Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 12 – Morte e Ressurreição – 3º Trimestre – 13 a 20 de setembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videiraclique aqui.

Para a Meditação de hoje, clique aqui.

Para as antigas Meditações de Ellen White, clique aqui.

 ________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 11 – Sábado. 3º Trimestre – 6 a 13 de setembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videiraclique aqui.

Para a Meditação de hoje, clique aqui.

Para as antigas Meditações de Ellen White, clique aqui.

________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________

Meditação Matinal – Meditações Diárias – Ligado na Videira – setembro 2014 – Amin Rodor – Encontros com Deus

1º de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Cuidando dos irmãos mais novos – Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações. Mateus 28:19
Você já observou a quantidade de pessoas que entram para a igreja e, em pouco tempo, desaparecem completamente? Isso o incomoda? Deveria. Há irmãos que chegaram, estiveram pouquíssimo tempo entre nós e sumiram sem deixar qualquer vestígio na igreja. Não foram objeto de nosso interesse.
É claro que o processo de evangelismo tem muito a ver com esse índice de “mortalidade infantil” de novos cristãos. Quando nossa preocupação dominante é batizar para alcançar alvos ou tem a ver com “números”, isso revela que estamos realmente preocupados conosco mesmos, e não com o destino eterno das pessoas. Roy Allan Anderson, um dos grandes evangelistas adventistas, observou que, em última análise, o que conta “não é quantos entram no tanque batismal, mas quantos entram pelos portões do reino de Deus”. O processo evangelístico manipulativo que pressiona pessoas a aceitar o batismo como um vendedor de carros faz com um comprador em potencial condiciona a apostasia precoce.
O processo evangelístico não pode entender seu alvo meramente em termos de “uma resposta ao apelo”, “vir à frente” ou “ser batizado”. O alvo do evangelismo não é alcançar decisões, mas fazer discípulos. O propósito bíblico da pregação é ajudar os candidatos ao reino a entender o significado e as implicações de ser um membro do corpo de Cristo. Se o batismo esgota todo o projeto evangelístico, estamos prostituindo o pleno significado da grande comissão (Mateus 28:19 e 20).
Contudo, como membro da igreja local, você tem uma parte em cimentar a decisão dos novos conversos. Aprenda a assimilar os que estão entrando para a igreja, e faça-os se sentirem parte da família de Deus. Segundo pesquisadores, cada novo membro deveria se identificar com pelo menos cinco amigos na igreja, nos primeiros seis meses de sua nova experiência. Esse período é crucial. Se eles não se sentirem imediatamente membros do corpo, desanimarão. Irão voltar para suas velhas amizades. Seja um mentor espiritual. Ajude os novos membros a se tornar discípulos de Cristo, a descobrir os dons recebidos e a utilizá-los. Ore com eles e por eles. Estimule-os para o desenvolvimento missionário. Adote-os. Estude com eles, fortaleça-os na fé. Se possível, convide-os para uma refeição em sua casa. Você será o maior beneficiado. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
2 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Somente para líderes – Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, [...] e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor. Filipenses 2:10-11
Nossa reflexão de hoje não exclui ninguém. É inclusiva. Todos nós, no lar, no trabalho ou na igreja, exercemos bem ou mal a “função” da liderança. Todos somos líderes. Liderança não tem a ver com “posição”, cargos ou títulos, mas com a “função”. Liderança tem que ver com o serviço que prestamos a outros. Ela está mais relacionada com a influência que é exercida do que com assentar-se em cadeiras de couro ou ostentar títulos pomposos.
Henry Ross Perot, empresário do Texas, foi candidato à presidência dos Estados Unidos em 1992 e 1996. Perot era candidato independente. Em debates, Bill Clinton e George Bush, seus oponentes, o acusavam de não ter “experiência”. Com sarcasmo, Perot ironizava: “Vocês estão corretos. Não tenho nenhuma experiência nos becos sem saída criados pelo governo, pelos quais ninguém assume responsabilidade por nada, e todos acusam a todos. Não tenho experiência em criar o pior sistema de escola pública e a sociedade mais violenta do mundo industrializado. Não tenho qualquer experiência em administrar uma dívida pública de trilhões de dólares. Não tenho qualquer experiência em gastar dez anos para resolver problemas de dez minutos”. Então acrescentava: “Mas tenho muita experiência em realizar e ter as coisas feitas”.
Perot tinha a história ao seu lado. Brilhante empresário realizador, é um dos homens mais ricos da América. Um livro foi publicado sobre sua ação quando, em 1978, pessoalmente resgatou dois de seus funcionários que haviam sido feitos reféns em Teerã, no Irã, liderando um grupo pequeno de voluntários treinados para a ação. Perot é um extraordinário líder, que não tem experiência em fazer alardes políticos, mas que está acostumado a agir. O teste da liderança não é prometer, mas fazer.
Jesus é o supremo exemplo de verdadeira liderança. Sem utilizar marketing, propaganda, “vitrines”, “conchavos” e “promessas de campanha”, realizou a maior operação de resgate do Universo e exerce influência incomparável sobre milhões. Segundo uma clássica definição de liderança, “quando a simples lembrança de um homem é suficiente para levar-nos a dar o melhor de nós, estamos diante de um grande líder”. Então, Jesus é insuperável. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
3 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Impressionar ou influenciar? – E quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos. Mateus 20:27-28
Você é um líder em sua igreja? O que isso significa? Você pensa em liderança em termos de um cargo? Você já viu em algum jornal, na seção de classificados, o seguinte anúncio: “Procuram-se líderes”? Claro que não. Os classificados procuram médicos, carpinteiros, enfermeiras, pedreiros ou cozinheiras. A lista é infindável. Mas não existe anúncio procurando líderes. Por quê? Porque liderança não é um título, mas uma função. A ironia é que, no fundo, todos os anúncios de empregos estão procurando nada menos que líderes em diferentes áreas.
Muitos pensam em liderança em termos da habilidade de alcançar uma posição. Portanto, vivem permanentemente em busca de status, de cargos de chefia ou títulos. Pensam que uma vez lá, isso faz deles líderes. Uma coisa que os líderes em qualquer posição devem decidir é se desejam impressionar ou influenciar. Se você quer apenas impressionar, então títulos, símbolos exteriores de poder e posição podem lhe satisfazer. Mas essa é uma forma muito pobre de se viver. Influenciar, do ponto de vista cristão, é a impressão positiva que se faz baseada no serviço. E você pode influenciar sem ter qualquer título.
Dentre os tópicos de nossas fixações, o poder é um dos mais fortes. Pensamos que ele nos tornará importantes. Junto ao poder estão os seus “primos” sucesso e fama, que pensamos nos farão seguros e felizes. É necessário, contudo, que nossos ideais sejam reorientados, mudando nosso paradigma. Precisamos deixar de olhar a cultura secular, para focalizar nAquele que em Sua breve visita ao planeta Terra marcou para sempre a vida de milhões de pessoas. Seu estilo solidário de vida e serviço revolucionou para sempre nossa percepção de grandeza. Em apenas três anos e meio, Jesus Cristo encarnou os princípios vitais de liderança que transcendem tempo, espaço e cultura.
Jesus observou que o poder baseado em cargos é filosofia pagã (v. 25). Lembre-se: não há segurança nesse tipo de poder, porque ele é um atributo do tempo e das circunstâncias. Com o tempo, mudam as circunstâncias, e o poder é afinal subvertido. Você será tão forte e tão grande como aquilo pelo que você se ergue. Viva hoje para servir, ajudar e influenciar as pessoas na direção de Cristo e de Seu reino. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
4 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
O líder perfeito – Responderam eles: Jamais alguém falou como este homem. João 7:46
Qual teria sido o maior líder de todos os tempos? Por todos os critérios de avaliação, Jesus Cristo reina supremo. Seu estilo de liderança encarnou todas as virtudes e nenhum defeito. Muitos livros publicados nos últimos anos focalizam, de forma analítica, Seus surpreendentes métodos. Jesus viveu menos de 34 anos. Suas atividades públicas não excederam a três anos e meio. Cercou-se de um pequeno grupo de seguidores, nenhum deles cujo nome merecesse um lugar na história.
Contudo, pouco depois de Sua morte, o movimento que Ele iniciara se expandiu grandemente, chegando a alcançar pessoas improváveis. Em alguns séculos, o império que O crucificara curvou-se aos Seus pés. Após dois mil anos, Seus seguidores somam mais de um bilhão de pessoas, e a cada ano milhões de novos cristãos são acrescentados. A organização que Ele fundou, a igreja, possuiu ramificações em todas as partes do mundo, sem qualquer sinal de decadência. Jesus inspirou tamanho grau de lealdade em Seus seguidores que o poder de sacrifício de milhões deles é incalculável.
Que métodos de liderança Ele adotou? Aqueles que consideram Jesus irrelevante para a vida moderna estão mortalmente enganados. Quem, além dEle, conseguiu produzir impacto tão permanente? Muitos executivos estão persuadidos de que os princípios de Jesus podem ser aplicados em qualquer área da vida: no escritório, na escola, na fábrica ou nos negócios. Considere Seu estilo: Jesus Cristo foi um grande planejador. Estava preparado. Escolheu Seus colaboradores cuidadosamente. Para preencher um cargo-chave, eliminou todos os obstáculos e alistou Saulo de Tarso. Ensinou e treinou. Foi absolutamente íntegro. Enfrentou a corrupção imediatamente. Nunca prometeu o que não poderia cumprir. Foi humilde. Soube valorizar a colaboração. Demonstrava prontidão em Suas respostas. Sabia como repreender. Desencorajou a bajulação e as disputas internas por posições. Foi um servo. Não vivia ansioso. Evitou a arrogância ou a megalomania. Era justo e imparcial. Aceitou os riscos de Sua missão. Cuidou das crianças e dos fracos. Deixou que os resultados falassem por Ele. Era inspirador. Nunca tentou servir a dois senhores. Imite-O em Sua vida e atividades, e você ficará surpreso com os resultados. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
5 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
O líder modelo – Assim como Tu Me enviaste ao mundo, também Eu os enviei ao mundo. João 17:18
O legado de Jesus Cristo como líder constitui uma inspiração para todos, e Seu estilo de liderança deve ser colocado em prática por todos Seus seguidores. Ele foi o líder modelo: o mais revolucionário, capaz, solidário, dedicado e eficiente. Trabalhou com um grupo pouco promissor de “associados”, mas, apesar de severas disfunções, saíram para realizar com sucesso a tarefa para a qual Ele os havia treinado. E eles fizeram isso por uma razão básica: estar com Ele outra vez. Jesus os cativara.
Jesus apresenta dois aspectos decisivos em Seu perfil de líder. Primeiro, Ele triunfou sobre a grande tentação de usar Seus dons para benefício próprio. No deserto, Satanás ofereceu-Lhe várias “oportunidades de negócios”. Embora relacionadas com Seus dons, elas não estavam relacionadas com Sua missão. Seus dons foram usados para servir e ministrar aos outros. Ali estava alguém dotado com poder ilimitado. Ele poderia ter feito literalmente qualquer coisa. Contudo, não construiu nenhum templo nem sinagoga. Não se valeu de “vitrines”. Não entrou em nenhuma aventura comercial que poderia ter financiado Seu projeto. Sua missão era específica, e Ele Se manteve radicalmente fiel a ela.
Segundo, Jesus legou-nos o exemplo de Seu imperturbável contato com o “Chefe”. É claro que os líderes devem ouvir as pessoas e circunstâncias. Contudo, em primeiro lugar, devem definir quem é o “chefe”. Para muitos, o chefe é o espelho. Para outros, é o “cliente”. Jesus, em Sua encarnação, sabia quem era Seu “Chefe”. Encontrava-Se com Ele diariamente para alinhar Sua agenda e desempenho. Esse compromisso era inegociável. Nada o interrompia.
E você, já passou pelo “deserto da tentação” para definir como usar seus dons em uma liderança eficaz? Que palavras positivas melhor descreveriam você? Quem você é no dia a dia? Uma ponte? Um tijolo? Uma alavanca? Uma lâmpada? Uma chave? Você sabe quem é o “Chefe”? Tem tempo para Ele? Líderes necessitam desse encontro vital. O “Chefe” pode oferecer uma “vista aérea” das coisas, que tornará sua missão mais efetiva. Se você de fato reconhece que Deus ocupa esse lugar, irá se comunicar com Ele consistentemente para ouvir conselhos e reorientar suas prioridades. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
6 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
O poder e as pessoas – 1 – Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Não é assim entre vós. Mateus 20:25-26
Pergunte a executivos e a pessoas que disputam ou ocupam posições de poder, e eles negarão ter interesse no poder em si. Muitos dirão que gostam de “assumir responsabilidade” ou de “partilhar suas qualidades de liderança”. Diversos políticos gostam de referir-se ao seu interesse em “educação”, “bem-estar social”, “saúde”, “responsabilidade fiscal”, mas poder? Nunca. Contudo, é do poder que eles costumam gostar. Alguns, como Lloyd Blankfein, um executivo norte-americano, insistem que estão apenas “fazendo a obra de Deus”.
Mauk Mulder, psicólogo holandês, procurou entender o que orienta a busca masculina por posições. Ele analisou ainda a atitude dos homens quanto à “negação do poder”. Suas descobertas foram utilizadas por Frans de Waal, renomado estudioso dos primatas, em seu livro Chimpanzee Politics
(A Política dos Chimpanzés). Para ele, os homens, como os chimpanzés machos, são parecidos na luta para chegar ao “topo” ou ser o “macho alfa”. Mas os chimpanzés, claro, não precisam preencher formulários nem dar entrevistas; por isso, não precisam mentir acerca de seus motivos. Para Waal, a luta humana por poder é uma razão de desespero pouco conhecida e estudada.
O livro de Waal observa que, em qualquer sociedade primata, os chimpanzés formam bandos para destronar o líder. Dois ou três se associam contra o “alfa” atual. Isso o deixa nervoso. O líder tenta, então, conter a hostilidade, fazendo todo tipo de concessões. Ele monitora os opositores e impede o contato entre eles, utilizando a estratégia da divisão, chegando a partilhar alimento e outras regalias. Observando fotos de chimpanzés do mesmo tamanho, o dominante parece muito maior porque ele eriça o pelo e caminha como um bípede, tudo na tentativa de deixar claro quem é o mandachuva.
Esses rituais de domínio não são estranhos entre os humanos. Pior ainda quando encontrados na igreja. Porém, Jesus disse que as práticas comuns entre os pagãos não são uma alternativa para os filhos do reino. Aqueles que se orientam pelo desejo de grandeza, em qualquer nível da igreja, e se valem de esquemas e manipulações para chegar ao “poder” ou se manter nele são um escárnio ao nome de Cristo. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
7 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
O poder e as pessoas – 2 – Perguntou-lhe Ele: Que queres? Ela respondeu: Manda que, no Teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um à Tua direita, e o outro à Tua esquerda. Mateus 20:21
Como vimos ontem, as pessoas em geral gostam de negar seu interesse pelo poder. A própria psicologia gira ao redor do tema com terminologia complicada para camuflar os motivos sociais e as desigualdades evidentes entre as pessoas de um mesmo grupo. A verdade inevitável é que não só gostamos do poder, mas gostamos de fazer mesuras àqueles que julgamos terem “chegado lá”. Isso, claro, se não estivermos competindo com eles.
Para constatar uma das mais estarrecedoras evidências de quão importante o poder é considerado e o que ele significa para os homens, basta observar como muitos reagem quando o perdem. Considere a atitude de Richard Nixon, deposto da presidência dos Estados Unidos no escândalo de Watergate. Veja como sua reação é descrita por jornalistas norte-americanos no livro The Final Days (Os Últimos Dias): “Entre soluços, Nixon estava inconsolável [...]. Caiu de joelhos [...]. Inclinou-se e esmurrou o carpete com os punhos, gritando: ‘O que eu fiz? O que aconteceu?’” No livro mencionado ontem, A Política dos Chimpanzés, o autor observa que os macacos têm o mesmo tipo de reação. Segundo Frans de Waal, quando o chimpanzé macho mais velho, no grupo que ele estudava, estava em perigo de perder sua posição para outro macho, sua reação era inusitada. No meio do confronto, o animal repentinamente se deixava cair da árvore como uma maçã podre. Ele se contorcia no chão, gemendo tristemente, esperando ser consolado pelo resto do grupo.
Curiosamente, pessoas que perdem suas posições assumem um comportamento infantil como uma criança de quem se toma um brinquedo. Se os homens se tornam tão perturbados pela perda de cargos, não deveríamos, em sinceridade, reconhecer o “motivo do poder” por trás das máscaras e nos arrependermos? Os homens são seres hierárquicos. Onde quer que se reúnam, em instituições seculares ou, muitas vezes, na própria igreja, eles se organizam verticalmente. Sem isso, eles parecem infelizes. Mas, de acordo com Cristo, isso é deplorável entre Seus seguidores. Para Ele, a grandeza real é definida em termos de serviço humilde, sem palco, sem plateias e sem holofotes. Do contrário, estaremos servindo a nós próprios, embora pretendendo servir a Ele. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
8 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Herodes, Pedro e Tiago – Eis, porém, que sobreveio um anjo do Senhor, e uma luz iluminou a prisão; e, tocando ele o lado de Pedro, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa! Então, as cadeias caíram-lhe das mãos. Atos 12:7
Em Atos 12, encontramos três histórias interligadas. Na primeira, o rei Herodes, que está no trono, mostra-se decidido a eliminar a igreja nascente. Aparentemente ele tem o poder nãos mãos, já manchadas pelo sangue de Tiago (v. 2). Em sua mentalidade política, vendo que isso agradava aos judeus, mandou também prender Pedro (v. 3).
No fim do capítulo, Herodes cai ferido pelo anjo do Senhor, “comido de vermes” (v. 23), no momento em que ele parecia um ser divino para si mesmo e diante de sua corte e seu povo. Uma triste paródia da divindade (v. 22). Em seu orgulho e vaidade, Herodes resolveu “brincar de Deus” e se tornou um monumento do que representa a ilusão do poder. Os seres humanos continuam simplesmente humanos, não importa sua pretensão.
Pedro, condenado a morrer, aparece exausto e abandonado, por trás de sólidos muros, ligado por algemas a dois guardas, e vigiado por sentinelas postados nas portas de ferro da prisão (v. 6). Mas Pedro não fora esquecido por seus irmãos e irmãs. Aqui surge a realidade da igreja, a comunidade do Espírito, fundamentada sobre a oração. Pedro também não fora abandonado por Deus, que envia um anjo, ferindo de sono os guardas, eliminando as correntes e conduzindo o apóstolo para fora, despercebido de todos.
Tiago aparece num contraponto do texto bíblico, completamente nas sombras. Há apenas algumas palavras em estilo telegráfico. A história de Tiago sugere que a história da igreja não é apenas uma cadeia de vitórias e libertações como sugerem pregadores atuais. Da mesma forma, a vida humana é, por vezes, marcada por sofrimento, perplexidades, derrotas e morte.
Por que Pedro foi liberto e não Tiago? Não temos resposta conclusiva. Mas podemos entender que, no fim, não há nenhum esquecimento da parte de Deus, apenas participação no mistério da vida e morte de Jesus Cristo. A história de Tiago não é “deletada” como se não houvesse valor nela. Os antigos pais da igreja cunharam a expressão: “O sangue dos cristãos é a semente da igreja.” Esse é o ponto que Lucas deseja enfatizar. A narrativa conclui com uma inequívoca nota de triunfo: “Entretanto, a palavra do Senhor crescia e se multiplicava” (v. 24). (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
9 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
O trono perdido – O qual exerceu Ele em Cristo, ressuscitando-O dentre os mortos e fazendo-O sentar à Sua direita nos lugares celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir [...] E pôs todas as coisas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as coisas, O deu à igreja, a qual é o Seu corpo, a plenitude dAquele que a tudo enche em todas as coisas. Efésios 1:20-23
Em 1979, o papa João Paulo II visitaria os Estados Unidos. Os detalhes e protocolos de preparação para a visita estavam na pauta do dia. O plano requeria precisão. Em Chicago, a maior arquidiocese católico-romana do país, os oficiais que estavam preparando a chegada do pontífice descobriram estarrecidos que o trono papal havia sumido. É costume na Igreja Romana manter-se em cada arquidiocese uma sala do trono para o caso de uma visita do papa. Mas, uma vez que nenhum papa jamais visitara Chicago e a esperança de uma visita dessa natureza fora abandonada, a sala do trono, na gestão do cardeal John Cody, havia sido transformada em uma sala de reuniões. Por isso, na semana da visita papal, os oficiais envolvidos nos preparos entraram em pânico, sem saber o que acontecera com o trono. Finalmente, a cátedra papal foi encontrada numa sala de objetos descartados, num colégio católico próximo.
O incidente tem uma dose de humor. Contudo, ele também relembra que a igreja pode perder não apenas a “sala do trono” e o trono. Como aconteceu por vezes em sua história, a igreja pode perder até mesmo o único e legítimo candidato a ocupar essa posição. Quem está entronizado em sua igreja? Algum líder humano? Quem se assenta no trono da vida individual dos membros de sua congregação? Quem controla o estilo de vida e as decisões diárias de sua igreja? Quem ou o que está entronizado e reina em sua vida?
O Novo Testamento insiste na suprema soberania de Jesus Cristo como Aquele que, pela cruz, foi feito o exclusivo Senhor da igreja. Imagine se a igreja “cristianizasse” todas as suas reuniões. Imagine se ninguém aparecesse com agenda pessoal, tentando manipular outros ou lutando para ser o centro e ter seus projetos aprovados. Isso certamente revolucionaria a igreja. Quando Hitler tentou subordinar a igreja a ele, na Alemanha, Karl Barth, conhecido teólogo, reagiu: “A igreja tem apenas um Führer [líder], e esse não é Adolf Hitler.” Pense nisso! (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
10 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
O dom supremo – Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor. 1Coríntios 13:13
O que é realmente importante na vida? Qual o bem supremo? O que é essencial e merece absorver nossa lealdade e comprometimento? Pessoas de todas as épocas têm feito essas perguntas a si mesmas. Muitos têm considerado a fé como a grande virtude. Contudo, no texto de hoje, Paulo leva-nos à essência do cristianismo. Mencionando a fé, a esperança e o amor, ele conclui: “O maior destes é o amor.”
Em 1 Coríntios 13, encontramos a sublime anatomia do amor. O amor é comparado com uma lista dos dons altamente considerados nos dias do apóstolo, como falar em línguas, profetizar e exercer caridade. O amor é maior do que todos esses dons, porque o fim é maior que o meio. Deus é amor, e o propósito final do amor é tornar o homem mais semelhante a Deus.
Depois dessa constatação, o apóstolo analisa o amor. Aqui nos deparamos com seus ingredientes. Inicialmente, vemos o que ele é: paciente e benigno. Então, o que ele não é: invejoso, leviano, vaidoso, indecente, egoísta. Imagine viver com pessoas movidas por um amor como esse ou, melhor ainda, ser uma pessoa motivada por essa grande força! Imagine um lar, uma igreja e uma escola assim, em que a preocupação básica das pessoas é o bem dos outros!
Paciência, bondade, generosidade, humildade, cortesia, altruísmo… O amor é um princípio que invade cada área da vida. O amor tem relação com aquilo que conhecemos. O teste real da religião não está no reino do desconhecido, mas dentro dos relacionamentos diários. Por isso, se não amamos aqueles que vemos, como amaremos a Deus, que não vemos? (ver 1Jo 4:20). O amor é o hálito de Deus que transforma as coisas ordinárias. O amor é bondoso, diz Paulo. Bondade é o amor em ação, a maneira como Cristo viveu. O amor não busca os interesses próprios. Segundo Jesus, a felicidade não é encontrada em “ganhar” e “acumular”, mas em ofertar e servir. Assim, podemos ver que dois terços da humanidade, ou mais, estão correndo na pista errada.
Finalmente, Paulo apresenta a defesa do amor. Por que ele é maior? Porque o amor permanecerá para sempre. Tudo mais é temporário e passageiro. Você pode pensar em algo que vai durar para sempre, exceto o amor? O amor está ligado com a vida e com próprio Deus. O amor é o teste da religião. Na cena do juízo final, em Mateus 25, a pergunta será: “Você amou?” (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
11 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Reavivamento e reforma – Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos Céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. 2Crônicas 7:14
Qual é a maior necessidade da igreja hoje? Mais recursos? Novos programas? Meios de comunicação mais eficientes? Acesso mais amplo às mídias? Membros influentes? Ao contrário da cultura imediatista que nos cerca, Ellen White considera que a maior e mais urgente necessidade da igreja é um “reavivamento da verdadeira piedade” (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 121). No mesmo contexto, ela faz duas observações cruciais: (1) buscar o reavivamento deve ser nossa “primeira ocupação”; (2) se estivesse em seu poder, Satanás impediria a possibilidade de qualquer reavivamento.
Alguns enfatizam reforma sem reavivamento. O foco é colocado exclusivamente em mudanças exteriores, que facilmente se degeneram em legalismo. Outros insistem em reavivamento sem reforma, que se torna em fé morta. Os dois polos da elipse devem ser mantidos juntos. Iniciamos com verdadeiro reavivamento, com as suas três marcas básicas: (1) retorno às Escrituras, (2) espírito de oração e (3) fervor missionário. Tais elementos devem ser acompanhados, então, de mudanças reais na vida.
No momento, fala-se muito de “reavivamento e reforma”, o que pode facilmente ser entendido como mais um programa da igreja. O problema é julgar que, porque estamos falando de “reavivamento e reforma”, estamos automaticamente participando dessa esperada realidade. É mais ou menos como alguém que, convencido de que precisa praticar atividades físicas, compra uma esteira ergométrica. Então, feliz com a iniciativa, a instala no quarto e passa a contemplá-la com entusiasmo. Às vezes, até a liga e fica observando, deitado, a esteira correr sozinha, planejando que algum dia ele irá se exercitar. Nesse caso, a esteira não faz qualquer diferença concreta. Na realidade, pode até tornar sua condição mais perigosa, porque dá à pessoa uma “impressão positiva”. A impressão de se ter o que realmente não se possui.
Ellen White adverte ainda que reavivamento e reforma serão experiências fundamentalmente individuais e acontecerão sob a ministração do Espírito Santo. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
12 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Quem é o meu próximo? – Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores? Lucas 10:36
Em resposta à pergunta do doutor da lei, Jesus contou a parábola do bom samaritano. Se perguntarmos “quem é o meu próximo?”, claramente estamos indicando que deve haver aqueles que não são considerados próximos. Com tal pergunta, o escriba requeria uma regra para a discriminação. Mas Jesus não lhe oferece isso.
Jesus responde com uma história: “Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e veio a cair em mãos de salteadores” (Lc 10:30). Semimorto e coberto de sangue, é impossível identificá-lo. Quem é ele? Qual seria seu nome e profissão? Seria rico ou pobre? Era filho de quem? Judeu ou samaritano? Essas são perguntas que gostamos de fazer. Jesus, porém, não Se preocupa com esses detalhes. O homem estava inteiramente nas mãos “do outro”. Por ali passaram um sacerdote e um levita, depois das atividades religiosas no templo, em Jerusalém. Viram o homem em necessidade, mas seguiram adiante. Na sequência, poderíamos esperar que o herói fosse um leigo israelita. Jesus, contudo, introduz uma figura completamente inesperada: um samaritano. Em Seus dias, os samaritanos não eram vistos como bons.
Esse é o único “não religioso” da história. Com isso, Jesus desfere um poderoso golpe em todo preconceito e complexo de superioridade. A ação do samaritano é a perfeita representação do amor ao próximo. “Compadeceu-se dele” (v. 33). Utilizou as provisões de sua viagem para servir ao desconhecido. Levou-o para uma estalagem, “tratou dele” (v. 34) e prometeu cobrir gastos adicionais. Note, então, a pergunta: “Qual dos três foi o próximo?” Você percebe o que Jesus está dizendo? O próximo não é o que recebe a ação, mas aquele que a pratica. O sacerdote e o levita eram apenas personagens, encenando a religião. Segundo Jesus, nós não escolhemos quem é nosso próximo, apenas agimos ou não como tal. A questão fica definida para sempre.
“Qual dos três foi o próximo?” O mestre da lei evita mesmo pronunciar a desprezada palavra “samaritano” e utiliza uma evasiva: “O que agiu com misericórdia.” Ele recebeu a resposta não esperada: demonstre misericórdia mesmo aos inimigos, como o samaritano. E isso é possível apenas quando a vida é dominada pelo princípio do amor, a evidência de que conhecemos o segredo da vida eterna. Segundo Jesus, a questão real não é “quem é o meu próximo?”, mas “quem sou eu?”. Sou pessoa ou personagem? (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
13 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Perfeitos como Deus? – Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos [...]  para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos. Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo? [...] Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste. Mateus 5:43-48
Esse é o contexto imediato do conhecido texto que nos recomenda ser perfeitos como Deus. Observe a palavra “portanto”. Ela indica a importância do contexto, pois aquilo que se anuncia no verso 48 é uma conclusão daquilo que o precede. E o que vem antes? Uma descrição de Deus. Note, porém, que não temos aqui uma descrição da natureza de Deus, mas de Seu modo de agir em relação às pessoas, amigos e inimigos. Ele demonstra misericórdia a todos. “Deus é amor”, diz 1 João 4:16. Além disso, “Deus não faz acepção de pessoas” (At 10:34). Ele revela bondade para bons e maus. Essa é a suprema essência da maturidade, que é o significado da palavra “perfeito” na língua original. É esse tipo de perfeição que Jesus espera ver em Seus discípulos. Como vimos, essa conclusão é confirmada em Lucas 6:36, a passagem paralela, ao dizer: “Sede misericordiosos, assim como o vosso Pai é misericordioso.”
Perfeccionistas estão fora de foco quanto ao significado bíblico de perfeição. Esse não tem nada que ver com impecabilidade moral absoluta. A perfeição à qual Jesus convida Seus seguidores não é alcançada com ações meritórias, mas apenas por uma atitude de amor e misericórdia em relação a todos. Em resumo, o termo “perfeito”, em Mateus, não significa impecavelmente perfeito, porque isso, queiramos ou não, só será alcançado na glorificação, embora esse ideal seja desejável e mereça nossos esforços. Ser perfeito refere-se à nossa integridade e maturidade como discípulos de Cristo. Como Warren W. Wiersbe observa, “o Pai ama Seus inimigos e procura transformá-los em filhos, e devemos auxiliá-Lo nessa tarefa”.
Mateus 5:48 é o clímax dos conselhos de Cristo à Sua audiência de religiosos que confiavam nas exterioridades, na letra da lei, sem demonstrar interesse em seu espírito. É claro que a pretensão de obter perfeição moral com base em normas e regulamentos é muito mais fácil do que exercer misericórdia e amor, como Deus. Você quer ter como alvo de sua vida a perfeição divina? Peça hoje a Deus para ajudá-lo a amar os outros assim como Ele ama. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
14 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Partilhar para sobreviver – Agora, reconheço que em toda a terra não há Deus, senão em Israel. 2Reis 5:15
Quando nossa filha era ainda pequena, líamos para ela, todas as noites, a coleção As Belas Histórias da Bíblia, de Arthur Maxwell. Nossa favorita era a história da menina cativa, serva na casa de Naamã, o comandante da Síria que sofria com a lepra. A heroína anônima superou qualquer síndrome de amargura ou ressentimento contra o agressor e o conduziu à cura e salvação. Lembro-me de que minha filha, com os olhos grandes e bem abertos, costumava dizer encantada depois de nossa apresentação: “Mas ela é tão pequena!”
Inicialmente Eliseu repreendeu o desempenho confuso do rei Jorão na conversa com Naamã: “Deixai-o vir a mim, e saberá que há profeta em Israel” (v. 8). Naamã, afinal, descobriu não apenas o profeta, mas, por meio dele, o próprio Deus de Israel. Embora relutante em banhar-se no insignificante Jordão, ele compreendeu que seu orgulho quanto aos rios de Damasco era completamente infundado. Pense agora na pequena menina. Houvesse ela escondido sua lâmpada, negado sua fé e deixado de dizer o que sabia, a história provavelmente seria outra. Nunca teríamos ouvido a respeito dela. O impacto não foi apenas para Naamã, mas para ela própria. Porque o testemunho missionário é tanto um meio para transformar como para ser transformado. Ele não afeta apenas a pessoa a quem se ministra, mas também afeta quem testemunha. Como vimos outro dia, a única distinção dessa garota era sua fé em Deus, e essa é precisamente a única razão pela qual ela entrou para a história sagrada. Seu exemplo sobreviveu para sempre como uma tocha brilhante.
Querido irmão, a única forma de manter sua fé viva e expandi-la é partilhando-a. Leia as três listas de dons registradas no Novo Testamento (Rm 12:6-8; 1Co 12:8-10; Ef 4:11). Aí são relacionados 21 dons espirituais diferentes. Mas essas listas não esgotam as possibilidades. Esses eram os dons no 1º século. O Senhor, certamente, acrescentou outros, necessários ao contexto atual. Determine os dons mais significativos para você. Ore para que o Senhor lhe mostre o que lhe foi conferido. Ore para encontrar seu lugar de serviço na igreja. Ouça o que outros dizem a respeito de seus dons. Lembre-se, ainda, de que Deus pode acrescentar a você outros dons.
Então, bem-vindo à maior aventura na qual você já se envolveu. Quais são os limites para seu testemunho? Não existem. Você é quem vai determiná-los. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
15 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
O poder do perdão – Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou. Efésios 4:32
Corrie ten Boom foi uma cristã holandesa. Em 1940, no calor da Segunda Guerra Mundial, os nazistas invadiram e ocuparam os Países Baixos, estabelecendo enormes restrições à liberdade. Por muitos anos, Corrie e familiares haviam estado envolvidos na igreja local, em serviços de caridade em favor de crianças desabilitadas. Mas, em 1943, a família ten Boom tornou-se ativa no movimento da resistência. Descobertos pela polícia secreta do nazismo, em fevereiro de 1944, Corrie, o pai e outros membros da família foram presos por ajudar judeus a escapar do Holocausto. O pai de Corrie morreu dez dias depois, na prisão. Corrie e a irmã Betsie foram enviadas para o campo de concentração de Ravensbrück, onde apenas Corrie sobreviveu.
Ela escreveu vários livros, incluindo sua autobiografia O Refúgio Secreto. O título do livro deveu-se ao pequeno esconderijo que a família construiu em casa para ocultar fugitivos. No livro, Corrie narra sua dramática libertação, no fim do mesmo ano, graças a um erro providencial. As mulheres de sua idade foram todas executadas uma semana depois. Corrie diz em seu livro: “Deus não tem problemas. Apenas planos.” Depois de liberta, ela voltou aos Países Baixos, onde organizou centros de reabilitação a serviço dos sobreviventes dos campos de concentração, a pessoas desabrigadas e sem emprego. Viajou, como palestrante, por mais de 60 países. Aos 85 anos, estabeleceu-se na Califórnia, onde faleceu aos 91.
Corrie, em suas palestras e escritos, focalizava o evangelho com ênfase no perdão. Em outro livro, ela narra que, em 1947, numa palestra na Alemanha, foi abordada por um ex-guarda do campo de concentração, conhecido por seu sadismo e crueldade. Ela sentiu-se relutante em perdoá-lo.
Mas, afinal, escreveu: “Por um longo tempo seguramos as mãos um do outro, o antigo guarda e a antiga prisioneira. Nunca tinha experimentado o amor de Deus de forma tão intensa.” Na mesma passagem, Corrie escreveu que em sua experiência pós-guerra, em contato com outras vítimas da brutalidade nazista, apenas aqueles que foram capazes de perdoar foram os que melhor puderam reconstruir a própria vida. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
16 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
O perigo da justiça própria – Prosseguiu Jesus: Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não veem vejam, e os que veem se tornem cegos. João 9:39
Jesus representou uma extraordinária inversão para muitos em Seus dias. Embora Sua mensagem tenha exercido apelo sobre alguns fariseus, e Ele tivesse alguns amigos entre eles, as narrativas dos evangelhos frequentemente apresentam Suas devastadoras advertências e críticas a esta classe, como no clássico capítulo 23 do Evangelho de Mateus. Os fariseus eram as celebridades religiosas dos dias de Cristo. Especialistas na arte de externalizar a religião e com o tempo, eles passaram a ser identificados como hipócritas consumados. Mas, em última análise, os fariseus representam não o pior, mas o “melhor” que o homem pode alcançar em sua justiça própria, independentemente de Deus.
É fácil para o leitor moderno aplaudir a severa repreensão de Cristo aos fariseus, e, sem perceber, tornar-se vítima da mesma atitude deles. Como certo professor de uma escola cristã que, depois de contar a parábola do fariseu e do coletor de impostos, disse para as crianças em sua classe, ao concluir: “Bem, crianças, agora vamos inclinar a cabeça e agradecer a Deus porque nós não somos como o fariseu.” Facilmente podemos pensar que nós “não somos como o fariseu”, ou como aquele professor. Tal é a condição infecciosa e enganadora do orgulho espiritual em todos nós.
Por outro lado, “publicanos” modernos podem se julgar superiores, criticando e desprezando os outros pelo rigorismo e conservadorismo deles, orando mais ou menos assim: “Graças te dou, ó Deus, porque eu sou livre da obediência da Tua lei, ou de qualquer outra norma.” Neste caso, eles são apenas objetos de outro tipo de engano. Tenho visto acalorados debates entre “conservadores” e “liberais” na igreja. Mas, no fundo, eles são iguais, e vítimas do mesmo pecado: o orgulho. Cada grupo tem o próprio método para agradar a Deus. Os “conservadores” sabem que o método é fazer. Os “liberais” pensam que nada têm a fazer, e julgam que, por isso, são livres da obediência e do compromisso.
Devemos lembrar que Jesus não condena ou salva classes: fariseus, os “bandidos”, ou publicanos, os “mocinhos”. Ele alcança pessoas, aqueles que reconhecem sua condição e humildemente se deixam alcançar por Sua graça. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
17 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Grande é o que serve – Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos Céus. Mateus 18:4
Naquela tarde de sábado, a comissão de nomeações havia escolhido os oficiais para o novo período na igreja em que eu servia como pastor. Domingo pela manhã, recebi uma ligação irada. “Eu pensava que você era meu amigo”, dizia a voz alterada do outro lado da linha. “Por dez anos, servi como ancião nessa igreja, e você não me reelegeu.” Respondi, então, com a voz mais calma que pude encontrar: “Caro irmão, você está confuso em dois aspectos. Primeiramente, a escolha de oficiais para a igreja é feita pela comissão de nomeações, que você certamente ajudou a escolher, e não pelo pastor. Em segundo lugar, você está se esquecendo de que na igreja não temos cargos vitalícios.”
Encontramos igrejas divididas por lutas internas por posições. Tenho pensado muitas vezes sobre o que realmente leva alguns a agir como “donos” da igreja, ou proprietários de cargos nela. Certamente, quando agimos assim, não estamos seguindo a Jesus Cristo, que modelou outro tipo de grandeza. É um privilégio servir a Deus em algumas funções, mas realmente não precisamos de cargo algum para servir a Ele. Liderança nada tem que ver com “títulos”, mas com desempenho real. Lembra-se da princesa Diana, da Inglaterra? Quando divorciou-se, ela não perdeu em nada a capacidade de influenciar. Seu ex-marido tinha o título, mas era ela que tinha o poder da liderança.
O supremo exemplo de liderança baseada no serviço, contudo, é encontrado em Jesus Cristo. Sua breve visita ao planeta Terra marcou a vida de milhões de pessoas. Seu estilo de vida revolucionou para sempre nossa percepção de grandeza. Em apenas três anos e meio de vida pública, Ele encarnou os princípios vitais de liderança, que transcendem tempo, espaço e cultura, e que representam um desafio extraordinário para Seus seguidores. Jesus nos ensinou que a liderança autêntica é baseada em integridade e serviço em benefício dos outros. Como Ele responde à questão da grandeza em Seu reino? Por meio do princípio da humildade. O princípio pelo qual somos admitidos no reino de Deus continua em operação no serviço que prestamos a Ele. Arrogância, egoísmo e pretensões humanas nos desqualificam tanto para a entrada como para o serviço no reino dos Céus. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
18 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Em busca de um pastor – Acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam. 1Tessalonicenses 5:12
A meditação de hoje é um texto que traduzi e adaptei. Trata-se da ficção de uma igreja que teria feito entrevistas com vários candidatos e, então, descreve o perfil dos entrevistados, para que outras igrejas não percam tempo com esses desclassificados:
Noé: Tem a experiência de 120 anos de pregação, mas sem nenhum converso, exceto alguns membros da própria família. Não agradaria a Associação.
Moisés: Gagueja ao falar e sua congregação anterior afirma que ele se exaspera com facilidade. Além disso, já é muito velho.
Salomão: Tem a fama de sábio, mas falha em praticar aquilo que prega.
Elias: Personalidade depressiva e inconstante. É conhecido por desanimar-se sob pressão e deixar-se intimidar sob ameaças femininas.
Oseias: Vida familiar em sérias dificuldades. Seria um embaraço para a igreja.
Jeremias: Muito emotivo e alarmista. Uma personalidade problemática. Incomoda as pessoas com suas lamentações.
Amós: Suas origens não o recomendam. Vem da zona rural, e julgamos que é melhor que ele continue colhendo figos bravos.
João Batista: Diz ser batista, mas não tem muito tato com as pessoas e veste-se como um hippie. Deixaria os membros constrangidos.
Pedro: Desequilibrado emocionalmente. Além disso, ouvimos dizer que ele anda negando a Cristo publicamente.
Paulo: Também falta-lhe tato. Muito duro no que diz e escreve. Além do mais, sua aparência não o recomenda. Seus sermões são muito longos.
Timóteo: Apresenta algum potencial, mas é ainda muito jovem.
Jesus: Tende a ofender os membros, especialmente os tradicionais e eruditos. Além disso, é muito controverso e falta-Lhe diplomacia. Chegou mesmo a criar mal-estar entre os membros de nossa comissão administrativa com Suas perguntas desconcertantes.
Judas: Esse foi o único que julgamos adequado para a função pastoral. Prático, veste-se com requinte. Demonstra habilidade na administração dos recursos; preocupa-se com os pobres e é bem relacionado.
Isso me faz pensar: Que tipo de pessoas temos valorizado? Quem temos considerado apto a realizar a obra de Deus? (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
19 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
É fácil demolir – Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição. Colossenses 3:14
Todos sabemos, por experiência e observação, quão fácil é destruir. Com apenas um martelo ou uma marreta, uma pessoa sem qualquer treino ou habilidade especial pode, em relativamente pouco tempo, demolir um monumento, uma peça de arte ou uma edificação que exigiram enorme esforço, gênio e tempo para serem construídos. Destruir é fácil, difícil é construir e edificar, realizando o que, na maioria das vezes, exige paciência, habilidade, compromisso e perseverança. O mesmo é verdade no nível espiritual. É muito fácil ficar ao lado do caminho, espalhando farpas, criticando e demolindo pessoas, reputações e esforços dedicados. A crítica, aberta ou dissimulada, tem o efeito de um ácido corrosivo.
Encontramos na igreja pelo menos quatro tipos básicos de críticos. Primeiramente, há o descontente crônico, para quem nada de positivo existe ou é visto. Em segundo lugar, encontramos o tipo tradicionalista, para quem qualquer mudança ou inovação é razão de queixa, descontentamento e resistência. Lembro-me, em determinada igreja onde fui pastor, da dificuldade para mudarmos do antigo hinário Cantai ao Senhor para o novo Hinário Adventista. Isso era simplesmente inaceitável para alguns. Em terceiro lugar, há o tipo reformador impaciente. Ao contrário do segundo, deseja reformas radicais e imediatas. Finalmente, conhecemos o tipo manipulador, em permanente busca de visibilidade, de “sair bem na foto”. Ele deseja ser o centro da atenção e do comando, e, se alguém é visto como rival, esforços e falta de escrúpulos não serão medidos para eliminar o obstáculo.
Todos esses tipos assumem, em geral, a “mentalidade de morcego”, vendo o mundo sempre de cabeça para baixo. Qual deles é o pior tipo? É difícil dizer. Todos eles, cada um ao próprio “estilo”, são uma fonte de desânimo para líderes e membros que tentam fazer o melhor.
“Faço o melhor que sei e posso”, disse Abraão Lincoln sob a agressão das críticas, no calor da guerra civil norte-americana. “Se afinal eu estiver certo, não importa o que disseram. Se der errado, não faria diferença se dez mil anjos jurassem que eu estava certo.” Essa é uma excelente filosofia para se conviver com os críticos profissionais. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
20 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Discipulado radical – Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada. Mateus 10:34
Algumas coisas na vida não podem ser enfrentadas com neutralidade. A cruz de Cristo é uma delas. A vida e a morte de Jesus estabelecem uma distinta fronteira entre dois reinos, duas lealdades irreconciliáveis, dois estilos de vida em conflito. Um é construído sobre o princípio do obter, ganhar e guardar; o outro, sobre a motivação de ofertar, entregar e sacrificar. Qualquer pessoa fora do relacionamento com Ele e com os valores de Seu reino encontra nisso o maior dos absurdos.
Deploravelmente, a fronteira entre Cristo e o reino deste mundo tem sido obscurecida porque a própria pregação cristã muitas vezes falseia quem na verdade Ele é. Temos um Cristo mais ou menos como aquele das representações artísticas em que Ele é sempre um infante adormecido no colo da virgem ou o Cristo morto, inerte. Nos dois casos, Ele não tem realidade concreta. Ele entra na história e sai dela, mas não vive. Trata-se de um Cristo pálido, “moderado”, bem comportado, inofensivo. Nesse caso, não estamos olhando para o Cristo das Escrituras, mas para um deus que é criação humana. Esse é um Cristo conveniente. O Jesus Cristo dos evangelhos entra em nossa história e prega uma mensagem de radical e absoluta descontinuidade com os valores da sociedade secular e o mundo religioso de Seus dias.
Foi Jesus um subversivo? De fato, Ele subverteu as convenções do mundo religioso de Seu tempo, mas não por meio da força. Sua mensagem, contudo, não tem limites de tempo ou espaço. Ela chega à nossa “religião burguesa”. Impiedosamente Jesus expõe nossas máscaras, idolatrias disfarçadas, interesses divididos, falta de compromisso e adoração do “eu”, mesmo quando pretendemos servir a Deus. Ele disse não ter vindo trazer paz, mas espada. O que isso quer dizer? A “espada” não é a intenção, mas o resultado. Onde Jesus Cristo é realmente recebido, uma espada de separação se ergue entre os que O aceitam e os que O rejeitam ou simulam tê-Lo aceito.
Fé real inclui uma absoluta renúncia de todos os obstáculos para lançar mão de Cristo. Fé nEle é uma paixão que nos leva a abandonar incondicionalmente tudo, pelo amor revelado no Salvador. Observe Paulo. Sua aceitação de Cristo levou-o a rejeitar como “refugo” tudo o que fora antes considerado importante. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
21 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Dos loucos e das rodas – O deserto [...] exultará e florescerá. Isaías 35:1
No fim do século 19, a capital de Minas Gerais, Ouro Preto, estava de mudança. Belo Horizonte ou Barbacena? Perdeu Barbacena. Os políticos da época, para “compensar”, construíram lá um grande hospital para pessoas mentalmente perturbadas. Ironicamente, o hospício foi construído na fazenda que pertencera a Joaquim Silvério dos Reis, o traidor da Inconfidência Mineira. Barbacena ficou conhecida como a “cidade dos loucos”.
Para Barbacena afluíam milhares deles, levados no que ficou conhecido como “o trem dos loucos”. Seres humanos, alguns deles em condições hoje plenamente controláveis, eram apinhados no hospício da cidade, cuja população chegou a cinco mil pacientes. Sem leitos para todos, muitos ficavam em um vasto salão, forrado com capim, dormindo entre dejetos, moscas e ratos. Todos os dias pela manhã os serventes recolhiam os cadáveres dos que haviam falecido à noite. Aquele foi um colossal campo de concentração, monumento à ignorância e à crueldade humana. Historiadores calculam que entre 60 e 65 mil pessoas morreram naquele holocausto sombrio.
Os tempos mudaram. Novas informações e avanços na ciência e na revolução terapêutica colocaram um ponto final nesse capítulo escuro de nossa história. Hoje, as pessoas ainda ali internadas são principalmente casos de atendimento social – pessoas que não têm para onde ir. Parte do velho hospício abriga um pequeno museu, memória distante do triste passado. Barbacena hoje é conhecida como a Cidade das Rosas, pois produz flores belíssimas, exportadas para muitas partes do mundo. Essa troca evoca o caráter simbólico da transformação.
Estamos todos aguardando o dia em que nosso pequeno planeta, o ponto escuro do Universo, alienado de Deus, e que se tornou o lar de todas as alienações, a maioria sob a pretensão de sanidade, será transformado. Aguardamos o momento em que voltaremos ao estado original do jardim de Deus. Até lá, amigo, pense no bem que você pode fazer hoje, particularmente às pessoas fracas, àqueles que não podem se defender. Seja um benfeitor, um advogado deles. Transforme o ambiente em que você vive ou trabalha num lugar em que algumas rosas podem, teimosamente, germinar e florescer. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
22 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Milagres – Eu sou o SENHOR, o Deus de todos os viventes; acaso, haveria coisa demasiadamente maravilhosa para Mim? Jeremias 32:27
Milagres só seriam impossíveis se Deus não existisse. Mas, como Ele existe, coisas extraordinárias acontecem quando Ele quer. Mulheres estéreis podem conceber, o mar pode se abrir, um cajado torna-se uma serpente, o fogo pode não consumir, muros podem cair ao som de trombetas, o ferro pode flutuar, a boca de leões famintos pode permanecer fechada, uma fornalha aquecida sete vezes mais torna-se local de passeio, mortos podem ressuscitar, pessoas podem caminhar sobre as águas, o pão pode ser multiplicado, água pode ser transformada em vinho, um jumento pode falar, analfabetos podem se expressar em idiomas estrangeiros, a picada de uma serpente mortal se torna inofensiva, exércitos poderosos são vencidos, pessoas inexplicavelmente escapam de prisões. A lista é infindável.
Corrie ten Boom havia sido transferida para o campo de concentração para mulheres de Ravensbrück, a 90 quilômetros de Berlim, durante a Segunda Guerra Mundial. Seu aprisionamento se dera porque sua família escondia judeus, fugitivos do nazismo, em sua casa. Quando as mulheres entravam no campo, eram conduzidas a um chuveiro, onde recebiam a ordem de se despir. Suas roupas e todas as posses pessoais eram então confiscadas. Corrie tinha uma Bíblia sob a roupa, e sua perda lhe seria extremamente dura. Antes de tirar a roupa, ela pediu permissão para ir ao toalete. Foi conduzida a um que tinha um dreno. Embrulhou a Bíblia em uma peça de sua roupa, e a colocou naquele buraco cheio de baratas, pensando em recuperá-la depois. Foram-lhe dadas então as roupas da prisão, sob as quais ela escondeu novamente sua Bíblia.
Na saída, dois soldados estavam à porta do chuveiro, revistando mulheres. Ela sabia que não poderia escapar da investigação. O volume sob as vestes era facilmente observável. Desesperada, ela orou: “Senhor, cerca-me com Teus anjos. Esses guardas não podem me ver.” Um inexplicável sentimento de paz lhe sobreveio. Corrie passou pelas portas e pelos guardas como se realmente fosse invisível.
Muitas vezes na vida somos visitados por medo, tempos incertos, desesperos de toda ordem, e não precisamos ter a pretensão de que somos invulneráveis. Mas o Senhor, em Seu permanente e infalível amor, garante que estará conosco e proverá livramento. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
23 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Lutero e a descoberta do evangelho – Aquele que não conheceu pecado, Ele O fez pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus. 2Coríntios 5:21
Martinho Lutero, desde sua ordenação, em 1507, passou a viver num estado de profunda depressão. Mortificava-se, jejuava e se autoflagelava, na tentativa de tornar Deus favorável a ele. Como escreveria mais tarde, quando ouvia falar no nome de Jesus, preferiria ter ouvido o nome do diabo. Cristo lhe parecia um severo juiz, assentado sobre o arco-íris pronto para punir Suas criaturas. Lutero foi salvo de sua intensa agonia quando fez três descobertas, todas elas relacionadas com o evangelho.
Lutero havia aprendido que a justiça divina é retribuitiva. Assim, para ele, a justiça de Deus seria basicamente o princípio pelo qual Ele nos condena. Por isso, ele disse odiar a palavra justiça. Preparando suas aulas sobre os Salmos, ele se deparou com dois textos. Os Salmos 31:1 e 71:2 dizem o mesmo: “Livra-me por Tua justiça.” Então, pensou: “Como pode a justiça de Deus livrar alguém, se ela é condenatória?” Lendo, em Romanos 1:17, que “a justiça de Deus se revela no evangelho”, ele ficou furioso: “Já não é suficiente que Deus nos esmague com a lei? Ele ainda nos ameaça com o evangelho?” Finalmente, Lutero entendeu que a justiça divina é primariamente redentora. Justiça não é o que Deus exige, mas aquilo que Ele nos oferece.
Em segundo lugar, Lutero entendeu que o significado de “justificar” tornara-se confuso pelo latim. No grego, “justificar” significa “declarar justo”, “perdoar”, “atribuir justiça”. No latim, “justificar” significa um longo processo, em que primeiro o homem, pelo próprio esforço, com alguma assistência divina, deve alcançar um estado interior de justiça. Só então Deus o justifica. Nesse caso, Deus não justifica o “ímpio” (Rm 4:15), mas o “justo”. A santificação, nessa interpretação, havia se tornado um pré-requisito para a justificação.
Lutero finalmente entendeu o princípio bíblico da substituição. Na cruz, Jesus tomou nosso lugar, recebeu a punição que era nossa e agora nos oferta Sua justiça por meio da fé. É a partir daí que as obras aparecem na vida cristã, não como a base da salvação, mas como resultado dela. Não praticamos as boas obras para que sejamos salvos, mas porque já experimentamos a salvação. Amigo leitor, quando você recebe a Cristo, Deus o recebe nEle.
Ele não olha para você, mas para Cristo em você. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
24 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Doze homens comuns – Escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de apóstolos. Lucas 6:13
Doze homens sem qualquer notoriedade viviam fora do sistema religioso dos dias de Cristo. Despojados de talento natural, eram inclinados a enganos, compreensões equivocadas, atitudes erradas, lapsos de fé, sérias falhas. Numa palavra, eram disfuncionais. Nenhum deles escapava dessa avaliação. Mesmo Jesus observou que eles eram lentos em aprender e espiritualmente bloqueados (Lc 24:25).
Do ponto de vista político, eles variavam consideravelmente. Um deles era um antigo zelote, um revolucionário determinado a subverter o governo romano. Outro era um ex-coletor de impostos, considerado um traidor da nação em favor de Roma. Pelo menos quatro deles, quem sabe sete, eram pescadores, amigos entre si, vindos de Cafarnaum. Provavelmente se conheciam desde a infância. Os outros talvez fossem camponeses ou artesões.
A maioria deles tinha vindo da Galileia, um região de agricultura por onde passavam rotas comerciais do mundo antigo.
Apesar dessas enormes desvantagens, o impressionante é que Jesus tenha escolhido esses verdadeiros “fracassados” para se tornarem Seus continuadores. A característica mais impressionante deles é não terem nada de extraordinário. Jesus os escolheu e treinou. Ensinou como orar, como perdoar e como servir em humildade. Jesus deu a eles instrução moral e falou-lhes sobre o futuro. Ele os empregou como Seus instrumentos para curar os doentes, expulsar demônios e realizar obras poderosas. Três deles chegaram a ter uma rápida visão de Sua glória (Mt 17:1-9).
O curso de teologia foi intensivo. Mas o sucesso de Jesus não foi imediato. Na noite da traição, todos os discípulos O abandonaram e fugiram (Mt 26:56). Do ponto de vista humano, o programa de treinamento foi um fracasso monumental. Aparentemente os discípulos esqueceram tudo o que haviam aprendido. De fato, o senso de fracasso deles foi tão profundo que, por algum tempo, eles voltaram para suas antigas vocações. Mesmo nisso não pareciam ter muito sucesso (Jo 21:3, 4).
Mas a história não estava terminada. Encorajados pelo encontro com o Cristo ressuscitado, eles voltaram ao chamado apostólico. Transformados pelo Pentecostes, o trabalho que eles posteriormente iniciariam continua até hoje. Eles são a prova viva do que Deus pode fazer por pessoas comuns como nós. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
25 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Estou convosco – Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim. Daniel 12:4
Em geral, lemos um livro iniciando com a introdução. O livro do profeta Daniel, contudo, é a conclusão que nos ajuda a entender seu significado. No capítulo 12, várias vezes o profeta indica que o livro foi escrito para o tempo do fim (v. 1, 4, 8, 9).
O livro de Daniel está dividido em duas seções. Na primeira metade, do capítulo 1 ao 6, temos a parte histórica. Na segunda metade, do capítulo 7 ao 12, encontramos a seção profética. As profecias nos falam do tempo do fim. A seção histórica nos diz como estar preparados para o tempo do fim. As histórias da primeira metade são ilustrativas do tipo de caráter necessário para enfrentar as últimas cenas da história humana. Assim, as narrativas da fornalha ardente ou de Daniel na cova dos leões não são apenas para serem contadas para as crianças na hora de dormir. Daniel e seus três amigos revelam uma firmeza que será necessária nos últimos atos do grande conflito.
Conformidade continua sendo o grande inimigo dos servos de Deus. Isso significa ser igual a todos no falar, cantar, pensar, vestir-se e divertir-se. Globalização, em muitos aspectos, é o instrumento da Babilônia moderna, um sistema que nivela todo mundo. Os três hebreus, enfrentando o desafio da fornalha, e Daniel, enfrentando a ameaça dos leões, ousaram ser diferentes. Eles demonstram um tipo de compromisso que não negocia na mesa do inimigo. Quando o dever é claro, não fazemos perguntas acerca do preço ou das consequências da obediência. Tais histórias também relembram que a hora mais escura para os filhos de Deus ainda é meio-dia para Ele.
Você já ouviu dizer que “no tempo de angústia estaremos sozinhos”? Preste atenção nas boas-novas: isso não é verdade! Deus não pretende abandonar Seus filhos no momento mais difícil da jornada. “Naquele tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta pelos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve [...]; mas, naquele tempo, livrar-se-á o teu povo” (Dn 12:1, ARC). Cristo aqui é descrito como estando em pé, em posição de ação. “Ele Me invocará, e Eu lhe responderei; na sua angústia Eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei” (Sl 91:15). Nas palavras do próprio Cristo, “eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:20). Nos dias de angústia também? Ouça-O outra vez: “Todos os dias.” (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
26 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Afinal, Deus existe? – Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. Salmos 14:1
Parece que falar mal de Deus está na moda. Dizer “não creio em Deus” parece sofisticado, evoluído, progressista, científico, liberado. Além disso, testemunhamos hoje um estranho fenômeno: o ateísmo militante, “missionário”. O que vemos não é o ceticismo filosófico tradicional nem o racionalismo posterior ao iluminismo. A espécie de ateísmo verificada hoje parece irada com Deus, “evangelista”, zelote, determinada a ver Deus morto e sepultado.
Veja-se, por exemplo, Richard Dawkins, considerado ícone do ateísmo atual, autor de Deus: Um Delírio. Para ele, a própria ideia de Deus “tem o mesmo efeito de um pano vermelho para um touro”. Sua mensagem consiste em “esclarecer” que Deus não passa de invenção de pessoas desiludidas. Dawkins afirma categoricamente a intenção de seu livro: “Os leitores religiosos que o abrirem serão ateus quando o tiverem terminado.”
Esse “ateísmo fundamentalista” suscitou respostas. Uma delas veio com o livro O Delírio de Dawkins, de Alister McGrath e Joanna McGrath. Alister, antes um ateu como Dawkins, também professor de Oxford, e a esposa, professora na Universidade de Londres, escreveram a obra juntos. Eles uniram seus conhecimentos em diversas áreas da ciência para oferecer uma resposta cristã à acusação ateísta de Dawkins.
O casal McGrath, conforme especialistas, desmantela os argumentos de Dawkins, sobretudo o argumento de que a ciência automaticamente conduz as pessoas ao ateísmo. Dawkins não apresenta evidências científicas claras, apenas defende “religiosamente” a improbabilidade de Deus. Segundo a avaliação da revista Publishers Weekly, destinada ao mercado editorial, “os autores de O Delírio de Dawkins atacam o flanco do fundamentalismo ateísta de Dawkins e conseguem afastá-lo do campo de batalha”. O livro de Dawkins passa a ser visto como pouco mais que um ajuntamento de factoides exagerados para alcançar impacto máximo e fragilmente organizados para sugerir que constituem um argumento.
Por que então o ateísmo tem hoje tanto sucesso, particularmente entre estudantes? Não é pela força da enfermidade, mas por causa da fraqueza dos pacientes. Podemos provar a existência de Deus? Não. Mas o ateísmo também não pode provar que Ele não existe. A questão é: para onde apontam as evidências? Aqui reside a força do cristianismo. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
27 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
De volta à luz – Vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro. Apocalipse 7:9
Em 12 de outubro de 2010, o mundo assistiu ao início do resgate de 33 mineiros que haviam sido soterrados por 69 dias na mina San José, no deserto de Atacama, no Chile.
Depois de um trágico desabamento, os mineiros ficaram completamente isolados do mundo, a 700 metros de profundidade. Permaneceram ali sem luz, com ventilação precária, suportando um calor de 40 ºC, com 800 toneladas de terra bloqueando a saída e apenas com alguns víveres de emergência. Um bilhete enviado das profundezas por um estreito cano de ar indicou ao mundo que eles estavam vivos.
Um acampamento instalou-se no local, apropriadamente chamado de “Acampamento Esperança”. Com a solidariedade internacional, a difícil tarefa teve início. Cápsulas especiais foram fabricadas para a operação Fênix, nome bem escolhido por sua referência ao pássaro mitológico que renascia das cinzas. O lento e cuidadoso trabalho movia de início oito toneladas de terra por dia, o que sugeria uma demora de meses para se completar a operação. Quanto tempo os mineiros presos resistiriam?
Por um duto vertical, as cápsulas de resgate começaram a descer, às 23h05. O presidente do Chile, autoridades nacionais, familiares e equipe médica estavam presentes. A atenção focalizava os 16 resgatadores voluntários que desciam nas apertadas cápsulas, um a um, para trazer os mineiros, um de cada vez. Florêncio Ávalos foi o primeiro a ser resgatado das trevas, escolhido por seu debilitado estado de saúde. Finalmente, veio o último, o líder do grupo, Luis Urzúa, seguindo a rigorosa prática da Marinha, em que o líder é o último a deixar o navio. Urzúa foi saudado pelo presidente Sebastian Piñera: “Cumpriste teu dever de chefe de turno.” A liderança cooperativa, amizade, perseverança e solidariedade haviam triunfado.
Nossa imaginação move-se dessa cena de heroísmo humano para outro salvamento, infinitamente superior e glorioso. Nesse resgate, milhões de seres celestiais que pacientemente empenharam, por séculos, todo o serviço de inteligência do Universo sob a liderança do próprio Jesus Cristo receberão, das profundezas das trevas do planeta Terra, os que se deixarem resgatar. Que grande celebração ocorrerá! (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
28 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Cuide do seu corpo – Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma. 3João 1:2
Minha esposa, que é enfermeira, estava recentemente estudando para um exame de atualização. Ela interrompeu a leitura e comentou: “Com a enorme complexidade do corpo humano, feito de vários órgãos e pequenas partes, é um milagre que mais gente não esteja doente.” Considerando o número de coisas que pode dar errado com o intrincado e detalhado mecanismo humano, é realmente um milagre que o corpo, mesmo sob o assédio de toda sorte de abusos, continue, na maioria das pessoas, funcionando. Lembrei-me do longo período em que sofri uma dor insuportável chamada “neuralgia do trigêmeo”. Três diminutos nervos vindos da cabeça para a face, quando comprimidos por uma artéria fora de sua rota, provocam uma dor equivalente a dez partos.
Regularmente nós não sentimos a saúde. Percebemos a falta dela. Por isso, às vezes somos tão negligentes e descuidados. A saúde é um tesouro valioso que deve ser cuidadosamente preservado. Deus proveu-nos de um corpo com força e resistência invejáveis. Pense no coração, juntas, pulmões, rins, fígado, pâncreas… Isso para não falar do cérebro, sangue, músculos e nervos. Pense agora na quantidade de gordura, açúcar, corantes e outros absurdos que ingerimos sem qualquer consideração.
E o estilo de vida sedentário? John Stark, um morador de Boston, com 52 anos, era a pessoa com melhor condicionamento físico em seu trabalho, mesmo se comparado com outros entre 20 e 40 anos. Ele descobrira em uma pesquisa científica realizada por japoneses que, em média, as pessoas andam de três mil a cinco mil passos por dia. Ele continuou seu estudo sobre a questão e descobriu que, para permanecer saudável e com melhor sistema imunológico, uma pessoa necessita andar 10 mil passos diários, uma distância média de 8 quilômetros. Com a ajuda de um pedômetro, pequeno aparelho para contar os passos, Stark descobriu que ele andava uma média de 20 mil passos por dia. Como morava no quarto andar de um prédio sem elevador, ele estava constantemente subindo e descendo as escadas para fazer as compras, passear com o cachorro, ir ao banco, correio e chegar ao metrô. Andar fazia parte de sua vida, com surpreendente resultado positivo.
Que tal começar hoje a cuidar melhor de seu corpo? (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
29 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
Lâmpada e cura – Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e, luz para os meus caminhos. Salmos 119:105
Se você fizer um levantamento dos seus erros e acertos na vida cristã, descobrirá que eles estão relacionados com sua distância ou proximidade da Palavra de Deus. As Escrituras nos foram dadas, entre outras razões, para nos iluminar e curar. João Crisóstomo, um dos grandes vultos do cristianismo nos primeiros séculos, observou que, assim como o nosso corpo, o corpo de Cristo, a igreja, está sujeito a muitas enfermidades. Remédios, dieta apropriada, clima adequado e adequado repouso ajudam a restaurar nossa saúde física. Mas como podemos ser espiritualmente curados? Ele responde: “O único meio e a única cura nos foram dados, e esse é o estudo da Palavra. Esse é o melhor instrumento, a melhor dieta, o melhor clima; ela está no lugar do remédio e da cirurgia; quer ela seja necessária para anestesiar ou amputar, esse método deve ser utilizado; sem a Palavra, nada mais dá qualquer resultado.”
Para Martinho Lutero, o grande reformador, é possível sobreviver espiritualmente sem todas as coisas, exceto a Palavra de Deus. Diante da Dieta de Worms, ele recusou-se a se retratar, afirmando: “Minha consciência está cativa à Palavra.” Condenado, concluiu mais tarde: “Ainda que eu tivesse que perder meu corpo e minha vida por essa causa, eu não poderia separar-me da Palavra de Deus.” De fato, foi a proclamação da Palavra divina que estabeleceu a Reforma. Como ele diria: “Eu simplesmente ensinei, preguei e escrevi a Palavra de Deus. Além disso, não fiz mais nada. E, enquanto eu dormia [...], a Palavra enfraqueceu o papado tão poderosamente como jamais o fizera qualquer príncipe ou imperador. Eu não fiz nada. A Palavra fez tudo sozinha.”
Fico impressionado pela tradição de reverência pela Palavra de Deus que cobre os séculos da história cristã. Faltariam tempo e espaço para falar de uma legião de cristãos que, desde os dias dos apóstolos até os tempos atuais, consistentemente afirmaram seu compromisso com as Escrituras. Certamente, houve exceções e desvios dessa norma, mas o consenso cristão tem sido de magnificar a importância do estudo da Palavra de Deus. Querido irmão, faça um plano sério de estudo da revelação divina em Sua Palavra. Memorize textos bíblicos, repita-os e ore citando-os. Fale deles aos outros. Tenha um caderno, anote suas descobertas. Maior envolvimento trará maior aprendizado. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)
30 de setembroMeditações Diárias – Meditação Matinal 2014 – Ligado na Videira
À imagem de Deus – Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Gênesis 1:27
Aparentemente, todo mundo está preocupado com sua “imagem”. Políticos empregam “criadores de imagem” para promovê-los. Empresas buscam a “imagem certa” para seus negócios. Outros se vestem com roupas de grife para comunicar uma “imagem positiva”. Em todos esses usos, a “imagem” passou a significar a ilusão de algo que é apresentado como se fosse um substituto da essência, daquilo que realmente é.
Há mais de três décadas, uma marca de cigarro experimentava um declínio nas vendas. Os homens evitavam o produto por causa da imagem do cigarro, primariamente tida como feminina. Na tentativa de mudar essa percepção, uma massiva campanha de marketing reconstruiu a imagem da marca. Passou-se a falar do homem que fumava esse cigarro, focalizando a figura de um imponente cowboy solitário, acendendo o cigarro na pausa do trabalho. A realidade essencial não mudou. O cigarro continuou o mesmo, com todos os danos potenciais. Mudou-se apenas a ilusão, a “imagem” foi alterada. O resultado é que essa marca tornou-se a mais vendida nos Estados Unidos e no mundo.
Deus criou o ser humano à Sua imagem, diz o texto de hoje. Teólogos, ao longo dos séculos, têm discutido o significado da imagem de Deus. Em termos simplificados, contudo, a imagem de Deus no ser humano representa tudo o que é exclusivo na humanidade e que coloca o ser humano acima do resto da criação. De certa forma, o homem e a mulher passaram a partilhar fagulhas da essência divina. Em Gênesis 9:6, tirar a vida de alguém é descrito em termos severamente condenatórios. Isso porque a vida humana reflete a imagem de Deus. A severidade de tal julgamento pode estender-se a todas as atitudes que destroem a imagem divina no homem.
No teto da Capela Sistina, Michelangelo escolheu como peça central de sua grande obra o preciso instante em que Deus desperta o homem. O corpo muscular de Adão repousa inerte. Sua mão se ergue ligeiramente na direção do Deus. Michelangelo captura, então, algo do extraordinário momento em que Deus se inclina e toca o homem, injetando nele a energia viva de Seu fôlego. O pecado desfigurou a humanidade, mas o que sobrou é suficiente para que, pela graça divina, o ser humano seja completamente restaurado. Esse processo pode começar ou continuar hoje mesmo, sem os enganos da noção humana de “imagem”. (Clique aqui: leia o Comentário da Lição – Ligado na Videira)

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 10 – A Lei de Deus – 3º Trimestre, 30 de agosto a 6 de setembro de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videiraclique aqui.

Para a Meditação de hoje, clique aqui.

Para as antigas Meditações de Ellen White, clique aqui.

A Menos Que Olvidemos – George Knight – Meditación Matinal/Devoción Matutina septiembre 2014 – Lecturas Devocionales – (Ligado na Videira)

1° de septiembre – Cómo hacer teología: apelaciones a la autoridad humana -2 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
No sólo de pan vivirá el hombre, mas de todo lo que sale de la boca de Jehová.  Deuteronomio 8:3.
Si bien todos aceptamos que la Biblia es importante, es terriblemente difícil no intentar resolver nuestros problemas teológicos citando las opiniones de los “expertos”. Tanto Urías Smith como G. I. Butler usaron esos recursos en la era de 1888. Si bien la mayoría de los pastores adventistas posiblemente haya concordado con los líderes, la sustancia de la reforma del adventismo planteó un coro de objeciones. E. J. Waggoner era el más lúcido de todos sobre el tema. Al refutar el uso de la opinión experta de Butler para resolver el problema de Gálatas, interceptó al hombre de más edad en su punto más vulnerable. “No me importa nada”,  sostuvo Waggoner, “lo que diga un hombre. Quiero saber lo que Dios dice.  Nosotros no enseñamos como doctrina la palabra de los hombres, sino la Palabra de Dios. Yo estoy totalmente convencido de que usted no citaría a Greenfield, si pudiera encontrar un argumento bíblico en su lugar”. Si los adventistas iban a comenzar a confiar en la opinión autoritativa, aseguró Waggoner, “bien podríamos hacernos papistas de una vez; porque prender la fe de uno a la opinión del hombre es la propia esencia del Papado”. Afirmó que los adventistas del séptimo día, “en cambio, deberían ser protestantes, al examinar todo mediante la Biblia sola”. No solo los adventistas enfrentaban la tentación de invocar autores cristianos convencionales con la intención de sostener diversas posturas, sino también tenían sus autores bien establecidos, como Urías Smith. Guilermo White señaló que algunos pastores adventistas atribuían “igual importancia a las citas de la Escritura que a los comentarios del pastor Smith”, porque Elena de White había elogiado su Daniel and the Revelation [Daniel y el Apocalipsis]. Al fin y al cabo, decían algunos pastores, ¿no dijo el a que Smith “tuvo la ayuda de ángeles celestiales en su obra”? Aquí tenemos un argumento interesante de la historia adventista. Vez tras vez, argumentaban a favor de aceptar la autoridad de alguna persona porque Elena de White recomendó sus escritos o dijo que estos tenían la verdad. Esa no fue la postura de los reformadores en Minneápolis, incluyendo a la misma Elena de White. Todos el os dirían que, no importa cuánta verdad pudiera tener alguien, la única manera de validar cualquier enseñanza particular suya sería yendo a la Biblia y verificándola exhaustivamente. Ese continúa siendo un buen consejo todavía. O, como me gusta decirlo, el undécimo Mandamiento es: “Nunca confíes en un teólogo”. Todas las ideas deben verificarse con la Biblia. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
2 de septiembre – Cómo hacer teología: apelaciones a la autoridad humana -3 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Porque dejando el mandamiento de Dios, os aferráis a la tradición de los hombres. Marcos 7:8.
Un tercer uso no válido de la autoridad humana durante la era de 1888 tenía que ver con la dependencia de la tradición adventista para resolver un punto. Tanto Smith como Butler usaron repetidas veces el argumento de que como las creencias adventistas sobre Gálatas y Daniel habían permanecido durante cuarenta años, no debían cambiarse. Smith, incluso, llegó a afirmar que si las interpretaciones tradicionales estaban equivocadas, se vería forzado a renunciar al adventismo. E. J. Waggoner y A. T. Jones, por supuesto, rechazaron el lamado a la tradición adventista. J. H. Waggoner apoyaba a su hijo. “Durante mucho tiempo he creído”, escribió, “que es un grave error, que está creciendo entre nosotros, que una persona, o incluso una casa editora, emita sus opiniones, y mantenga a la iglesia atada a esa postura porque dio la casualidad de que fue publicada por el a [. .]. Las exposiciones de las Escrituras no pueden descansar sobre” la autoridad de la tradición. “Solo pueden establecerse mediante la investigación serena y el razonamiento justo; y entonces todos deben tener el mismo derecho a expresar sus opiniones”. Elena de White, como de costumbre, estaba del lado de los reformadores. “Como pueblo”, advirtió, “sin duda estamos en gran peligro, si no estamos constantemente en guardia, de considerar que nuestras ideas, por haber sido acaricidas durante mucho tiempo, son doctrinas bíblicas e infalibles en todo sentido. Este es nuestro peligro, y este sería el mayor mal que podría sobrevenirnos como pueblo” ( Manuscrito 37, 1890). La tradición es un tema interesante. Todo adventista ferviente puede ver que otros cristianos se equivocan, al depender de su tradición. Al fin y al cabo, esas tradiciones, en algunos casos, son obviamente erróneas. Nosotros afirmamos que deberían ir a la Biblia. Pero, a la tradición adventista a veces se la ve desde otra perspectiva. Según la lógica, ¿no tenían la verdad nuestros pioneros? Sí, podríamos responder; pero no era toda la verdad sin errores. La única prueba auténtica de la tradición o de cualquier otra fuente de autoridad es comparar su enseñanza con la posición bíblica sobre el tema. En síntesis, la tradición adventista, en sí, no es mejor que la de cualquier otro grupo religioso. Es siempre a la Biblia a la que debemos apelar. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
3 de septiembre – Cómo hacer teología: apelaciones a la autoridad humana -4 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Me ha sido necesario escribiros exhortándoos que contendáis ardientemente por la fe que ha sido una vez dada a los santos. Judas 3.
Contender por la fe no era uno de los defectos de los cuales carecieran los directivos adventistas en la década de 1880. Su problema no era contender, sino hacerlo sobre una base correcta. Una última categoría de autoridad humana, empleada por el grupo Smith-Butler en su intento de conservar el adventismo tradicional, fue su campaña para votar una declaración similar a un credo, que establecería en concreto la teología previa a 1888, y así hacer que estuviera exenta de cambios en el futuro. Los líderes de la Asociación General habían intentado votar una declaración en el Congreso de la Asociación General de 1886, pero fracasaron al no lograr que la comisión teológica se alineara del “lado correcto” de los temas relacionados con Gálatas y Daniel 7. Uno de los problemas de los credos votados es que la tendencia ha sido situarlos firmemente junto a las doctrinas fundamentales de la Biblia, como hitos de la fe. Esos nuevos hitos, una vez establecidos en un credo, se vuelven casi imposibles de revocar en el futuro, ya que la gente interpreta que cualquier cambio destruye la fe de los padres. Las reuniones de Minneápolis fueron testigos de intentos de resoluciones similares a credos sobre los diez cuernos y la ley en Gálatas. El 17 de octubre, por ejemplo, G. B. Starr exigió un voto sobre los diez cuernos. “Me gustaría”, dijo, “acordar una decisión permanente sobre esta cuestión, para que no vuelva a salir la discusión otra vez”. La audiencia respondió con “exclamaciones de ‘amén’, ‘amén’ ”. Sin embargo, Waggoner y los White resistieron con éxito esa movida. La señora de White escribió, el último día de las reuniones, que el a y “Guilermo [. .] tuvieron que vigilar por todas partes para que no haya movidas, para que no se voten resoluciones que resultarían perjudiciales para la obra futura” ( Carta 82, 1888). El a señaló, en 1882, que “la iglesia puede aprobar una resolución tras otra para suprimir todos los desacuerdos de opiniones, pero no podemos forzar la mente ni la voluntad, y así extirpar el desacuerdo. Estas resoluciones quizá disimulen la discordia, pero no pueden aplacarla ni establecer un acuerdo perfecto”. Como resultado, sugirió que era necesario cierto “autodominio cristiano” de variación de creencias. Por otro lado, “las grandes verdades de la Palabra de Dios están enunciadas tan claramente que nadie necesita cometer un error al interpretarlas”. El problema vino con los que magnificaban “los simples granos de arena [. .] y los convertían en montañas y [. .] colocaban barreras entre los hermanos” ( Manuscrito 24, 1892). Ayúdame, Padre, a no ser especialista en granos de arena. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
4 de septiembre – Cómo hacer teología: apelaciones a la autoridad de Elena de White -1 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
La hierba se seca, y la flor se cae; mas la palabra del Señor permanece para siempre. 1 Pedro 1:24, 25.
Los líderes de la Asociación General habían fracasado en el intento de resolver las cuestiones doctrinales que enfrentaba la iglesia mediante el uso de la autoridad humana. Pero, creían que un “testimonio” de Elena de White sobre los puntos en disputa sería aún mejor; al fin y al cabo, sus escritos, ¿no eran de Dios? Butler estaba especialmente entusiasmado con las posibilidades inherentes a ese tipo de decisión. Entre junio de 1886 y octubre de 1888, escribió una serie de cartas que indican un grado creciente de presión, al tratar de forzar a Elena de White a brindar la interpretación autoritativa que él necesitaba para resolver la cuestión de Gálatas. Si hubiese tenido más éxito, podría haber escrito un libro titulado Cómo presionar a un profeta. Empleando buena psicología, comenzó de una manera suave a obtener una respuesta de parte de el a. El 20 de junio de 1886, le escribió quejándose de las enseñanzas de Jones y de Waggoner acerca de que la ley mencionada en Gálatas era la Ley moral; enfatizaba que era un punto que no armonizaba con la enseñanza bíblica tradicional. Luego, Butler deslizó en su apelación, empujándola suavemente a la respuesta apropiada: “He oído que hace años usted insinuó que tenía luz en cuanto a la ley adicional, en el sentido de que se refería al sistema de redención, y no a la Ley moral. Pienso que esta cuestión debe disiparse de alguna manera. Sería una píldora muy amarga para muchos de nuestros principales dirigentes ver que la idea es enseñada en forma general, que la ley que fue agregada [. .] era la misma Ley moral”. El 23 de agosto, el presidente de la Asociación General se expuso un poco más sobre el tema. Después de señalar que el tema estaba creando conflictos, fue bastante específico sobre la situación de la década de 1850, cuando los directivos adventistas habían adoptado la interpretación de la ley ceremonial. Sugirió que podría escribir un foleto sobre el tema. Y, finalmente, insinuó que sabía muy poco sobre la opinión de el a; y de este modo le dio una oportunidad a la señora de White de estampar la “verdadera” postura que él acababa de explicarle en términos generales. Ahora, aquí Butler se encontró con un problema. ¿Cómo se hace para forzar, manipular, convencer o instar a una profetisa a hacer algo? Buena pregunta. Veremos un poco más de la respuesta mañana. Mientras tanto, necesitamos comenzar a pensar en profundidad acerca de la relación del don de profecía moderno con la Biblia. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
5 de septiembre – Cómo hacer teología: apelaciones a la autoridad de Elena de White -2 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Las cosas que se escribieron antes, para nuestra enseñanza se escribieron, a fin de que por la paciencia y la consolación de las Escrituras, tengamos esperanza. Romanos 15:4.
Ayer dejamos al presidente Butler en su intento de manipular a Elena de White para que “produjera” un testimonio, a fin de resolver la controversia de Gálatas. Él no había ido demasiado lejos antes del 23 de agosto de 1886. Para el 16 de diciembre, su paciencia con la profetisa silenciosa se había deteriorado rápidamente. Su plan de resolver el asunto mediante una resolución de credo en el Congreso de la Asociación General de 1886 había fracasado, y estaba comenzando a desesperarse en relación con la falta de cooperación de parte de el a. “Por años hemos estado esperando tener noticias suyas sobre el tema [de Gálatas]”, soltó, “al saber que esta agitación solo terminaría en debate”. Doce días después, le dijo de plano que “nada menos que un testimonio del Cielo” le haría cambiar de opinión. En marzo de 1887, Butler estaba de mejor humor, al haber recibido la reprimenda de Elena de White para Waggoner y Jones, por hacer públicas sus opiniones controvertidas. Al interpretar que algunos de los comentarios de el a indicaban que estaba de su parte en el conflicto de Gálatas, y al creer que el a diría lo correcto, por lo tanto, le recordó que le había escrito repetidas veces sobre el tema, “pero no obtuve respuesta”. Si bien afirmó que no la estaba instando a hacer una declaración, siniestramente insinuó que se sentía “seguro de que después de todo el revuelo sobre este asunto habrá problemas constantes hasta que se sepa su opinión”. “Si nuestro pueblo supiera que usted tenía luz de que la Ley moral no era la ley agregada, el asunto se resolvería en el corto plazo. Eso es, precisamente, lo que nuestro pueblo está esperando saber con mucha ansiedad”. Seguro de que el a ahora se pondría de su lado en público, Butler se sintió herido e impactado cuando el a le escribió, en abril de 1887, que su carta de reprensión a los hombres más jóvenes no significaba que la postura de él era la correcta. Después de esa “traición”, no gastó más tinta en pedir la opinión sobre el tema a el a. En cambio, en su mente comenzaron a crecer fantasmas de un desastre teológico, de traición profética y de conspiración, que a la larga lo llevaron a una depresión nerviosa y a la profusa carta del 1° de octubre de 1888, en la que finalmente la atacó por no presentar la respuesta correcta. Y todo esto, ante los reiterados consejos de el a de que el tema no era de importancia y que debía abandonarse. Aquí hay una pregunta para cada uno de nosotros. ¿Cuánto de nuestra corriente de opinión domina nuestro pensamiento, al acercarnos a la Biblia y a los consejos de Elena de White? ¡Medita en esto! ¡Sé honesto! (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
6 de septiembre – Cómo hacer teología: apelaciones a la autoridad de Elena de White -3 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Inquirid en el libro de Jehová. Isaías 34:16.
Como hemos visto en los últimos dos días, el presidente G. I. Butler, de la Asociación General, había estado tratando de manipular a Elena de White con el propósito de que diera una respuesta autoritativa a sus problemas bíblicos/teológicos, ya que no tenía evidencias suficientes del “libro del Señor” para sostener su posición. Toda la secuencia de las cartas de Butler es de gran interés, dada la forma en que los adventistas consideraban la obra de Elena de White. Muchos han deseado, en forma silenciosa tanto como verbal, que el a todavía estuviese viva en nuestros días, para poder preguntarle el “verdadero” significado de un pasaje bíblico en particular. En la secuencia de Butler, halamos la respuesta de el a a ese enfoque: silencio; silencio frustrante. Los líderes de la Asociación General querían que el a funcionara como una mujer policía teológica, o un árbitro exegético. Eso, es de destacar, es exactamente lo que el a se negó a hacer. Elena de White no solo se negó a resolver el problema bíblico apelando a sus escritos, sino también hasta llegó a inferir a los delegados de las reuniones de Minneápolis, el 24 de octubre, que era providencial que hubiese perdido el testimonio para J. H. Waggoner, en el que supuestamente había resuelto la cuestión de la ley en Gálatas de una vez por todas en la década de 1850. “Dios tiene un propósito en esto. Quiere que vayamos a la Biblia y busquemos evidencias bíblicas”  ( Manuscrito 9, 1888; énfasis añadido). En otras palabras, el a estaba más interesada en lo que la Biblia tenía para decir sobre el tema que en lo que el a hubiese escrito. Para el a, los Testimonios no debían convertirse en la última palabra autoritativa sobre temas bíblicos. Ni tampoco debían ocupar el lugar de la Biblia. Enfatizó ese punto con energía a comienzos de 1889, en la publicación del Testimonio 33, que tiene una amplia sección sobre el rol de sus escritos. Necesitamos familiarizarnos con esa sección. ¿Por qué no leerla hoy o el próximo sábado (ver TI 5:615-647)? Elena de White explicitó que sus escritos cumplían la función de “hacerlos volver a la Palabra” ( ibíd. , p. 622) y ayudarlos a comprender los principios bíblicos; pero, nunca los mostró como un comentario divino de la Escritura. Sin embargo, esto no siempre era obvio para sus hermanos adventistas. Y hay muchos que aún hoy no han captado eso. Elena de White nunca dejó de conducir a la gente al “libro del Señor” y a Jesús. No se señaló a sí misma, ni a sus escritos, como la autoridad. Ese es el mejor testimonio que tenemos para sostener la validez de su don. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
7 de septiembre – Cómo hacer teología: apelaciones a la autoridad de Elena de White -4 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Recibieron la palabra con toda solicitud, escudriñando cada día las Escrituras para ver si estas cosas eran así. Hechos 17:11.
Los nobles bereanos estudiaban las Escrituras fielmente para descubrir la verdad. Eso es exactamente lo que Elena de White estaba tratando de lograr que hicieran los dirigentes adventistas, a fines de la década de 1880. Pero, muchos de el os acudían a los escritos de el a para resolver sus problemas bíblicos, en vez de hacer su tarea con la Biblia. Fue justamente ese problema el que trató de evitar. Quizá sus seguidores “equivocados” no hayan logrado que el a “produjera” un testimonio sobre el tema de Gálatas; pero, al menos pudieron sentir una oleada de agradecimiento porque finalmente tenían sus escritos publicados sobre el tema, especialmente, dado que aparentemente el a había identificado la ley en Gálatas en sus Sketches From the Life of Paul [Notas biográficas de la vida de Pablo] (1883). Por las anotaciones en diarios, sabemos exactamente qué páginas leyeron algunas personas en el congreso de 1888. El 24 de octubre, J. H. Morrison utilizó Sketches en un intento por demostrar la validez de la interpretación de la ley ceremonial. Buscó la página 193 y leyó a los delegados: “Él [Pablo] describe la visita que hizo a Jerusalén para garantizar una solución a las mismas cuestiones que están agitando a las iglesias de Galacia, en cuanto a si los gentiles deberían someterse a la circuncisión y guardar la ley ceremonial”. A continuación, Morrison citó, de la página 188, el análisis que el a hizo sobre la naturaleza del problema de los gálatas: “Habiendo llegado a este punto, el os [los cristianos judaizantes] los indujeron [a los cristianos de Galacia] a volver a la observancia de la ley ceremonial, como elemento esencial para la salvación. La fe en Cristo y la obediencia a la ley de los Diez Mandamientos eran consideradas de menor importancia”. Morrison también leyó de la página 68, en la que la señora de White hablaba del yugo de esclavitud mencionado en Hechos 15:10 y en Gálatas 5:1: “Este yugo no era la ley de los Diez Mandamientos, como aquel os que se oponen a la demanda obligatoria de la Ley insisten; pero Pablo se refería a la ley de las ceremonias”. Después de presentar estas evidencias, Morrison se sentó, y los tradicionalistas debieron haber creído que habían zanjado la cuestión; después de todo, ¡tenían una cita de Elena de White! De modo que el os tenían razón, y Waggoner y Jones estaban errados, sobre la base del comentario que el a hizo de la Biblia. Esa postura, como veremos mañana, no fue la que asumió Elena de White. Guíanos, Padre, al contemplar la importante cuestión de la autoridad religiosa y de la relación de los dones del Espíritu con la Biblia. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
8 de septiembre – Cómo hacer teología: apelaciones a la autoridad de Elena de White -5 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Los oídos de todo el pueblo estaban atentos al libro de la ley. Nehemías 8:3.
Ayer vimos que J. H. Morrison leyó los Sketches From the Life of Paul, de Elena de White, para resolver de una vez por todas la argumentación de que la ley de Gálatas era la ley ceremonial, y no la moral. Las citas que presentó, indudablemente, parecen enseñar esa posición. Morrison y sus amigos estaban convencidos de que habían demostrado que tenían razón, sobre la base del “comentario divino” de Elena de White sobre la Escritura. Pero, esa no era la postura que asumió la señora de White. Esa misma mañana (antes de la presentación de Morrison), al referirse al tema de Gálatas, había dicho: “No puedo asumir una postura para ninguno de los dos lados hasta que haya estudiado el tema” ( Manuscrito 9, 1888). Fue en ese contexto que señaló que era providencial que no pudiera encontrar su testimonio para J. H. Waggoner sobre el tema. Algunos habrían hecho un uso erróneo de él, para evitar que la gente explorara la Palabra de Dios. Elena de White tenía luz para los delegados de la Asociación General sobre el tema de Gálatas. Pero esa luz, como afirmó en repetidas ocasiones, era que el os necesitaban estudiar la Biblia, y no descansar en ninguna otra forma de autoridad al buscar el significado en la Escritura. El a recalcó ese mensaje en su último mensaje registrado del evento de Minneápolis: “Un llamado a un estudio más profundo de la Palabra”. Aparentemente, el uso que hizo Morrison de Sketches con el fin de demostrar que tenía razón no la impresionó. No tenemos indicios de que el a considerara que la cuestión se había resuelto mediante ese método, ni citó sus propios escritos en Minneápolis para decidir ningún tema teológico, histórico ni bíblico. Sus escritos tenían sus propósitos, pero uno de el os era no asumir una posición superior a la Biblia proveyendo un comentario infalible. La señora de White reflejaría la misma actitud veinte años después, en la controversia por el “continuo” de Daniel 8; una lucha basada, una vez más, en sus comentarios. Y, una vez más, indicó a la gente que no usara sus escritos de ese modo. De hecho, para evitar que emplearan mal sus escritos sobre la ley en Gálatas, hizo quitar las declaraciones cuando revisó Sketches,  para convertirlo en Los hechos de los apóstoles,  en 1911. Se tomó en serio lo que mencionara respecto de que la gente acudiera a la Biblia para descubrir su significado, en vez de depender de sus escritos. El asunto de la autoridad es muy importante. Que Dios nos ayude diariamente, al estudiar su Palabra, para descubrir su verdad y su voluntad para nuestra vida. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
9 de septiembre – Cómo hacer teología: La autoridad de la Biblia – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Toda la Escritura es inspirada por Dios, y útil para enseñar, para redargüir, para corregir, para instruir en justicia.  2 Timoteo 3:16.
Waggoner, Jones y los White sintonizaban armónicamente entre elos en cuanto al modo apropiado de resolver las cuestiones teológicas. Todos sostenían que la Biblia es el único determinante de la creencia cristiana. Como resultado, se unieron contra los intentos de los tradicionalistas de utilizar cualquier otra forma de autoridad a fin de resolver las cuestiones bíblicas. Elena de White fue especialmente insistente en la necesidad del estudio de la Biblia para ocuparse en disputas teológicas. En abril de 1887, por ejemplo, escribió a Butler y a Smith, diciendo: “Queremos evidencias bíblicas para cada punto en el que avanzamos. No queremos pasar por alto cuestiones, como hizo el pastor Canright con las afirmaciones” ( Carta 13, 1887). En julio de 1888, enunció su postura con la mayor claridad posible, cuando publicó en la Review que “la Biblia es la única regla de fe y doctrina”  ( RH, 17 de julio de 1888; énfasis añadido). Y el 5 de agosto de 1888 recomendó a sus lectores: “Escudriñen las Escrituras cuidadosamente, para ver cuál es la verdad”. Y añadió que “la verdad no tiene nada que perder con una investigación a fondo. Que la Palabra de Dios hable por sí misma, que sea su propio intérprete”. “La Palabra de Dios es la gran detractora del error; creemos que todo debe ser llevado a el a. La Biblia debe ser nuestro patrón para toda doctrina y práctica [. .]. No debemos recibir la opinión de nadie sin compararla con las Escrituras. Aquí hay autoridad divina, que es suprema en asuntos de fe. Es la palabra del Dios viviente la que debe decidir todas las controversias”  ( Carta 20, énfasis añadido). Elena de White, también, recalcó el mensaje durante su última presentación en Minneápolis: “Las Escrituras deben ser su estudio; entonces sabrán que tienen la verdad [. .]. No deberían creer ninguna doctrina simplemente porque otro diga que es verdad. No deberían recibirla porque el pastor Smith, o el pastor Kilgore, o el pastor Van Horn o el pastor Haskell dicen que es verdad, sino porque la voz de Dios la ha declarado en sus oráculos divinos” (Manuscrito 15, 1888). Fácilmente podría haber agregado su propio nombre a esa lista, dada la postura que había asumido durante las reuniones. Gracias, Señor, por tu Palabra en la Biblia. Hoy queremos reconsagrar nuestra vida al estudio diario de el a, con más persistencia y energía. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
10 de septiembre – Victoria en Minneápolis sobre la cuestión de la autoridad – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
A fin de que el hombre de Dios sea perfecto, enteramente preparado para toda buena obra. 2 Timoteo 3:17.
Una buena cantidad de pastores se tomó en serio la petición de Elena de White de Minneápolis del estudio personal de la Biblia. “Muchos salieron de esta reunión”, escribió Guilermo White el 2 de noviembre de 1888, “con la determinación de estudiar la Biblia como nunca antes, y el resultado será una predicación más clara”. R. DeWitt Hottel anotó en su diario que una de sus primeras actividades después de regresar a su casa desde Minneápolis “fue leer el libro del hermano Butler sobre Gálatas, y también la respuesta del hermano Waggoner. También, me sumergí en la Biblia”. Aparentemente, Hottel estaba probando las conclusiones de ambos hombres con las Escrituras. Otra historia exitosa fue la de J. O. Corliss, que había estado examinando la Palabra de Dios con resultados gratificantes. “Nunca tuve esos torrentes de luz en el mismo período”, declaró, “y la verdad nunca me pareció tan buena como ahora. En soledad, estudié los temas de los pactos y la ley de Gálatas. Arribé a mis conclusiones sin consultar a nadie, más que al Señor y su santa Palabra. Creo que ahora tengo el asunto claro en mi mente, y puedo ver la beleza y la armonía de la postura del Dr. [Waggoner] sobre la ley de Gálatas”. Aparentemente, no todos habían sintonizado a Elena de White en Minneápolis. Durante el Congreso de la Asociación General de 1889, el a pudo escribir que estaba “agradecida de ver en los hermanos ministros la disposición de escudriñar las Escrituras por sí mismos” ( Manuscrito 10, 1889). A comienzos de la década de 1890, la Asociación General patrocinó escuelas anuales para los pastores, como respuesta al lamado de Minneápolis para el clero adventista de legar a ser mejores estudiantes de la Biblia. Las reuniones de Minneápolis habían destacado la incapacidad de el os de interactuar con la Biblia. El avasalador Butler ya no era presidente de la Asociación General, y la administración de O. A. Olsen hizo lo posible con el propósito de procurar que los pastores de la iglesia llegaran a ser mejores estudiantes de la Biblia. Dada la importancia de la Biblia, una de las sorpresas de la iglesia del siglo XXI es que no le dedicamos más tiempo. La mayoría pasa más tiempo frente al televisor, por ejemplo, que frente a una Biblia abierta. Hoy es el día de cambiar esa pauta. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
11 de septiembre – Fracaso en Minneápolis sobre la cuestión de la autoridad – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Fueron haladas tus palabras, y yo las comí; y tu palabra me fue por gozo y por alegría de mi corazón. Jeremías 15:16.
Es bueno comer las palabras de Dios. Pero, a veces, preferiríamos participar de las de otras personas. Ese pensamiento nos remonta al tema de la autoridad en Minneápolis. Si bien las repercusiones del congreso tuvieron sus éxitos, también tuvieron sus fracasos. Quizás el más obvio fue la tentación continua a depender de las opiniones humanas. Sin embargo, en 1894 ya no eran las palabras autoritativas de Butler y de Smith sino las de Jones las que causaban problemas. El repetido aval que tuvieron él y Waggoner de parte de Elena de White en Minneápolis, y después, indudablemente había preparado la mente de muchos para aceptar cualquier cosa que el os dijeran o escribieran. Debido a que exaltaban a Cristo, pero el poder de las fuerzas del adventismo estaban alineadas contra el os, el a tuvo que “gritar en alta voz” su respaldo hacia el os, para que les prestaran oídos. Su voz no fue ignorada. En 1894, S. N. Haskel sintió la obligación de hacerle la observación de que había sido “absolutamente necesario” que el a “defendiera a los pastores Waggoner y A. T. Jones durante estos años”. “Pero”, añadió, “todo el país ha sido acalado en sus críticas contra el os en la medida necesaria. Se ha peleado la batala, y se ha ganado la victoria”. La iglesia, le dijo, ahora afrontaba el problema opuesto: la gente y los líderes eclesiásticos “estaban tomando todo lo que el os [Jones y W. W. Prescott] decían como si fuese casi inspirado por Dios”. F. M. Wilcox había llegado a una conclusión similar. Al escribir desde Battle Creek, señaló: “Hubo un tiempo en que muchos de los principios que el hermano Jones ha hecho resaltar eran combatidos; pero últimamente la gran mayoría de nuestro pueblo se ha colgado de sus palabras casi como si fuesen las palabras de Dios”. Así es que, para 1894, los adventistas habían engendrado una nueva crisis de autoridad. “Algunos de nuestros hermanos”, comentó Elena de White, “han mirado a estos pastores y los han colocado donde debería estar Dios. Han recibido cada palabra de sus labios, sin buscar con atención el consejo de Dios para el os mismos” ( Carta 27, 1894). ¿Aprenderemos alguna vez? Una de las grandes lecciones del Congreso de la Asociación General de 1888 trae consigo la definición de autoridad: que la Palabra de Dios es la autoridad suprema; y que necesitamos dejar de confiar en las palabras de los seres humanos y de leer la Biblia a través de los ojos de el os. ¡Dios, ayúdanos! (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
12 de septiembre – El profeta y los mensajeros – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Toma a Marcos y tráele contigo, porque me es útil para el ministerio. 2 Timoteo 4:11.
Los profetas y los apóstoles bíblicos de tanto en tanto recomendaban a personas que serían una bendición especial para la iglesia. Elena de White no era diferente en ese sentido. El respaldo más reiterado que dio durante su ministerio fue hacia Waggoner y Jones. Una y otra vez los defendió por causa de su mensaje cristocéntrico. Pero, su repetida recomendación ¿significaba que el a aceptara todo lo que el os enseñaban, incluso en relación con la Ley y el evangelio? Permitámosle responder a el a misma. Al comienzo de las reuniones de Minneápolis, el a escribió acerca de su ángel “guía”, que “extendió sus brazos en dirección al Dr. Waggoner y hacia usted, pastor Butler, y en esencia dijo: ‘Ninguno [tiene] toda la luz sobre la ley; ninguna de las dos posiciones es perfecta’ ”. Si bien el contexto de esa declaración es el Congreso de la Asociación General de 1886, todavía tenía la misma postura en 1888 ( Carta 21, 1888). A principios de noviembre, dijo a los delegados de Minneápolis que algunas de las cosas que Waggoner había presentado sobre la ley de Gálatas “no armonizan con la interpretación que yo he tenido de este tema”. Más adelante en la misma charla, el a afirmó que “algunas interpretaciones de la Escritura dadas por el Dr. Waggoner no considero que sean correctas” ( Manuscrito 15, 1888). Guilermo White justifica la postura de su madre. Desde Minneápolis, escribió a su esposa que “gran parte de lo que enseña el Dr. W. está en línea con lo que” su madre había “visto en visión”. Eso había llevado a algunos a la conclusión “de que el a respalda todas las opiniones de él, [y que ninguna] parte de la enseñanza de el os discrepa [con la de su madre] ni con sus Testimonios [...]. Podría demostrar que todo esto es [falso]”. Constantemente Elena de White validaba el núcleo central de lo que Jones y Waggoner presentaban sobre la justicia de Cristo. Pero, un análisis de sus escritos refleja una cantidad de temas teológicos importantes en los que el a difería de el os. Sin embargo, apuntaban en la dirección correcta al tratar de exaltar a Cristo y la justificación por la fe, no mediante la observancia de la Ley. Como con cualquier orientación profética, no hay blancos perfectos. Todo debe evaluarse a la luz de la Biblia. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
13 de septiembre – Dos clases de justicia -1 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Maestro bueno, ¿qué bien haré para tener la vida eterna? [. .]. Si quieres entrar en la vida, guarda los mandamientos. Mateo 19:16, 17.
Los adventistas, a lo largo de los años, han oído mucho acerca de la cuestión de la justificación por la fe en el Congreso de la Asociación General de 1888. Pero ¿qué enseñaban Jones y Waggoner en realidad? Y ¿qué posturas de Smith y Butler necesitaban corregirse? Pasaremos varios días considerando las respuestas a esas preguntas. Quizá la mejor forma de introducir el tema sea mediante los editoriales de Urías Smith en la Review de enero de 1888. En un artículo del 3 de enero titulado “El punto principal”, afirmaba que el objetivo de los pioneros adventistas era anunciar la última proclamación de la Segunda Venida y “levar a las almas a Cristo mediante la obediencia a esta verdad de prueba final. Este era el único punto objetivo de todos sus esfuerzos; y el fin buscado no se lo consideraba ganado a menos que las almas se convirtieran a Dios y que llevara a buscar, a través de una obediencia inteligente a todos sus mandamientos, una preparación del Señor del cielo”. Smith unió “El punto principal” con el mensaje del tercer ángel, subrayando la palabra “guardar” al citar Apocalipsis 14:12: “Aquí está la paciencia de los santos, los que guardan los mandamientos de Dios y la fe de Jesús”. Debemos detenernos aquí por un momento. Piensa en esto. ¿Cómo llega la gente a Cristo? ¿Mediante la obediencia, como afirma Smith? ¿O por algún otro método? Este énfasis vuelve a aparecer en su último editorial de enero de 1888, “Condiciones de vida eterna”. Basó sus comentarios en la pregunta del joven rico a Cristo: “Maestro bueno, ¿qué bien haré para tener la vida eterna?” La respuesta bíblica, proclamó Smith, podría resumirse en una proposición como “arrepiéntete, cree, obedece y vive”. Afirmaba que esa era la respuesta de Jesús. Al fin y al cabo, ¿no le dijo al joven rico: “Si quieres entrar en la vida, guarda los mandamientos”? Smith siguió señalando que “el problema con la justicia de los fariseos” era que no habían alcanzado un grado aceptable de “carácter moral” en relación con la “Ley moral”. Al seguir la falsa pista de José Bates sobre el significado de la historia del joven rico, Smith y sus colegas estaban sumidos en el legalismo. Aún no habían descubierto la relación neotestamentaria entre la Ley y el evangelio. Algunos de nosotros, y me incluyo, hemos luchado fuertemente con el mismo tema. Pero, espera. De eso se trata 1888. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
14 de septiembre – Dos clases de justicia -2 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
¿No fue justificado por las obras Abraham [. .]? Santiago 2:21.
La relación entre la fe y la obediencia está en el centro de la justicia y la justificación. Ayer encontramos a Urías Smith razonando, a comienzos de 1888, que la obediencia era la clave de la salvación. Su principal ilustración era la del joven rico. De lo que Smith no se dio cuenta fue que aunque el joven rico había guardado los Mandamientos, aun así se alejó de Cristo, totalmente perdido. Smith y sus colegas, por supuesto, creían en la justificación por la fe. Tenían que creerlo, porque está en la Biblia. Pero, basaban su interpretación en la traducción engañosa de la King James Version [Versión del Rey Jacobo] de Romanos 3:25, que afirma que “la justicia [de Cristo] para la remisión de los pecados que son pasados” [en RV60: “su justicia [de Cristo], a causa de haber pasado por alto [. .] los pecados pasados”]. De modo que J. F. Balenger pudo escribir: “Para hacer reparación de los pecados pasados, la fe lo es todo. Indudablemente preciosa es esa sangre que borra nuestros pecados y deja un registro limpio del pasado. La fe solo puede hacer que las promesas de Dios sean nuestras. Pero el deber actual debemos cumplirlo nosotros [. .]. Obedece la voz de Dios, y vive; o desobedece, y muere”. Un resultado de su creencia de que la justificación por la fe se ocupaba de los pecados pasados era que Smith, Butler y sus amigos enseñaban que conservar la justificación después de la conversión era un asunto de “justificación por obras”. Después de todo, Balenger escribió posteriormente, citando a Santiago: “¿No fue justificado por las obras Abraham [. .]?” “Cuando obedecemos, ese acto, unido a nuestra fe, garantiza nuestra justificación”. Así que, para estos adventistas, la justificación no era solo por fe, como afirma Pablo repetidas veces (incluso de Abraham; ver Rom. 3:20-25; 4:1-5; Efe. 2:5, 8; Gál. 2:16), sino fe más obras. Era precisamente esa teología con la cual Waggoner y Jones disentían. En un editorial de enero de 1888 en la Signs,  titulado “Diferentes clases de justicia”, Waggoner, que contendía con Smith, señaló que una persona no podía mejorar la justicia moral de los escribas y los fariseos porque “el os confiaban en sus propias obras, y no se sometían a la justicia de Dios”. De hecho, afirmaba que la justicia de el os no era “verdadera justicia para nada”. Simplemente, habían tratado de “encubrir una prenda sucia y harapienta, poniéndose encima algunos trapos sucios más”. ¿Cómo somos salvos? Y ¿cómo se relacionan las obras con esa salvación? Esa era la esencia de la lucha en Minneápolis. También era el conflicto entre Pablo y sus adversarios en Romanos y en Gálatas. Danos entendimiento para este tema crucial, Padre, al reflexionar en él día a día. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
15 de septiembre – Dos clases de justicia -3 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Todas nuestras justicias [o “mejores obras”, TLA] como trapo de inmundicia. Isaías 64:6.
¿Será así? Esa es la postura asumida por Waggoner, ante el énfasis de Smith y sus amigos sobre la justificación por obras. “La justicia humana”, escribió Waggoner, “no tiene más valor que antes, después de que un hombre es justificado”. El cristiano justificado “ ‘por su fe vivirá’ ”. Por lo tanto, “el que tiene más fe vivirá la vida más íntegra”. Eso es cierto, porque Cristo es “ ‘JEHOVÁ, JUSTICIA NUESTRA’ ”. Para Waggoner, la fe lo era todo; y la ecuación de fe + obras = justificación encontró sus raíces en “el espíritu del anticristo”. Jones se mantuvo firme con Waggoner. En mayo de 1889, por ejemplo, dijo a sus oyentes que la Ley no era el lugar para buscar justicia. “Todas nuestras justicias [son] como trapo de inmundicia”. Smith se ofendió con esos comentarios. Un mes después, disparó una andanada contra Jones en la Review,  titulada “Nuestra justicia”. Observó que algunos de los corresponsales de la Review estaban cayendo en el juego de los que acabarían con la Ley haciendo comentarios acerca de que nuestra justicia son “trapos de inmundicia”. El editor de la Review siguió, diciendo que “la obediencia perfecta a la [Ley] originará justicia perfecta, y que esa es la única manera en que alguien pueda alcanzar la justificación”. Afirmó que “no debemos sentarnos a descansar sin hacer nada, como una masa de inercia en las manos del Redentor [. .]. ‘Nuestra justicia’ [. .] se da por estar en armonía con la Ley de Dios [. .]. Y ‘nuestra justicia’, en este caso, no puede ser trapos de inmundicia”. Concluyó que hay una justicia que “ha de obtenerse haciendo y enseñando los Mandamientos”. Cuando salió ese artículo, Elena de White estaba predicando que la fe debe venir antes que las obras, en la reunión campestre de Rome, Nueva York. Cuando la gente no podía armonizar lo que el a estaba diciendo con el artículo de Smith, la respuesta de el a fue que el hermano Smith “no sabe de qué está hablando; ve a los árboles como hombres caminando”. Señaló que solo porque Jesús y su justicia son fundamentales en la salvación eso no significa que desechemos la Ley de Dios ( Manuscrito 5, 1889). A Smith le escribió diciendo que estaba en una senda que lo llevaría a un precipicio; y que estaba “caminando como un ciego” ( Carta 55, 1889). ¿Cómo está nuestra vista espiritual? ¿Tenemos en claro la relación entre la fe y las obras, la Ley y la gracia? Quizá no. Pero, de eso se trató el énfasis de 1888. Las respuestas vendrán al seguir la conducción de Dios a través de este pedacito de historia adventista. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
16 de septiembre – Dos clases de justicia -4 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Por las obras de la ley ningún ser humano será justificado delante de él; porque por medio de la ley es el conocimiento del pecado.  Romanos 3:20.
La enseñanza bíblica parece ser bastante clara. La función de la Ley es mantener en pie el ideal de Dios y hacer notar nuestro pecado cuando no cumplimos con ese ideal. La Ley, dice claramente Romanos 3:20, no tiene absolutamente ningún poder para salvar. Eso es totalmente cierto. ¡Pero! Pero, si yo creo realmente que la justificación es por gracia mediante la fe, sin las obras de la Ley, entonces, ¿qué pasa con la Ley? ¡Buena pregunta! El temor era que la minimización de la Ley terminara acabando con el sábado, que motivó las fuerzas de Smith y Butler en la era de 1888. Escuchemos a Butler sobre el tema. En un artículo titulado “La justificación de la ley cumplida por nosotros”, observó que “hay un sentimiento que predomina en casi todas partes”, que es agradable pero peligroso: “‘Solo cree en Cristo, y vas a estar bien’ [. .]. Jesús lo hace todo”. Esa enseñanza, proclamó, “es una de las herejías más peligrosas del mundo”. La razón de ser del mensaje del tercer ángel, enfatizó, es “la necesidad de la obediencia a la Ley de Dios. ‘Aquí está la paciencia de los santos, los que guardan los mandamientos de Dios  y la fe de Jesús’ ”. El mundo cristiano, agregó Butler, estaba perdiendo rápidamente esa verdad, y los adventistas necesitaban exaltarla. Ahí lo tenemos. Demasiado de Cristo y su justicia, temían algunos, acabaría con la Ley, la obediencia y la necesidad de justicia humana. Ese temor estaba en la médula de la reacción de las enseñanzas de Jones y Waggoner en Minneápolis. Los dos bandos tenían dos perspectivas muy diferentes. Para los reformadores, las palabras y las frases clave eran “Cristo”, “fe”, “justificación por la fe”, y términos relacionados con la justicia de Cristo. El grupo de Smith/Butler, por otro lado, enfatizaba el “esfuerzo humano”, las “obras”, la “obediencia”, la “Ley”, los “Mandamientos”, “nuestra justicia” y la “justificación por obras”. Esos dos énfasis son bien visibles en el adventismo, 120 años después de Minneápolis. ¿Tienen que ser mutuamente excluyentes? ¿Por qué sí o por qué no? ¿Cuál es tu postura en estos temas? Piénsalo. Analízalo con tu familia y con tus amigos. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
17 de septiembre – ¿Cómo consideraba Waggoner la salvación? -1 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Porque por gracia sois salvos por medio de la fe; y esto no de vosotros, pues es don de Dios; no por obras, para que nadie se gloríe. Efesios 2:8, 9.
Lo primero que advertimos en la teología de Waggoner es que los seres humanos no pueden hacer nada para ganar la salvación. “Nuestra salvación”, escribió, “se debe exclusivamente a la infinita misericordia de Dios, por los méritos de Cristo”. Dios “no espera que los pecadores deseen el perdón antes de hacer un esfuerzo por salvarlos”. Eso, sin duda, es una buena noticia. Pero es un evangelio muy alejado de la postura de Urías Smith de que la obediencia leva a los hombres y las mujeres a Dios. Al contrario, según Waggoner, el Dios de gracia busca al perdido inmerecedor. El Señor toma la iniciativa en la salvación. Un segundo pilar de la teología de Waggoner es que ninguna persona puede llegar a ser buena por la obediencia a la Ley, porque “la ley no tiene ni una partícula de justicia para ofrecerla a ningún hombre”. Sostenía que “un hombre no puede hacer el bien hasta que primero se haga bueno.  Por lo tanto, los actos hechos por una persona pecaminosa no tienen ningún efecto para hacerlo justo; pero, al contrario, como provienen de un corazón malo, son malos, y así añaden a la suma de su pecaminosidad”. Sin embargo, señaló, “los fariseos no se extinguieron; son muchos en nuestros días los que esperan obtener la justificación mediante sus buenas obras”. Según Waggoner, Dios nunca presentó la Ley como un camino para alcanzar el cielo. Tanto Waggoner como Jones creían que la función de la Ley no era solo “dar a conocer el pecado”, sino  “levar a la gente a Cristo, para que pueda ser justificada por la fe”. “Dado que los mejores esfuerzos de un hombre pecador”, afirmó, “no tienen ni la más mínima incidencia para producir justicia, es evidente que la única manera de obtenerla es como un regalo”. Nuestros intentos de obtener justicia son como tratar de cubrir nuestra desnudez con “trapos de inmundicia”. Pero, “descubrimos que cuando Cristo nos cubre con el manto de su justicia, no proporciona un manto de pecado, sino que quita el pecado”. De hecho, cuando aceptamos la justicia de Cristo, nuestro “pecado ha sido cancelado”. Gracias, Señor, por el manto de Cristo. Habiendo intentado infructuosamente, durante años, finalmente estamos listos para entregarnos y aceptar tu don plenamente. Amén. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
18 de septiembre – ¿Cómo consideraba Waggoner la salvación? -2 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Mas a todos los que le recibieron, a los que creen en su nombre, les dio potestad de ser hechos hijos de Dios; los cuales no son engendrados de sangre, ni de voluntad de carne, ni de voluntad de varón, sino de Dios.  Juan 1:12, 13.
En el momento en que una persona acepta la justificación de Cristo mediante la fe, afirmaba Waggoner, esa persona llega a ser parte de la familia de Dios. “Observen”, escribió, “que es al ser justificados por gracia cuando somos hechos herederos [. .]. La fe en Cristo Jesús nos hace hijos de Dios;  por lo tanto, sabemos que todo el que ha sido justificado por la gracia de Dios –ha sido perdonado– es un heredero de Dios”. Pero, la justificación y la adopción en la familia de Dios no son la suma total de la salvación, para Waggoner. Lejos de eso, “Dios no nos adopta como sus hijos porque somos buenos, sino para hacernos buenos”. En el mismo momento en que Dios justifica y adopta a las personas en su familia celestial, las transforma en nuevas criaturas. Esas personas, añade Waggoner, no solo ya no están bajo condenación, sino también “ahora son nuevas criaturas en Cristo, y de al í en adelante deben caminar en novedad de vida, ya no ‘bajo la Ley’, sino ‘bajo la gracia’ ”. En el momento de la justificación, Dios da al pecador convertido “un corazón nuevo”. Así que, “es correcto decir que es salvo”. Aquí es importante señalar que Waggoner a menudo hablaba de la justificación por fe y del nuevo nacimiento en el mismo contexto. Eso es bastante apropiado, ya que ocurren en el mismo momento. En otras palabras, en el momento en que una persona es justificada, también nace de nuevo por el Espíritu Santo. Así que, el ser considerados justos (ser justificados) y el cambio de naturaleza ocurren simultáneamente. Como resultado, el ser considerados justos, según Waggoner, no es una ficción legal. Las personas justificadas piensan diferente y desean actuar en forma diferente, bajo la conducción de Dios. Pero, por supuesto, cuando caen y confiesan esa falta, la gracia de Dios está al í para perdonarlas de nuevo. El ser adoptados en la familia de Dios, como personas que nacieron fuera de esa familia (ver Efe. 2:1-5), es una promesa maravilosa. Gracias, Señor, porque podemos ser parte de la familia de Dios. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
19 de septiembre – ¿Cómo consideraba Waggoner la salvación? -3 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
De modo que si alguno está en Cristo, nueva criatura es; las cosas viejas pasaron; he aquí todas son hechas nuevas. 2 Corintios 5:17.
Nueva “criatura” (RVR 60), o nueva “creación” (NVI) en Cristo es una enseñanza poderosa. Está presente en todo el Nuevo Testamento, pero hala especial expresión en los escritos de Pablo. Waggoner retomó ese tema, al señalar que en el mismo momento en que las personas son justificadas también nacen de nuevo como nuevas criaturas y son adoptadas en la familia de Dios. En palabras de Waggoner, “la diferencia entre un hombre justo y un pecador es mucho más que una mera diferencia de creencia. Es más que un mero ajuste de cuentas de parte de Dios. Es una diferencia real [. .]. Dios nunca declara justa a una persona simplemente porque acepte la verdad. Hay un cambio real y literal de un estado de pecado a la justificación, que justifica a Dios al hacer la declaración”. En pocas palabras, la persona justificada vivirá diferente que un pecador, porque Dios la ha transformado en una nueva criatura en el momento de la justificación. Para Waggoner, la justificación, el nuevo nacimiento y la adopción eran el comienzo del caminar cristiano. En contra de los maestros de la santidad que se aferraban a una forma de santificación “sin ningún cambio de hábito de parte de la persona”, él consideraba que la “santidad” sin la obediencia a la Ley y un cambio de vida era una “ilusión”. La persona salva, según Waggoner, llevará una vida según la Ley de Dios. Escribió que “una persona no puede amar a Dios sin manifestarlo en obras, así como no puede vivir sin respirar”. La victoria sobre el pecado proviene del poder del Espíritu Santo que mora en la vida de un cristiano. Solo los que ganan la victoria sobre el pecado, sostenía, estarán en el Reino eterno. Waggoner, como podemos ver, no estaba en contra de la Ley ni de la obediencia. No obstante, estaba totalmente en contra de la Ley y de la obediencia como el centro de la experiencia de una persona. ¡No! Ese lugar era solo para Cristo y su justicia. Pero, dentro de la esfera de la justicia de Cristo, la persona recién nacida necesariamente deseará caminar con Dios y guardar su Ley. El orden es crucial. Primero viene la salvación. Luego viene la obediencia. Si lo invertimos, tenemos legalismo. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
20 de septiembre – ¿Y el Pacto? -1 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
He aquí vienen días, dice el Señor, en que estableceré con la casa de Israel [. .] un nuevo pacto [. .]. Pondré mis leyes en la mente de el os, y sobre su corazón las escribiré. Hebreos 8:8-10.
Un pacto religioso es un compromiso entre Dios y las personas, en el que Dios se compromete a bendecir a los que lo aceptan y se comprometen con él. Esa es una buena definición. Pero ¿qué significa, exactamente? ¿Cuáles son sus implicaciones? Esos interrogantes dividieron a la comunidad adventista al á, por la década de 1880. Smith y Butler tenían su respuesta para la cuestión del Pacto. Era sencila: “Obedece, y vive”. Quienes obedecieran tendrían vida eterna. De al í su énfasis en la Ley, la obediencia y la justificación personal. Pero, a Waggoner la ecuación “obedece, y vive” lo desconcertaba. Primero, afirmó, venía la justificación y la vida en Cristo, y recién después la obediencia. Así que, podríamos enunciar su fórmula como: “Vive [en Cristo], y [luego] obedece”. El problema crucial del antiguo Pacto, desde la perspectiva de Waggoner, era que “no hacía provisión para el perdón de los pecados”. Pero, el nuevo Pacto tenía, como centro, la justificación por la fe en Jesús. Era un pacto de gracia, en el que los cristianos nacidos de nuevo tienen la Ley de Dios en su corazón. “Caminar en la Ley”, afirmó Waggoner, será una forma de vida natural para los que han nacido en la familia de Dios y tienen la Ley que habita en su ser interior. Los adventistas de 1888 estaban preocupados por el Pacto. Y era lógico; al fin y al cabo, ¿qué es más importante que la salvación? ¡Nada! Comparados con la salvación, un auto nuevo, una casa mejor o, incluso, la misma vida terrenal no tienen importancia. No deberíamos culpar a los adventistas de hace más de un siglo por su agitación cuando alguien desafiaba su idea de la salvación y de la misión de la iglesia. Cada uno de nosotros debería estar profundamente preocupado por los mismos temas. Vivimos en un mundo convulsionado, de enfermedad y muerte. ¿Existe algo mejor? Este desorden ¿durará para siempre? ¿Sobre qué base puede Dios salvar a las personas problemáticas en un mundo problemático? Esos son los interrogantes de las creencias religiosas. Las respuestas de el os estimularon la formación de la Iglesia Adventista, y estarán relacionadas con su destino final. Ayúdanos, Padre, a aprender a pensar como tú. Ayúdanos a comprender los asuntos más importantes de la Biblia y de la vida. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
21 de septiembre – ¿Y el Pacto? -2 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
He aquí que vienen días, dice Jehová, en los cuales haré nuevo pacto con la casa de Israel [. .] perdonaré la maldad de el os, y no me acordaré más de su pecado. Jeremías 31:31-34.
Entre Elena de White y Waggoner primaba la armonía sobre los pactos. El tratamiento que el a dio al tema de los dos pactos, redactado a fines de la década de 1880, nos brinda un resumen de su punto de vista sobre la cuestión. “Los términos del ‘Pacto antiguo’ ”, escribe el a, “eran: Obedece, y vivirás [...]. El ‘nuevo Pacto’ se estableció sobre ‘mejores promesas’: la promesa del perdón de los pecados, y de la gracia de Dios para renovar el corazón y ponerlo en armonía con los principios de la Ley de Dios. ‘Este es el pacto que haré con la casa de Israel después de aquel os días, dice Jehová: daré mi ley en su mente, y la escribiré en su corazón; y [. .] perdonaré la maldad de el os, y no me acordaré más de su pecado’ (Jer. 31:33, 34). “La misma ley que fue grabada sobre tablas de piedra es escrita por el Espíritu Santo sobre las tablas del corazón. En vez de tratar de establecer nuestra propia justicia, aceptamos la justicia de Cristo. Su sangre expía nuestros pecados. Aceptamos su obediencia. Entonces, el corazón renovado por el Espíritu Santo producirá ‘los frutos del Espíritu’. Mediante la gracia de Cristo, viviremos obedeciendo la Ley de Dios escrita en nuestro corazón. Al poseer el Espíritu de Cristo, andaremos como él anduvo” ( PP 342). Fue el concepto de un pacto de gracia lo que sacudió hasta sus mismas raíces a muchos de los adventistas tradicionales que enfatizaban la primacía de la obediencia en el antiguo Pacto. El enfoque de Waggoner en la fe en Cristo socavaba la teología de el os, basada en la Ley; aunque, como hemos visto, Waggoner, Jones y Elena de White tenían un lugar prominente para la Ley y la obediencia en su teología. Pero, para el os, la obediencia fluía de una relación salvífica con Jesús, no llevaba a esa relación. ¿En qué sentido corre el “flujo” en tu vida? Tengo la impresión de que muchos adventistas están preocupados por su desempeño –cómo lo están haciendo–, en vez de estar, ante todo, interesados en Cristo y en lo que él ha hecho por el os. Hoy es el mejor día del resto de tu vida para hacer que tu “flujo” cambie completamente, y para comenzar a caminar con Dios en un nuevo pacto. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
22 de septiembre – La relación entre la doctrina y el amor cristiano – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Amados, si Dios nos ha amado así, debemos también nosotros amarnos unos a otros [. .]. Si nos amamos unos a otros, Dios permanece en nosotros, y su amor se ha perfeccionado en nosotros. 1 Juan 4:11, 12.
Supongo que si pudiéramos obtener la salvación con nuestras propias fuerzas, podríamos tener razones para estar orgulosos de nuestros logros, e incluso tratar a otros “seres inferiores” con un poco de disgusto porque no han logrado alcanzar nuestro “elevado nivel de realización”. Pero, no es así como ocurren las cosas. Todos han fracasado y seguirán fracasando; solo el amor de Dios es lo que nos rescata. Dado ese hecho, la única respuesta posible es amar a él y a nuestros semejantes. El amor es la única respuesta cabal para un Dios que nos ha salvado a pesar de nosotros mismos. No es que la doctrina no sea importante. Elena de White, por ejemplo, tenía un profundo interés en la interpretación correcta de la Biblia y de la doctrina cristiana. No obstante, estaba aún más preocupada porque hubiese estudio bíblico y análisis doctrinal en el contexto del amor cristiano. En 1887, al ver el cruel espíritu de Minneápolis asomando en el horizonte, había escrito que “hay peligro de que nuestros pastores se explayen demasiado en las doctrinas [. .] cuando su propia alma necesita piedad práctica” ( Carta 37, 1887). Nuevamente en 1890, D. T. Jones (secretario de la Asociación General) escribió a Guilermo White, diciendo que “tu madre y el Dr. Waggoner dicen que los puntos de doctrina no son para nada los temas en cuestión, sino el espíritu mostrado por nuestro pueblo en oposición a estos interrogantes que objetan. Me siento totalmente libre de reconocer que el espíritu no ha sido el Espíritu de Cristo. No ha sido así en mi caso, y creo que puedo discernir lo suficiente como para estar seguro al decir que no ha sido así en el caso de otros. Muchas veces reflexioné en este asunto y me pregunté por qué esos temas prácticamente sin importancia causaban tanto revuelo, como una división [. .]. El propósito en la mente de tu madre y en la mente del Dr. Waggoner no era implantar estas cuestiones e imponerlas a la fuerza sobre todos, sino presentar la justificación por la fe y el Espíritu de Cristo, y tratar de que la gente se convierta a Dios”. ¡Ese es el punto crucial! Enfrentémoslo: cuando nuestro “cristianismo” nos hace ser desamorados, obviamente no tenemos algo auténtico, aunque tengamos razón en todas las doctrinas. Pero, cuando nos damos cuenta de que Cristo, mediante la gracia de Dios, verdaderamente nos ha rescatado del abismo del pecado, nuestra respuesta será el amor. La falta de amor indica que todavía tenemos que ser rescatados. Ayúdame, Padre, a aceptar tu gracia salvífica, para que pueda transformarme en un canal de tu amor. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
23 de septiembre – Elena de White en Minneápolis: Deja a Jesús entrar -1 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Por esta causa doblo mis rodil as ante el Padre [. .] para que [. .] seáis plenamente capaces [. .] de conocer el amor de Cristo, que excede a todo conocimiento, para que seáis llenos de toda la plenitud de Dios.  Efesios 3:14-19.
El énfasis de Elena de White en Minneápolis no fue ninguna enseñanza nueva de algún aspecto de la teología adventista sino, más bien, un llamado al adventismo a ennoblecer y practicar el cristianismo básico. “Mi preocupación durante la reunión era la de presentar a Jesús y su amor ante mis hermanos, porque vi señaladas evidencias de que muchos no tenían el espíritu de Cristo” ( Manuscrito 24, 1888; MS 3:194). “La fe en Cristo como la única esperanza del pecador ha sido dejada fuera de consideración y excluida no solo de los discursos sino también de la experiencia de muchísimos que dicen creer en el mensaje del tercer ángel. En esta reunión, yo testifiqué que la luz más preciosa había estado brilando desde las Escrituras en la presentación del gran tema de la justicia de Cristo en relación con la Ley. Este tema de la justicia de Cristo debe ser mantenido constantemente delante del pecador como su única esperanza de salvación [. .]. “La norma para medir el carácter es la Ley real. La Ley es la que descubre el pecado. Por la Ley es el conocimiento del pecado; pero el pecador es constantemente atraído a Jesús por la maravilosa manifestación de su amor, pues él se humiló a sí mismo para padecer una muerte vergonzosa sobre la cruz. ¡Qué estudio es este! Los ángeles han luchado y anhelado fervientemente entender este maraviloso misterio. Es un estudio que requiere el esfuerzo de la más alta inteligencia humana: que el hombre caído, engañado por Satanás, que se coloca al lado de Satanás en este asunto, pueda conformarse a la imagen del Hijo del Dios infinito; que el hombre pueda ser como Cristo; que, debido a la justicia de Cristo dada al hombre, Dios amara al hombre –caído pero redimido– así como amaba a su Hijo [. .]. “Este es el misterio de la piedad. Este cuadro es del más alto valor, y debe ser engarzado en todo discurso, debe ser colgado en los pasadizos de la memoria, debe ser anunciado por los labios humanos, debe ser presentado por seres humanos que han gustado y han visto que Dios es bueno. Esto es algo sobre lo cual debe meditarse; debe ser el tema de todo discurso” ( ibíd. , pp. 190, 191). Deja a Jesús entrar; si Elena de White solo pudiera darnos un consejo a partir de las reuniones de 1888, sería este. Decidamos permitirle entrar ahora mismo, antes de levantarnos de esta lectura. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
24 de septiembre – Elena de White en Minneápolis: Deja a Jesús entrar -2 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Sed, pues, imitadores de Dios como hijos amados. Y andad en amor, como también Cristo nos amó, y se entregó a sí mismo por nosotros. Efesios 5:1, 2.
“Se han presentado teorías áridas, y las almas preciosas están hambrientas del Pan de vida. Esta no es la predicación que Dios exige o que el Dios del cielo aceptará, porque está desprovista de Cristo. El cuadro divino de Cristo debe ser mantenido delante de la gente [. .]. “Debe ser elevado delante de los hombres. Cuando esto se mantiene delante de la gente, el mérito de la criatura se hunde en la insignificancia. Cuanto más se concentra la mirada sobre él, cuanto más se estudia su vida, sus lecciones, su perfección de carácter, tanto más pecaminoso y aborrecible aparecerá el pecado. Por medio de la contemplación, el hombre no podrá menos que admirar y ser más atraído hacia él; queda más encantado y con más deseos de ser semejante a Jesús, hasta que se asimile a su imagen y tenga la mente de Cristo. Anda con Dios, como Enoc. Su mente queda llena de los pensamientos de Jesús. Él es su mejor amigo [. .] “Estudiad a Cristo. Estudiad su carácter, rasgo por rasgo. Él es nuestro Modelo, que se nos pide que copiemos en nuestras vidas y caracteres, pues de otro modo dejamos de representar a Jesús; pero presentaremos ante el mundo una copia falsa. No imitéis a ningún hombre, porque los hombres son defectuosos en sus hábitos, en su lenguaje, en sus maneras, en su carácter. “Presento delante de vosotros al Hombre: a Cristo Jesús. Debéis conocerlo individualmente como vuestro Salvador, antes de que podáis estudiarlo como vuestro modelo y ejemplo [. .]. “Todos los que dicen ser seguidores de Cristo están en la obligación de andar en sus pisadas, de estar llenos de su Espíritu, y así presentar a Jesucristo al mundo, a ese Jesús que vino a nuestro planeta a representar al Padre [. .]. “Considerar a Cristo como nuestra única fuente de fortaleza, presentar su amor incomparable para que la culpa de los pecados fuera cargada a su cuenta y su propia justicia fuera acreditada al hombre de ninguna manera anula o descarta la Ley o rebaja su dignidad; al contrario: la coloca en el lugar en que brila sobre el a la verdadera luz y la glorifica [...]. La Ley es completa y plena en el gran plan de salvación solamente al ser presentada bajo la luz que brila desde el Salvador crucificado y resucitado” (Manuscrito 24, 1888; MS 3: 191-193, 200). Al escuchar hablar a Elena de White, podríamos pensar que no podemos apropiarnos de Jesús lo suficiente. Eso es cierto: él es lo único en el mundo con lo que podemos tener deseos intemperantes. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
25 de septiembre – Elena de White en Minneápolis: Reflejemos a Jesús -1 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Porque ejemplo os he dado, para que como yo os he hecho, vosotros también hagáis.  Juan 13:15.
El humilde y amante Jesús. Un ejemplo digno de seguir, pero que los seres humanos “normales” no se sienten tentados a imitar. Al í es donde entran en escena la gracia transformadora y el nuevo nacimiento. Dios quiere tomar a los seres humanos normales y transformarlos en criaturas nuevas: en cristianos que reflejen su carácter de amor. Ese fue otro de los temas de predicación de Elena de White en Minneápolis. El 20 de octubre, el a presentó un sermón que el Tribune de Minneápolis señaló que conmovió a muchos hasta las lágrimas, y que el a misma comentó que produjo muchos testimonios sinceros en sus oyentes. “Uno no puede”, dijo a la audiencia, “ser un cristiano fructífero y tener conocimiento de nuestro Señor y Salvador Jesucristo a menos que sea un cristiano práctico, a menos que progrese todo el tiempo en la vida divina. Esto es sumamente importante. Muchos parece que piensan que no bien descienden al agua y reciben el bautismo, y sus nombres son anotados en el libro de la iglesia, entonces se acabó toda la obra”. Al contrario, “si no llevan a sus hogares la religión práctica, pronto lo perderán todo [. .]. Es importante que todo el tiempo sumemos gracia sobre gracia, y si trabajamos en el plan de adición Dios obrará en el plan de multiplicación”, ya que él desarrola su “imagen moral” en sus seguidores. “Todo el universo del cielo estaba interesado en la gran obra” de Cristo. “Todos los mundos que Dios ha creado están observando para ver cómo termina la batala entre el Señor de luz y gloria, y los poderes de las tinieblas. Aquí está Satanás, que ha estado intentando con todas sus fuerzas tapar el verdadero carácter de Dios, para que el mundo no pueda entenderlo, y bajo un traje de justicia obra en muchos que profesan ser cristianos pero que representan el carácter de Satanás en vez del carácter de Jesucristo. Tergiversan a mi Señor. Tergiversan el carácter de Jesús cada vez que no tienen misericordia, cada vez que no tienen humildad” ( Manuscrito 8, 1888). “Dios es amor” (1 Juan 4:8). Cristo vino para demostrar ese amor en su vida y en su muerte. Y quiere que seamos como él; que le permitamos desarrolar su “imagen moral” en nosotros. Tómame hoy, Señor. Ayúdame no solo a desear tu don sino también a aceptarlo y vivirlo en mi vida diaria. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
26 de septiembre – Elena de White en Minneápolis: Reflejemos a Jesús -2 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Nosotros sabemos que hemos pasado de muerte a vida, en que amamos a los hermanos. 1 Juan 3:14.
¿Realmente amamos a nuestros hermanos creyentes? ¿Especialmente, a los desagradables? Amar a los hermanos miembros de iglesia era un problema primordial en el adventismo de la era de 1888. “Los que verdaderamente aman a Dios”, dijo Elena de White a los delegados del Congreso de la Asociación General el 21 de octubre, “deben manifestar bondad de corazón, discernimiento y justicia hacia todos aquel os con los que entran en contacto; porque estas son las obras de Dios. No hay nada que Cristo necesite tanto como representantes que sientan la necesidad de imitarlo. Hablar mal y pensar mal son ruinosos para el alma. Esto ha sido común en este congreso. No hay nada que a la iglesia le falte tanto como la manifestación del amor cristiano. Cuando los miembros de una iglesia se unen en asociación santificada y cooperan con Cristo, él vive y obra en el os. “Nuestros ojos necesitan ser ungidos con el colirio celestial, para poder ver lo que somos y lo que debemos ser, y ese poder es provisto en Cristo en cantidad suficiente como para permitirnos alcanzar la norma elevada de la perfección cristiana. “Siempre debemos tener a Jesús, nuestro Modelo, delante de nosotros. Esta es y siempre será la verdad presente. Fue al contemplar a Jesús y al apreciar sus virtudes de carácter como Juan llegó a ser uno con su Maestro en espíritu [. .]. Y a él se le encomendó la obra de hablar del amor del Salvador y del amor que sus hijos deberían manifestarse mutuamente. ‘Este es el mensaje que habéis oído desde el principio:’, escribe, ‘Que nos amemos unos a otros [. .]. Nosotros sabemos que hemos pasado de muerte a vida, en que amamos a los hermanos [. .]’“El Señor tiene palabras claras para los que, como los fariseos, hacen gran alarde de su piedad, pero cuyos corazones están destituidos del amor de Dios. Los fariseos rehusaron conocer a Dios y a Jesucristo, a quien él había enviado. ¿No estamos en peligro de hacer lo mismo que los fariseos y los escribas? ( Manuscrito  8a, 1888; cursiva añadida). No es casual que Cristo (Mat. 5:43-48; 19:21) y Elena de White ( PVGM 46, 47, 256, 316) repetidamente vincularan el concepto de perfección con el de amor. Reflexionar en el carácter moral de Dios no significa lo que comemos o incluso lo que creemos. Es ser semejantes a Dios, quien es amor. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
27 de septiembre – Elena de White en Minneápolis: Reflejemos a Jesús -3 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Puesto que tenemos tales promesas, limpiémonos de toda contaminación de carne y de espíritu, perfeccionando la santidad en el temor de Dios.  2 Corintios 7:1.
“Lo peor –y lo más grave– es la falta de amor y la falta de compasión mutua. Eso”, les dijo la señora de White a sus colegas, “es lo que Dios presentó con mucha luz delante de mí, y yo quería decirles que si alguna vez hubo un tiempo en que deberíamos humilarnos ante Dios es ahora [. .].  “Impedir que el amor de Cristo entre en nuestro corazón ha sido una obra estudiada por Satanás [...].  Hay una gran cantidad de ceremonia y formalismo. Lo que queremos es el amor de Cristo, amar a Dios por sobre todas las cosas y a nuestro prójimo como a nosotros mismos. Cuando tenemos esto, habrá una desintegración, como con los muros de Jericó, ante los hijos de Israel. Pero hay mucho egoísmo y deseo de supremacía en nuestras filas [. .].  “Cuanto más abajo estemos al pie de la cruz, más clara será nuestra visión de Cristo [. .]”. “¿Qué están haciendo Dios y Jesús? [. .]. Están purificando el Santuario. Bueno, nosotros deberíamos estar con [el os] en esta obra y purificar el Santuario de nuestra alma de toda injusticia, para que nuestros nombres puedan ser escritos en el libro de la vida del Cordero, para que nuestros pecados puedan ser borrados cuando vengan los tiempos de refrigerio de la presencia del Señor [. .]. “Ustedes no tienen tiempo para exaltar el yo, sino [solo para] exaltar a Jesús. Oh, ¡exáltenlo! ¿Cómo podemos hacerlo? [. .]. Quizás el Dios del cielo permita que su poder legue a nuestro corazón para que podamos tener caracteres justos y corazones puros, y sepamos cómo trabajar por los enfermos [y] los dolientes [. .]. “Apenas amemos a Dios con todo nuestro corazón y a nuestro prójimo como a nosotros mismos, Dios obrará a través de nosotros.  ¿Cómo nos mantendremos de pie en la hora de la luvia tardía?” Solo si tenemos su amor. “El amor de Cristo en el corazón hará más para convertir a los pecadores que todos los sermones que ustedes puedan predicar.  Lo que necesitamos es obtener el amor de Cristo, para poder estudiar la Biblia y saber lo que dicen las Escrituras [. .]. Hermanos, también deberíamos separar la basura de las puertas de nuestro corazón ahora [. .] porque no tenemos tiempo que perder” ( Manuscrito 26, 1888; énfasis añadido). Y esa es la verdad. Hoy es el día de nuestra salvación. ¡De rodil as, Israel! Padre celestial, en los últimos días me he dado cuenta, como nunca antes, de la absoluta centralidad del amor en el cristianismo auténtico. Ayúdame este mismo día a ser un canal más fructífero de tu amor en mi familia, en mi lugar de trabajo, en. . (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
28 de septiembre – Elena de White en Minneápolis: La Ley y el evangelio – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
El hombre no es justificado por las obras de la ley, sino por la fe de Jesucristo [. .] por las obras de la ley nadie será justificado. Gálatas 2:16.
Como hemos visto durante los últimos días, la señora de White estaba un poco preocupada por el adventismo de la era 1888. Y con razón. Al concentrarse en la doctrina correcta, en la tradición adventista y en ser buenos adventistas, muchas veces habían olvidado de qué se trataba el evangelio, tanto en la teoría como en la práctica. Al emular a los fariseos de antaño, podían legar a tratarse entre sí como si no fuesen cristianos, aun cuando analizaban la Ley de Dios y las otras buenas enseñanzas adventistas. Con un clamor del corazón, el 24 de octubre volvió a decir a los delegados que “queremos la verdad como es en Jesús; pero, cuando entre cualquier cosa para cerrar la puerta de modo que no entren las olas de verdad [acerca de Jesús], oirán mi voz donde esta esté, ya sea en California o en Europa, o donde yo esté, porque Dios me ha dado luz y pienso hacerla brilar. “Y he visto que hay almas preciosas que habrían aceptado la verdad [del adventismo] pero se han alejado de el a debido a la forma en que se ha manejado la verdad, porque Jesús no estaba en el a. Y esto es lo que he estado rogándoles todo el tiempo: queremos a Jesús” ( Manuscrito 9, 1888; énfasis añadido). Dieciocho meses más tarde, todavía estaba luchando con los pastores adventistas para que “abran su corazón y dejen entrar al Salvador”. Dijo, a los reunidos para la escuela bíblica de pastores de la Asociación General, que al salir de las reuniones debían “estar tan llenos del mensaje” del evangelio que sería como fuego encerrado en los huesos hasta que no pudieran resistirlo. Sin embargo, si expresaban sus sentimientos, les dijo que “los hombres dirán: ‘Estás demasiado alterado; estás haciendo demasiado alboroto con este asunto, y no piensas mucho en la Ley. Ahora bien, debes pensar más en la Ley; no estés todo el tiempo intentando alcanzar la justicia de Cristo, sino alimenta la Ley’ ”. A esos “buenos” sentimientos adventistas, el a respondió: “Que la Ley se encargue de sí misma. Hemos estado trabajando en la Ley hasta que nos secamos como las colinas de Gilboa, sin rocío ni lluvia. Confiemos en los méritos de Jesucristo de Nazaret. Que Dios nos ayude a fin de que nuestros ojos sean ungidos con colirio, para que podamos ver” ( Manuscrito 10, 1889). Hay algunas cosas buenas con las que entusiasmarse, si podemos hacerlo con el espíritu adecuado. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
29 de septiembre – La justificación por la fe y el mensaje del tercer ángel -1 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Aquí está la paciencia de los santos, los que guardan los mandamientos de Dios y la fe de Jesús. Apocalipsis 14:12.
Como hemos visto, en 1888 la disyunción entre la interpretación adventista de la salvación y la evangélica se había vuelto problemática. Los adventistas eran fuertes en las creencias confesionales distintivas, pero débiles en las grandes enseñanzas evangélicas que sus fundadores habían compartido con otros cristianos. Elena de White veía en Jones y Waggoner un correctivo para esa dificultad. A diferencia de algunos dirigentes de la época inclinados hacia las obras, Waggoner se daba cuenta de que su iglesia se había apartado de la doctrina histórica de la salvación. Elena de White habló de la misma verdad, al expresar su sorpresa porque algunos consideraran que la enseñanza de Jones y Waggoner era una “doctrina extraña”, cuando su “mensaje” no era “una nueva verdad, sino la misma que enseñó Pablo, que Cristo mismo enseñó” ( Manuscrito 27, 1889). El comentario de Waggoner de que su interpretación de la Ley y el evangelio reflejaba la de Pablo, Lutero y Wesley se volvió aún más profundo y significativo cuando agregó que “estaba un paso más cerca del fundamento del mensaje del tercer ángel”. Elena de White arribó al mismo punto de vista. Al observar que algunos habían “expresado temores de que nos espaciemos demasiado en el tema de la justificación por la fe”, el a indicó que varios le habían escrito, “preguntando si el mensaje de la justificación por la fe es el mensaje del tercer ángel”. El a respondió que “en verdad es el mensaje del tercer ángel” ( RH, 1° de abril de 1890). Esa declaración ha desconcertado a algunos. ¿Qué quiso decir, exactamente? Examinaremos el tema en los próximos días. Mientras tanto, deberíamos recordar que Apocalipsis 14:12 es el texto central de la historia adventista: “Aquí está la paciencia de los santos, los que guardan los mandamientos de Dios y la fe de Jesús”. Al reconocer las implicaciones del uso que los adventistas dan a ese texto como una descripción de su confesión religiosa, un periodista del Journal de Minneápolis señaló que “es un egoísmo monstruoso o una fe sublime lo que los lleva a aplicar este texto a sí mismos”. Los adventistas, por supuesto, consideraban que era “fe sublime”. Y ambos bandos de la crisis de 1888 se dieron cuenta con más claridad, a medida que pasaba el tiempo, de que sus diferencias de Minneápolis se centraban en el significado de Apocalipsis 14:12. De paso, este es un buen texto para memorizar, mientras meditamos en su mensaje e implicaciones. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)
30 de septiembre – La justificación por la fe y el mensaje del tercer ángel -2 – Meditación Matinal 2014 (Ligado na Videira)
Bienaventurados los que lavan sus ropas, para tener derecho al árbol de la vida, y para entrar por las puertas en la ciudad.  Apocalipsis 22:14.
Los primeros adventistas eran grandes hacedores de los Mandamientos; a veces por buenas razones, y a veces por otras no tan buenas. La faceta de las obras en el sistema de creencias adventistas en 1888 tuvo un papel importante en las preinterpretaciones de Apocalipsis 14:12: “Aquí está la paciencia de los santos, los que guardan los mandamientos de Dios y la fe de Jesús”. La interpretación adventista de ese versículo había sido bastante uniforme antes de 1888. Jaime White brindó un modelo para esa interpretación en abril de 1850. Destacó que el versículo tenía tres puntos principales de identificación. Indicaba (1) un pueblo que debía ser paciente, a pesar del chasco de la década de 1840, para esperar la venida de Jesús; (2) un pueblo que había obtenido “ ‘la victoria sobre la bestia y su imagen, y su MARCA’ ”, y que es selado con el selo del Dios viviente al guardar ‘los Mandamientos de Dios’ ”; y (3) un pueblo que “guardó la ‘fe’ ”, como cuerpo de creencias, en cosas como “el arrepentimiento, la fe, el bautismo, la cena del Señor, el lavamiento de los pies de los santos”, etc. Una parte de guardar la fe, enfatizó, era “GUARDAR LOS MANDAMIENTOS DE DIOS”. Fíjate que White se las arregló para introducir la obediencia a la Ley de Dios en dos de las tres partes del versículo. Dos años después, fue aún más preciso: “La fe de Jesús debe guardarse, al igual que los Mandamientos de Dios [. .]. Esto no solo muestra la distinción entre los Mandamientos del Padre y la fe del Hijo, sino también muestra que la fe de Jesús que debe guardarse necesariamente abarca los dichos de Cristo y los apóstoles. Abarca todos los requerimientos y las doctrinas del Nuevo Testamento”. J. N. Andrews era de la misma opinión, al decir que “la fe de Jesús [. .] se dice que se guarda de la misma manera que los Mandamientos de Dios”. Y R. F. Cottrell escribió que la fe de Jesús “es algo que se puede obedecer, o guardar. Por lo tanto, concluimos que todo lo que se nos pide hacer para ser salvos del pecado pertenece a la fe de Jesús”. Como observamos antes, las obras son importantes. Pero ¿es cierto que “todo lo que se nos pide hacer para ser salvos del pecado pertenece a la fe de Jesús”? Medita en eso. Analízalo. Ora al respecto. (Veja Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira. Clique aqui)

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 9 – Nossa Missão – 3º Trimestre – 23 a 30 de agosto de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videiraclique aqui.

Para a Meditação de hoje, clique aqui.

Para as antigas Meditações de Ellen White, clique aqui.

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Lição 8 – A Igreja – 3º Trimestre – 16 a 23 de agosto de 2014

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videiraclique aqui.

Para a Meditação de hoje, clique aqui.

Para as antigas Meditações de Ellen White, clique aqui.