A vitória alcançada quando morreu no Calvário, derrubou para sempre o poder acusador de Satanás sobre o Universo e silenciaram suas afirmações de que a abnegação era impossível a Deus e portanto não necessária à família humana. Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 341.
Cristo era sem pecado, de outro modo Sua vida na carne e Sua morte na cruz não seriam de mais valor do que a de qualquer outro homem, no que respeita a prover graça para o pecador. Conquanto Ele houvesse tomado sobre Si a humanidade, era uma vida em íntima associação com a Divindade. Podia entregar Sua vida como sacerdote e como vítima. … Ele Se ofereceu sem mancha a Deus.
A expiação de Cristo selou para sempre o concerto eterno de graça. Foi o cumprimento de toda condição sobre que Deus sustentou a franca comunicação de graça à família humana. Foi derribada toda barreira que impedia o mais completo exercício da graça, misericórdia, paz e amor à muito culpada raça de Adão. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 933.
Nos tribunais do Céu, Cristo está a interceder por Sua igreja – advogando a causa daqueles cujo preço de redenção Ele pagou com o Seu próprio sangue. Séculos e eras nunca poderão diminuir a eficácia de Seu sacrifício expiatório. Nem a morte, nem a vida, altura ou profundidade, nada nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus; não porque a Ele nos apeguemos com firmeza, mas porque Ele nos segura com Sua forte mão. Se nossa salvação dependesse de nossos próprios esforços não nos poderíamos salvar; mas ela depende de Alguém que está por trás de todas as promessas. Nosso apego a Ele pode ser débil, mas Seu amor é como de um irmão mais velho; enquanto nos mantivermos em união com Ele, ninguém nos pode arrancar de Sua mão. Atos dos Apóstolos, págs. 552 e 553.
26 de maio
Pág. 152
Cristo, o Mediador
Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus. Heb. 9:24.
O pecado de Adão e Eva provocou terrível separação entre Deus e o homem. E Cristo Se interpõe entre o homem caído e Deus, e diz ao homem: “Você ainda pode vir ao Pai; há um plano elaborado, pelo qual Deus pode ser reconciliado com o homem, e o homem com Deus. Por meio de um Mediador, você pode aproximar-se de Deus.” E agora Ele permanece como Mediador por vós. É o grande sumo sacerdote que está pleiteando em vosso favor; e deveis vir e apresentar o vosso caso ao Pai por meio de Jesus Cristo. Assim podeis achar acesso a Deus. Testimonies, vol. 2, pág. 591.
Cristo Jesus é apresentado como estando continuamente junto ao altar, oferecendo a cada momento sacrifício pelos pecados do mundo. Ele é ministro do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, não o homem. As sombras típicas do tabernáculo judaico não possui mais qualquer virtude. Uma expiação típica diária e anual não mais deve ser feita, mas o sacrifício expiatório através de um mediador é essencial, por causa da prática constante do pecado. Jesus está oficiando na presença de Deus, oferecendo o Seu sangue derramado, como tendo sido um cordeiro morto. …
Os serviços religiosos, as orações, o louvor, a confissão penitente dos pecados, sobem dos verdadeiros crentes como incenso para o santuário celestial; mas ao passar pelos corruptos canais da humanidade ficam tão poluídos que, a menos que purificados pelo sangue, jamais podem ser de valor perante Deus. … Todo incenso dos tabernáculos terrestres deve estar misturado com as gotas purificadoras do sangue de Cristo. Ele segura diante do Pai o incensário dos Seus méritos, no qual não há mancha de corrupção terrena. Ele acolhe em Seu incensário as orações, o louvor, as confissões de Seu povo, e com isto mistura a Sua própria imaculada justiça. Então, perfumado com os méritos da propiciação de Cristo, o incenso sobe perante Deus completa e plenamente aceitável. …
Oh, que todos possam ver que o flamante fogo da justiça de Cristo tudo deve ser posto em obediência, em penitência, em louvor e agradecimento. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.077.
27 de maio
Pág. 153
O Sangue do Concerto
Ora, o Deus da paz, que tornou a trazer dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor, o grande Pastor das ovelhas, pelo sangue da eterna aliança. Heb. 13:20.
Para muitos tem sido um mistério por que tantas ofertas sacrificais eram requeridas na velha dispensação, por que tantas vítimas sangrentas eram levadas ao altar. Mas a grande verdade que era mantida perante os homens, e impressa na mente e no coração era esta: “Sem derramamento de sangue, não há remissão.” Heb. 9:22. Em cada sacrifício cruel estava tipificado “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. João 1:29.
Foi Cristo mesmo o originador do sistema judaico de culto, pelo qual, mediante tipos e símbolos, as coisas espirituais e celestiais eram vistas na forma de sombras. Muitos esqueceram o verdadeiro significado dessas ofertas; e a grande verdade de que somente por meio de Cristo há perdão do pecado, ficou perdida pela eles. A multiplicação de ofertas sacrificais, o sangue de novilhos e bodes, não podia tirar o pecado.
Havia uma lição incorporada em cada sacrifício, impressa em cada cerimônia, solenemente pregada pelo sacerdote em seu santo ofício, e inculcada pelo próprio Deus – que somente pelo sangue de Cristo há perdão de pecados. SDA Bible Commentary, vol. 7, págs. 932 e 933.
Antigamente os crentes eram salvos pelo mesmo Salvador de agora, mas Ele era um Deus velado. Eles viam a misericórdia de Deus em figuras. … O sacrifício de Cristo é o glorioso cumprimento de todo o sistema judaico. … Quando, como oferta sem pecado, Cristo pendeu a cabeça e morreu; quando pela invisível e todo-poderosa mão o véu do templo rompeu-se em dois, um novo e vivo caminho foi aberto. Todos podem agora aproximar-se de Deus pelos méritos de Cristo. É porque o véu foi rasgado que os homens podem aproximar-se de Deus. Não precisam depender de sacerdote ou de cerimonial de sacrifícios. A todos é dada a liberdade de ir diretamente a Deus por meio de um Salvador pessoal. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 932.
Toda a mente, toda a alma, todo o coração, e toda a força, foram comprados pelo sangue do Filho de Deus. Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, pág. 130.
28 de maio
Pág. 154
O Concerto e o Sábado
Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre Mim e os filhos de Israel é sinal para sempre. Êxo. 31:16 e 17.
Ao livrar o Senhor, do Egito, o Seu povo Israel, e confiar-lhes Sua lei, ensinou-lhes que, pela observância do sábado, deveriam distinguir-se dos idólatras. …
Assim como o sábado foi o sinal que distinguiu Israel quando saiu do Egito para entrar em Canaã, é, também, o sinal que deve distinguir o povo de Deus que sai do mundo para entrar no repouso celestial. O sábado é um sinal de afinidade entre Deus e o Seu povo, sinal de que este honra Sua lei. É o distintivo entre os fiéis súditos de Deus e os transgressores. … Dado ao mundo como o sinal do Criador, o sábado é também o sinal de Deus como nosso Santificador. O Poder que criou todas as coisas é o que torna a restaurar a alma à Sua própria semelhança. Para os que guardam o sábado, esse dia é o sinal da santificação. A verdadeira santificação consiste na harmonia com Deus, na imitação de Seu caráter. Essa harmonia e semelhança são alcançadas pela obediência aos princípios que são a transcrição de Seu caráter. E o sábado é o sinal da obediência. Aquele que de coração obedecer ao quarto mandamento, obedecerá toda a lei. Será santificado pela obediência.
A nós, como a Israel, o sábado é dado “em concerto perpétuo”. Êxo. 31:16. Para os que reverenciam o Seu santo dia, o sábado é um sinal de que Deus os reconhece como Seu povo eleito, o penhor de que cumprirá para com eles Seu concerto. Qualquer alma que aceitar esse sinal do governo de Deus, coloca-se a si mesma sob o concerto divino e perpétuo. Liga-se assim à áurea cadeia da obediência, cada elo da qual representa uma promessa.
De todos os dez preceitos, só o quarto contém o selo do grande Legislador, Criador dos céus e da Terra. Os que obedecem aos Seus mandamentos tomam-Lhe o nome, e todas as bênçãos que esse nome implica lhes serão garantidas.
O sábado não perdeu nada de sua significação. É ainda o sinal entre Deus e Seu povo, e sê-lo-á para sempre. Testemunhos Seletos, vol. 3, págs. 16, 17 e 287.
29 de maio
Pág. 155
Eterno Compromisso de Deus
Lembra-Se perpetuamente da Sua aliança, da palavra que empenhou para mil gerações. Sal. 105:8.
Deus sustenta toda promessa que fez. Com a Bíblia na mão, dizei: “Fiz como disseste. Apresento a Tua promessa: Pedi, ‘e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á’.” Mat. 7:7. …
O arco-íris ao redor do trono é uma garantia de que Deus é fiel; de que nEle não há mudança nem sombra alguma de variação. Pecamos contra Ele e somos imerecedores de Seu favor; contudo Ele próprio nos pôs nos lábios aquela tão maravilhosa súplica: “Não nos rejeites por amor do Teu nome; não abatas o trono da Tua glória; lembra-Te, e não anules o Teu concerto conosco.” Jer. 14:21. Ele próprio Se obrigou a atender ao nosso clamor, quando nos chegamos a Ele confessando nossa indignidade e pecado. A honra de Seu trono está posta como penhor do cumprimento de Sua palavra a nós. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 213.
A todos os que se oferecem ao Senhor para serviço, sem nada reter para si, é concedido poder para atingir imensuráveis resultados. Serviço Cristão, pág. 257.
O Senhor está ligado a um compromisso eterno de suprir poder e graça a todos que são santificados pela obediência à verdade. Testimonies, vol. 7, pág. 31.
Neemias se introduziu na presença do Rei dos reis, e teve do seu lado um poder capaz de mudar os corações como são desviados os cursos de água. [Nee. caps. 1 e 2.]
Orar como Neemias orou nessa hora de necessidade é um recurso à disposição do cristão, em circunstâncias em que outras formas de oração podem ser impossíveis. Os que labutam nas absorventes atividades da vida, assoberbados e quase subjugados pelas perplexidades, podem enviar uma petição a Deus, suplicando guia divina. … Em tempos de súbita dificuldade ou perigo, o coração pode enviar seu grito de socorro a Alguém que Se comprometeu a vir em auxílio de Seus fiéis e crentes, quando quer que chamem por Ele. Sob todas as circunstâncias, em cada condição, a alma carregada de dor e cuidado, ou ferozmente assaltada pela tentação, pode encontrar segurança, sustento e socorro no infalível amor e poder de um Deus que guarda o concerto. Profetas e Reis, págs. 631 e 632.
30 de maio
Pág. 156
Perpétuo e Inalterável
Vinde, e unamo-nos ao Senhor, em aliança eterna que jamais será esquecida. Jer. 50:5.
Um concerto é um acordo pelo qual as partes assumem compromissos em relação mútua de obedecerem a certas condições. Assim o instrumento humano entra em acordo com Deus de aceitar as condições específicas em Sua Palavra. Sua conduta mostra se está ou não respeitando essas condições.
O homem ganha tudo em obedecer ao Deus que guarda o concerto. Os atributos de Deus são comunicados ao homem, habilitando-o a exercer misericórdia e compaixão. O concerto de Deus assegura-nos o seu caráter imutável. Precisamos conhecer por nós mesmos quais são as Suas reivindicações e a nossa obrigação. Os termos do concerto são: “Amarás ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento e ao teu próximo como a ti mesmo.” Essas são as condições de vida. “Faze isso”, disse Cristo, “e viverás”. Luc. 10:27 e 28. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 932.
A lei de Deus foi escrita com Seu próprio dedo em tábuas de pedra, assim mostrando que ela não podia nunca ser mudada ou anulada. Deve ser conservada através dos séculos da eternidade tão imutável como os princípios de Seu governo. …. Cristo deu a vida a fim de tornar possível ao homem o ser restaurado à imagem de Deus. É o poder de Sua oração que une os homens na obediência da verdade. Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, págs. 248 e 249.
Irmãos, apegai-vos ao Senhor Deus dos exércitos. Seja Ele o vosso temor e seja Ele o vosso pavor. … Tempos trabalhosos estão perante nós, mas se nos mantivermos unidos por meio de laços cristãos, sem que ninguém lute pela supremacia, Deus agirá poderosamente em nosso favor. …
Ele conhece cada uma das nossas necessidades. Tem todo o poder. Pode conceder aos Seus servos a medida da eficiência que a sua necessidade requer. Seu amor e compaixão infinitos não se cansam jamais. À majestade e onipotência alia Ele a bondade e a compaixão de terno pastor. Não precisamos nutrir o temor de que não cumprirá Suas promessas. Ele é a verdade eterna. Jamais modificará o concerto feito com aqueles que O amam. As promessas que fez à igreja são inquebrantáveis. Dela fará um ornamento eterno, um motivo de júbilo para muitas gerações. Testemunhos Seletos, vol. 3, págs. 221 e 222.
31 de maio
Pág. 157
O Símbolo do Concerto
Disse Deus: Este é o sinal da Minha aliança que faço entre Mim e vós e entre todos os seres viventes que estão convosco, para perpétuas gerações. Porei nas nuvens o Meu arco; será por sinal da aliança entre Mim e a Terra. Gên. 9:12 e 13.
Que compaixão pelo homem transviado, colocar o belo e diversificado arco-íris nas nuvens, como sinal do concerto do grande Deus com o homem! … Era Seu desígnio que ao verem os filhos das gerações futuras o arco nas nuvens… seus pais lhes explicassem a destruição do mundo por um dilúvio, porque o povo se entregara a toda sorte de impiedade, e que as mãos do Altíssimo haviam curvado o arco e o posto nas nuvens, como sinal de que jamais traria novo dilúvio de águas sobre a Terra. Este símbolo nas nuvens devia estabelecer sua confiança em Deus, pois era sinal de divina bondade e misericórdia para com o homem. …
Um arco-íris é representado no Céu ao redor do trono, também sobre a cabeça de Cristo, como símbolo da misericórdia de Deus envolvendo a Terra. Quando o homem, por sua grande impiedade, provoca a ira de Deus, Cristo, intercessor do homem, suplica por ele, e aponta para o arco-íris na nuvem, como evidência da grande misericórdia e compaixão de Deus pelo homem transviado. Spiritual Gifts, vol. 3, págs. 74 e 75.
Anjos se regozijam ante a contemplação deste precioso sinal do amor de Deus  para com o homem. O Redentor do mundo olha para ele; pois foi por meio de Seu auxílio que este arco foi feito visível nas nuvens do céu, como sinal ou concerto de promessa ao homem. O próprio Deus olha para o arco nas nuvens, e lembra do eterno concerto entre Si e o homem. … Ao contemplarmos o belo cenário, podemos regozijar-nos em Deus, certos de que Ele mesmo está olhando para este sinal do Seu concerto, e que olhando-o, lembra-Se de Seus filhos terrenos, a quem ele foi dado. Sua aflições, perigos e provas, não Lhe são desconhecidos. Podemos regozijar-nos na esperança, pois o arco do concerto de Deus está sobre nós. Ele jamais esquecerá os filhos do Seu cuidado. SDA Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.091.

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 6 – Descanso em Cristo – 2º trimestre, 30 de abril a 7 de maio de 2016

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 5 – A guerra visível e a invisível – 2º trimestre, 23 a 30 de abril de 2016

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 4 – Fé e cura – 2º trimestre, 16 a 23 de abril de 2016

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 2 – Início do ministério de Cristo – 2º trimestre, 2 a 9 de abril de 2016

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Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 1 – Filho de Davi – 2º trimestre, 26 de março a 2 de abril de 2016

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